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Rio Bonito precisa passar pelo choque de gestão

Em Rio Bonito, todos querem mudança. Mas, pouquíssimos querem mudar a si mesmos. Os empresários não se mobilizam, porque o vencedor poderá fazer algum tipo de retaliação. Por outro lado, àqueles que se envolvem com os grupos políticos, buscam o acesso direto ao poder e as licitações. Assim, a maioria faz as mesmas coisas, cometendo os mesmos erros, esperando que aconteça um milagre, tendo em vista que as fórmulas utilizadas não surtiram o efeito desejado. As escolas estão sucateadas. A saúde sofre nos últimos 24 anos, incluindo a economia local. A juventude está desempregada e sem opção na qualificação. No final, não importará o nome do vencedor, porque o voto não é movido pela razão, mas pela emoção.

O rio-bonitense precisa compreender que a mudança necessita da reforma, exigindo o corte e a reorganização de tudo. Não tem como fazer o choque de gestão, ficando bem com todos. Não tem como se fazer o certo, acobertando o errado. Todavia, enquanto nossa sociedade insistir em manter as coisas nos lugares que se encontram, continuaremos no sofrimento, deixando esse legado as futuras gerações.

Por fim, o universo eleitoral rio-bonitense subiu para 45.000 eleitores, cuja concentração demográfica está na faixa etária compreendida entre os 18 a 37 anos de idade, com a probabilidade de alcançarmos a margem das 13.500 abstenções, considerando as ausências, os votos nulos e os votos em branco. No final, o eleitor apaixonado se perguntará: – O que eu tenho a ver com isso? Mesmo sabendo que a resposta é óbvia.

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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