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Armazém Rio é o maior investimento feito em Rio Bonito, gerando empregos e novas oportunidades

No domingo, dia 23/12/2018, tive a oportunidade de visitar o Armazém Rio. O Empreendimento milionário ficou grande, imponente, bonito e cheio de conceitos atualizados na área da gestão, começando pelas lojas internas, que seguem o conceito das incubadoras das startups americanas e israelenses. O estacionamento remodulou a paisagem local, além de trazer mais conforto ao cliente, associado, colaborador e investidor.

Numa conversa rápida com a opinião pública, o ribonitense gostou do empreendimento, mas não viu muito diferencial no primeiro contato, uma vez que os produtos e os preços estão equilibrados com o mercado, enquanto que, na minha visita, o diferencial ficou perceptível na adega e na padaria, nos quesitos novidade, variedade e qualidade. Todavia, ousarei discordar da opinião pública nesse momento, tendo em vista que o Armazém Rio é um investimento 100% riobonitense, contratando os riobonitenses para trabalharem desde a fundação estrutural até o funcionamento.

Seguindo o caminho contrário do ramo dos supermercados, os empresários, José Roberto Guimarães e Leandro Guimarães, investiram na cidade e na nossa economia local, quando a maioria compra a empresa, troca a logomarca e o nome, contrata gente de fora para depois vendê-la para outro grupo, dando continuidade ao processo da exploração mercadológica por si só e às fusões, cujos grupos estão preocupados com o lucro e nada mais.

Com a instalação do primeiro tijolo na antiga estrutura da isolada e esquecida Fábrica Peixe, localizada no centro da cidade de Rio Bonito, os empresários deram início ao empreendimento econômico e social, gerando novos empregos, novas perspectivas e um novo fluxo de mercado para outros nichos e empresas com o sistema das incubadoras em vitrine, tronando-se, de forma muito distante, os maiores investidores na economia riobonitense, sem as licitações e os acordos políticos, que só atrapalham o desenvolvimento do nosso município, ensinando aos seus próprios pares que a cidade tem mercado para ser desenvolvido e que é possível crescer e prosperar, sem qualquer atuação junto ao poder público.

Por fim, por trás da imponência do Armazém Rio, existem novas vagas de emprego que foram geradas no mundo real e que atendem as necessidades das respectivas famílias dos funcionários de forma direta. Indiretamente, outras vagas de emprego foram e ainda serão geradas através do aluguel das lojas ou incubadoras internas, constituindo uma rede de negócios própria, cujos resultados e dividendos vão muito além das paredes do supermercado, uma vez que envolve a cidade inteira, com grande potencial para se tornar uma referência regional.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior : .

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Cursos profissionalizantes on-line para desenvolver novas habilidades e enfrentar a crise no mercado de trabalho brasileiro

Como consultor em gestão de pessoas, tenho notado a tendência das empresas em demitir os colaboradores no intuito de equilibrar as contas e garantir o lucro no exercício anual. Também tenho notada uma forte tendência no mercado de trabalho, que não está contratando os profissionais com mais de 45 anos de idade, obrigando-lhes ao recomeço numa nova profissão, ora na autonomia ou na informalidade, ou arriscar o pouco que tem no empreendedorismo, abrindo novos negócios, com alto risco diante da alta carga tributária e da instabilidade econômica brasileira.

Em resposta aos anseios da informalidade, o caminho mais objetivo para o desempregado é o investimento numa nova profissão, o que exigiria o tempo mínimo de dois anos, com mensalidades e deslocamentos entre sua casa e o curso. A boa notícia é que existe o recurso do EAD (Ensino à Distância) e vários cursos profissionalizantes, com valores baratos, que podem ser parcelados no cartão de crédito, cujo o prazo para o término é rápido, tendo em vista que o ritmo é determinado pelo aluno.

Assim sendo, apresento ao leitor os cursos descritos abaixo, que dependerão somente da internet e da sua atenção para se capacitar em uma nova profissão ou aumentar suas habilidades e competências:

 

01 – Clube do Técnico Reparador 2.0: Curso on-line de manutenção de geladeiras, lavadoras, forno de microondas e elétrica para reparo;

02 – Curso de Energia Solar Fotovoltaica de capacitação pessoal;

03 – Curso de Injeção Eletrônica (On-line);

04 – Curso de Mecânica do Automóvel Completo – Academia do Mecânico (On-line);

05 – Curso de Mecânica de Moto Completo – Academia do Mecânico (On-line);

06 – Curso de Mecânica de Refrigeração Domiciliar (On-line);

07 – Curso Técnico de CFTV Express (On-line);

08 – Energia Solar – Instalador Solar de Alta Performace;

09 – Curso on-line de mapeamento aéreo com DJI PHANTOM (DRONE).

 

Pretendo fazer outras resenhas, focalizando cursos mais ligados ao cotidiano dos serviços na região.

 

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior:.

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Com 50 anos, sou velho demais para o mercado de trabalho e novo demais para me aposentar

O mercado de trabalho está, literalmente, aumentando o abismo entre as gerações X, Y e Z, tanto na profundidade quanto na largura. Enquanto a geração X (Baby Boomers), que focaliza a estabilidade no trabalho e as garantias para o futuro, mantendo-se na normalidade, busca trabalhar no mesmo lugar a vida inteira, as gerações Y e Z focalizam os empregos que permitem a obtenção dos salários mais elevados, mas que permitem os empregados aproveitarem mais a vida pessoal. Logo, no equilíbrio entre os binômios EMPREGO x VIDA PRIVADA, o mercado acaba se ajustando aos salários cada vez menores, diante do excedente dos profissionais que é lançado a cada semestre no mercado de trabalho, aumentando o exército de trabalho reserva, que é composto pelas pessoas que estão capacitadas, mas que não foram absorvidas no trabalho formal. Assim, no final do mês, o contracheque aparece com os descontos legais e o salário pequeno, com as armadilhas dos benefícios e dos prêmios da produtividade, que não são incorporados nas obrigações trabalhistas, aumentando o lucro do empregador e alimentando a ilusão do empregado.

No exercício do trabalho de gestor, tenho notado a tendência das empresas em contratar as pessoas com menos de 50 (cinquenta) anos de idade, alegando a racionalização das rotinas, através da contratação dos empregados com a idade entre 25 a 40 anos de idade, que já vem com os cursos de capacitação, atualização e idiomas já inclusos nos seus currículos, diminuindo os custos com o treinamento e o desenvolvimento dos talentos. Todavia, a questão é: – Por que não contratar os funcionários com a idade compreendida entre os 40 a 50 anos de idade, com as mesmas atualizações, cursos e a experiência pessoal e profissional? – A resposta é simples, tendo em vista que o mercado quer sugar o máximo desta geração, não tendo que pagar pela reposição da mão-de-obra nos casos das licenças para tratamento da saúde, que, conforme as estatísticas, são muito maiores a partir dos 45 a 50 anos de idade, enquanto que os custos aumentam astronomicamente, a cada década adicionada na fórmula.

O Brasil está caminhando na contramão da Europa, Canadá, Israel e EUA, tendo em vista que estas sociedades valorizam a experiência e já possuem a política pública madura vislumbrando a manutenção da mão-de-obra idosa, tendo em vista que seus sistemas previdenciários são mais justos e equânimes, enquanto que a consciência social do trabalhador objetiva a noção do trabalhar continuamente, para garantir o padrão e o complemento econômico do lar.

O Trabalhador com 50 anos de idade precisará de mais 15 anos, em média, para se aposentar, se for do sexo masculino, e 05 anos no caso do sexo feminino. O que eles farão para sobreviver até o preenchimento dos quesitos da aposentadoria, no modelo atual? Em tempo, há outro indicador social muito interessante, tendo em vista que tem se tornado um padrão o jovem ingressar no mercado de trabalho formal com 30 anos de idade, uma vez que sua primeira década de trabalho se materializou na informalidade, nos estágios ou nos contratos temporários, o que lhe dará a média de 15 anos a 20 anos de trabalho garantido, até o empregador decidir que seu trabalho está caro, transformando o trabalhador numa sucata aos olhos da liquidez e do lucro.

Por fim, eu não tenho dúvida que o caminho para solução do problema supramencionado está na educação financeira, na economia doméstica e no incentivo no empreendedorismo, objetivando transformar o desempregado no seu próprio patrão, atendendo aos anseios das gerações Y e Z.  Na atualidade, já existem profissionais capacitados para prestarem a consultoria ou o coach (treino), na busca das soluções aos problemas do cotidiano, com custos baixos e que se encaixam no orçamento doméstico, tanto para os empregados, empresários e desempregados. No final, a solução do problema individual se transformará na rede das respostas, que suprirão a sociedade inteira.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Gestor em Recursos Humanos

Tel: (21)98829-2915 / E-mail: consultoria@nadelson.com.br
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França anuncia estado de emergência econômica

François Hollande, presidente da França, declarou que o país está no estado de emergência econômica, colocando os franceses e o mercado comum europeu contra a parede em relação ao modelo e ao posicionamento econômico da nação diante dos atuais desafios.

Ao contrário do governo brasileiro, Hollande apresentou o combate ao desemprego, sem onerar a sociedade com mais impostos. Para tanto, o governo francês disponibilizará dois bilhões de euros, oriundos dos cortes no orçamento, fazendo a compensação nas contas públicas, objetivando o crescimento da economia, através da capacitação, do empreendedorismo e do incentivo na geração das novas vagas de trabalho junto as empresas, sem alterar a jornada de trabalho de 35 horas semanais.

Atualmente, a França possui 3,5 milhões de desempregados, conforme os dados fornecidos pelo governo.

A França é a primeira nação do Mercado Comum Europeu a assumir o estado de emergência econômica, fazendo ajustes internos para evitar empréstimos junto ao Banco da Comunidade Europeia. Logo, Hollande está demonstrando que está capacitado para enfrentar a crise, além de posicionar que a nação francesa evitará cometer os erros do passado.

Por fim, seria muito importante que o Governo Brasileiro se aproximasse do Governo Francês, praticando a transversalidade política e econômica, partindo do modelo baseado na geração das novas vagas de emprego, sem aumentar os impostos.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A Argentina de Macri assume a inflação acelerada e prioriza a transparência

Enquanto que o Palácio do Planalto, em conjunto com o COPOM (Comitê de Política Monetária) e o BANCO CENTRAL DO BRASIL, não assume que a inflação está muito além dos índices apontados pelas vias oficiais, a Argentina, sob a presidência de Macri, faz questão de assumir a realidade da economia, decidindo expedir novas cédulas do peso argentino, nos valores de 200, 500 e 1000 pesos, a partir de 2017. Até então, a nota mais alta da moeda argentina era de 100 pesos.

A inflação está afetando quase todas as economias do planeta, independentemente do porte e do sistema econômico escolhido, salvo a Inglaterra, cuja Libra Esterlina é calculada através do ONÇA TROY ou em cima do ouro.

Atualmente, 1 ARS (Peso Argentino) corresponde a R$0,30 ou US$7,44 (sete dólares, e quarenta e quatro centavos americanos).

De forma muito transparente, Macri está assumindo perante o mundo e o mercado que a Argentina está com a inflação acelerada, enquanto que serão necessários mecanismos maduros e equilibrados, com a sociedade, para que sejam solucionados. Todavia, em contrapartida, a decisão do Governo Argentino deixou as economias dos países da América do Sul expostas perante o mercado internacional.

Por fim, se a economia não der a resposta esperada por Macri, a Argentina terá que cortar um dos zeros das suas novas notas, objetivando reiniciar todo o ciclo econômico artificialmente. Entretanto, os desafios da Argentina são muito parecidos com os do Brasil, tendo em vista que o único caminho correto é a criação de milhares de vagas de emprego, a capacitação da mão-de-obra e o empreendedorismo, focalizando o setor dos serviços e o comércio.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Me reconectei a Deus e me sincronizei com os negócios

A luz é afrodisíaca e entorpece aquele que se fez distante por algum tempo. A oração faz isso com qualquer praticante da fé. Poderíamos falar das taxas da endorfina que são lançadas na corrente sanguínea do ser humano no momento da realização, seja ela qual for. Mas, não diminuirei o tema aos números e as tentativas do homem em querer quantificar tudo, porque nós não somos máquinas. Prefiro mantê-lo no campo da existência, da consciência e da metafísica.

Após o falecimento do meu pai, em julho de 2015, ingressei numa espécie de crise existencial. Acendia as velas do Shabat e cumpria a ritualística, como de costume. Todavia, as ações pareciam mecânicas. Havia algo dentro de mim que estava atrapalhando minha conexão com o criador e a criação. Talvez, tenha sido o tamanho da dor e da perda, que sofri no silêncio. Talvez, seja o desligamento obrigatório e involuntário do patriarca da família.

Esse desconforto me afetou nos negócios, uma vez que meu sócio, mestre, conselheiro e amigo não estava mais comigo no plano material. Tive que parar os serviços nos últimos meses, tendo em vista que era imperativo dar um tempo, para diluir e reconstruir tudo, com ordem no tempo e no espaço.

Essa semana,  estou muito feliz, porque montei dois servidores e atendi alguns clientes na área da formatação e consultoria em TI ( Tecnologia da Informação). Arrumei o laboratório e coloquei as coisas no lugar. Estou pronto para continuar os projetos e o legado que construí junto com meu pai. Por isso, mãos na massa, porque tempo é dinheiro, enquanto que pretendo passar parte do meu conhecimento e aprendizado a minha filha.

Continuarei com a forma humanística de trabalho do patriarca, que seguia com a máxima:  “Não faça clientes, mas amigos.”

Mas, minha maior alegria foi ter me preparado para as orações, sem a correria e a interferência do trabalho. Exatamente no por do sol, acendi as velas do Shabat e senti a paz e a ternura, que havia esquecido, porque não estava mais sozinho, pois o criador estava comigo e com toda criação.

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

www.nadfad.com.br