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Perdemos o direito ao esquecimento

Antes do advento da tecnologia da informação, da internet e da popularização dos portáteis e das redes sociais, as pessoas podiam ser mais inconsequentes e com pouca preocupação com a memória coletiva, tendo em vista que os erros do passado eram esquecidos com o decorrer do tempo, salvos os parentes chatos nas reuniões em família. Quando o erro era algo grave, bastava mudar de cidade e estava tudo solucionado. Todavia, a era contemporânea, com suas selfies, filmagens, publicações no Facebook, LinkedIn, Twitter e Google Plus (G+) acabou com a possibilidade do esquecimento, enquanto que a cereja do bolo está no fato de que os próprios indivíduos estão construindo seus perfis e linhas do tempo, gerando links e logaritmos na internet e nos servidores de busca, para que essas informações sejam analisadas pelos gestores de pessoas, departamentos de recursos humanos e outros especialistas.

No Brasil, já existem organizações que fazem a pesquisa das informações dos candidatos na internet, enquanto que os resultados interferem na seleção, recrutamento e promoção, podendo atrapalhar o ingresso na carreira ou provocar a demissão do profissional, caso sua conduta na vida pessoal comprometa o código de ética estabelecido pela empresa. Por isso, a exposição da vida privada no mundo virtual se tornou um imperativo na medição de cada palavra e imagem no momento da publicação, porque o comentário inocente de hoje poderá ser sua ruína pessoal amanhã, ora na carreira profissional ou na hora de fechar o negócio da sua vida. Logo, é importante que a pessoa se atente para o fato de evitar a exposição no mundo virtual, principalmente, com fotografias em festas, com bebidas e situações constrangedoras.

O Jornalismo brasileiro, no geral, comete erros contínuos na publicação das resenhas, gerando o famoso “FAKE NEWS”, que não começou na publicação inocente ou intencional de um perfil nas redes sociais ou num blog, mas nos tabloides físicos e virtuais, que levantam hipóteses ou deixam a entender no ar para a massa, induzindo uma informação, cujo parâmetro não foi analisado e ainda não ocorreu e, por tal motivo, poderá nunca acontecer. E assim, os partidos políticos, a imprensa e os órgãos fiscalizadores fizeram o acordo de combater àquilo que escrevem, colocando a culpa no outro, que é estranho, opositor e desconhecido. O próprio jornalismo brasileiro e mundial se esqueceu da memória virtual, com os registros dos seus dados, logaritmos e links, quando a internet registra e está com a informação ali para te lembrar de cada palavra escrita, fotografia materializada e matéria publicada, porque perdemos o direito ao esquecimento.

No final das contas, enquanto os políticos fichas-sujas impetram ações para que os provedores de busca apaguem as informações negativas em suas pesquisas para forçarem o estabelecimento do “direito ao esquecimento”, e as empresas jornalísticas fazem o trabalho de marketing, apresentando a versão 2.0 de si mesmas para a opinião pública, cometendo os mesmos erros de antes, faço questão de registrar cada palavra e fato às futuras gerações, porque até o advento da internet, a História era a história dos vencedores, mas a era digital abriu o espaço para a memória contínua, permitindo que todos tenham suas histórias registradas para a pesquisa, o estudo ou o julgamento da posteridade.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior : .

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Influência do Facebook no marketing digital e nos negócios no Brasil

Conforme o estudo desenvolvido pelo Scup em 2014, envolvendo 209 profissionais que compartilharam suas opiniões sobre o papel do Facebook no futuro do marketing digital, foi concluído que 90% dos profissionais o consideram a principal plataforma de estratégia de rede sociais das agências e empresas, enquanto que a ferramenta se tornará relevante em 36 meses, para 41,15%.

Os maiores benefícios do Facebook são:
Aumenta a visibilidade das suas ações de marketing 80,86%
Aumenta o tráfego dos seus sites 49,28%
Insights para melhorar os produtos e serviços 51,20%
Gera advogados e fidelidade à marca 31,58%
Gera Leads 26,79%
Gera novos negócios (vendas) 24,40%
Não traz benefícios 2,87%

 

O Facebook está morrendo.
Discordam. 45,93%
Discordam fortemente. 12,92%
Não tem certeza. 30,62%
Concordam que o Facebook está morrendo. 9,57%
Concordam Fortemente que o Facebook está morrendo. 0,96%

 

MELHORES HORÁRIOS PARA POSTAR NAS REDES SOCIAIS
INÍCIO FIM DIAS IMPORTANTE
FACEBOOK 13:00 17:00 Segunda à Sexta. O horário de maior audiênica é as 15:00 às quartas feiras.
INSTAGRAM 17:00 18:00 Segunda à Sexta. Aos sábados e domingos, entre as 17:00 e 18:00 há interação maior.
PINTEREST 14:00 16:00 Segunda à Sexta. O horário das 20:00 até as 23:00 nos dias úteis é muito útil para alcançar mais audiência.
TWITTER 13:00 15:00 Segunda à Quinta. Tweets com menos de 100 caracteres geram mais audiência que os tweets longos.

 

A pesquisa concluiu que 43,54% dos profissionais pretendem aumentar os investimentos no Facebook nos próximos 03 meses, enquanto que 33,97% manterão os investimentos atuais. Em contrapartida, 3,35% diminuirão os investimentos, enquanto que 19,14% não investem. O interessante é que salvo a resistência comum dos 19,14% supramencionada, ninguém afirmou que deixaria de investir no Facebook. Em suma, a ferramenta conquistou o mercado das marcas e dos negócios, se tornando um caminho consolidado.

Por fim, cabe ao leitor e ao investidor analisarem até que ponto a quantidade cobre a qualidade além dos gráficos e dos indicadores, bem como até que ponto o investimento se torna um caso de sucesso em relação ao lucro, à propagação da marca e as variações nas relações do consumo, cujos gráficos representam os fluxos e as densidades. Todavia, a compreensão do comportamento e o perfil do consumidor  é o elemento mais importante, se transformando no diamante nas relações virtuais.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Gestor das Redes Sociais

 

 

 

 

 

 

 

 

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Sobre a Operação Lei Seca e o Whatsapp

No dia 02/09/2017, fui dar uma volta em Rio Bonito à noite e me pararam pela primeira vez na Operação da Lei Seca. Achei muito interessante. A policial me parou, pediu os documentos e solicitou para acompanhá-la. Achei muito legal o aparato tecnológico e o bafômetro. Um colega me perguntou se eu estava preocupado: – Eu disse que não, porque pago meus impostos em dia e não bebo álcool. O bafômetro continuou zerado, me entregaram os documentos, enquanto que fiz o retorno e voltei para casa, com a sensação estranha do dever cumprido.

Na mesma noite, começaram os envios das mensagens pelo whatsapp e facebook, avisando que a Lei Seca estava em frente ao Super Market. Eu paguei a conta, entrei no carro e fui até lá para testar o serviço, que merece nota 10. Só faltou o cachaceiro de plantão, que deve ter mudado o percurso por causa da mensagem, até que ele provoque um acidente grave e machuque alguém que você ame. Pense nisso, antes de avisar sobre a fiscalização de qualquer coisa.

O DETRAN informou que existem mais de 60.000 pessoas que perderam o direito de dirigir e que não devolveram suas habilitações às autoridades competentes. Estranho, porque eu tenho a ligeira impressão que a maior parte dessa galera dirige em Rio Bonito.

Por fim, vejo uma sociedade hipócrita, cínica e demagoga, que exige mudança dentro de si e na política corrupta, mas que se recusa seguir seu discurso, começando pela desobediência às leis no trânsito e pelo envio das mensagens para proteger e blindar àqueles que estão alcoolizados ou sem a habilitação para dirigir, mas que mesmo assim insistem contrariar a lei, até baterem num poste em alta velocidade ou provocarem um acidente, envolvendo um inocente, porque, a partir do momento que eles beberam ou decidiram dirigir sem habilitação, se colocaram na condição de infratores, idealizando o suicídio ou o homicídio de outrem, que poderá ser alguém estranho, amigo, parente ou vizinho.

 

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Rio-bonitenses reclamam das multas aplicadas pela Guarda Municipal e se esquecem que o culpado é o motorista

Nas últimas semanas, o tema central das conversas nas redes sociais, no whatsapp e nas ruas tem sido as multas de trânsito aplicadas em Rio Bonito, principalmente no horário das missas das Igrejas Católicas, localizadas no centro da cidade e na Praça Cruzeiro.

A iniciativa da Guarda Municipal está provocando a indignação dos infratores e demonstrando a total falta de bom senso dos cidadãos, que insistem em estacionar os carros em cima das calçadas, além da famosa fila dupla no trânsito, principalmente no horário da entrada e da saída dos alunos das principais escolas particulares ou em frente às farmácias. Simplesmente, fica aquela sensação de que a habilitação do motorista foi adquirida de forma estranha, tendo em vista o número excessivo e cansativo das horas das aulas práticas e teóricas nas autoescolas, além da difícil jornada para se conquistar a habilitação definitiva nos exames do DETRAN.

É importante lembrar ao leitor e, principalmente, aos infratores, que estacionar o carro em cima da calçada é considerado infração grave, correspondendo a cinco pontos na carteira de motorista, mais o valor da multa de R$195,23, que provocará a remoção do veículo, se for o caso, conforme o artigo 181, inciso VIII, da Lei 9503/97. Logo, não adianta chorar, tendo em vista que o bom exemplo sempre gerará bom exemplo, enquanto que a mesma lógica acontece no caso negativo, que é justamente a mentalidade praticada em Rio Bonito nas últimas duas décadas, quando o carro aparenta ser a continuidade do status quor do cidadão ou do pedigree da sua árvore genealógica, mantendo a ideia de que a cidade é um feudo, composto por servos e nobres.

Em tempo, não poderia terminar esta resenha sem exaltar elogios ao operacional do trânsito da Guarda Municipal e ao Prefeito José Luiz Alves Antunes (Mandiocão), uma vez que a Lei precisa ser cumprida, enquanto que a sociedade rio-bonitense necessita passar pelo choque de ordem para compreender o sentido das regras no convívio na coletividade.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Em Tanguá, as autoridades e a sociedade utilizam as redes sociais no combate ao crime

Na terça-feira, 19/04/2017, a 35ª Subseção da OAB/RJ (Rio Bonito, Silva Jardim e Tanguá), representada pelo Dr. Romero Valentim, participou de reunião em novo formato, junto com empresários, autoridades e militares sobre a segurança pública no município de Tanguá, objetivando dar maior dinamismo às questões ligadas à segurança e a ordem pública.

De fato, a reunião foi a materialização da iniciativa adotada pela polícia militar, a guarda municipal, os comerciantes, a Câmara Municipal e outras autoridades, cuja origem se deu por meio do grupo organizado no WhatsApp, utilizando as redes sociais como uma ferramenta de informação e cooperação no combate à criminalidade no município de Tanguá, enquanto que o Comandante da 2ª CIA/PM, Capitão Marcelo, trouxe consigo a coordenação operacional necessária para aumentar a eficiência do projeto no operacional cotidiano e nas redes socais.

A inserção da OAB traz o suporte do ativismo jurídico e da ampliação da cidadania ao grupo, que demonstra potencial para se tornar o conselho comunitário de segurança pública ou uma associação comunitária, com corpo, alma, substrato e substância para dar maior voz à sociedade dentro das questões relacionadas à segurança pública e aos possíveis choques de ordem.

Por fim, o projeto vai de encontro aos conceitos adotados na comunicação digital, tais como a portabilidade e a construção do sistema de redes e células corporativas e domésticas, que conectam os cidadãos e a sociedade, facilitando a solução e a vigilância dos problemas sociais. No mais, espero que o município de Tanguá consiga desenvolver seus projetos de monitoramento remoto, deixando o município de Rio Bonito para trás nesse tema também, uma vez que as ideias não saem do papel e das promessas dos gestores públicos em relação aos temas pertinentes à pasta da Segurança Pública no lado de cá do rio.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Com a Secretaria de Saúde em suas mãos, Matheus Neto se tornará o sucessor natural do Mandiocão para 2020

Com a condenação da ex-prefeita Solange Pereira de Almeida e seu impedimento legal para ocupar cargos políticos ou prestar serviços à administração pública pelo período de 06 anos, só no primeiro processo, a corrida eleitoral para a ALERJ, em Rio Bonito, ficou limitada ao deputado, Marcos Abrahão, do PT do B, e ao secretário municipal de saúde, Matheus Neto, do PR.

Enquanto a Solange Pereira de Almeida deixa o universo de 12000 eleitores leais, sem o vislumbre do surgimento de uma nova liderança política na sucessão do seu grupo, vejo uma grande oportunidade para o deputado Marcos Abrahão assumir tal posição. O problema é que somente a Solange consegue manter o grupo unido e focado, enquanto que a manutenção do seu exército eleitoral é cara, tanto para os políticos quanto o erário público. Assim, mesmo com a aproximação e o apoio do deputado estadual Paulo Melo, Marcos Abrahão precisará apresentar seu diferencial perante à opinião pública, caso ainda deseje continuar na disputa eleitoral para o cargo de prefeito em 2020.

Para potencializar a dificuldade estratégica do Marcos Abrahão para 2020, o sistema deixa bem claro e evidente a diferença existente entre os cargos de secretário municipal da saúde e o de deputado estadual na ALERJ, tendo em vista que Matheus Neto está aproveitando cada segundo e cada oportunidade para se colocar em cena, ficando com a evidência maior que o próprio prefeito Mandiocão e a vice-prefeita Rita da Educação. Por exemplo, na última sexta-feira, 17/03/2017, enquanto o deputado Marcos Abrahão colocava o folder digital na sua página oficial no Facebook, Matheus Neto se fez presente na logística da vacinação para a imunização da população contra a febre amarela, com direito à fotografia e pose com os cidadãos e simpatizantes do governo.

Por fim, ficou uma coisa muito nítida desde o primeiro dia do governo José Luiz Alves Antunes: – Matheus Neto amadureceu na gestão e no trabalho da sua própria imagem, tornando-se o sucessor do prefeito perante a opinião pública. Assim, caso ele não consiga ingressar como deputado na ALERJ, haverá confronto dentro do governo para as próximas eleições municipais, uma vez que a vice-prefeita, Rita da Educação, tem a aprovação e o apoio da maioria dos empresários, enquanto que o Matheus Neto está concentrando toda a atenção da opinião pública em si, convertendo as ações do governo em bônus para sua aprovação popular e consecutiva ascensão política.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Conheça o Esperança Futebol Clube e parte da história de Rio Bonito

16601972_1710927212531013_6868086610252758620_oHouve um momento histórico no desenvolvimento das cidades e de alguns bairros na américa latina, que a bandeira do time do futebol local era construída junto com os mercados, o comércio e a tradição, sendo incorporada como símbolo de toda comunidade. Para esses lugares, o futebol era muito mais que a união das pessoas para jogar bola e participar das competições, porque acabaram virando um estilo de vida, que se transporta no tempo, passando de uma geração para outra.

Em Rio Bonito, o processo não foi muito diferente do modelo supramencionado, enquanto que a disputa dos times também transportava as características dos seus respectivos bairros e diretorias, através das torcidas e dos patrocinadores.  Muitos se lembrarão da época áurea do Rio Bonito Atlético Clube, do Motorista F.C., do Castelo F.C. e do Cruzeiro Futebol Clube. Todavia, iremos para o dia 17/05/1931, quando o Esperança Futebol Clube foi fundado oficialmente por sua diretoria e sócios, representando o interior de Rio Bonito, com suas cerâmicas, lavouras e a criação de gado, na LRD (Liga Riobonitense de Desportos), conquistando, no futebol de campo, o bicampeonato Riobonitense de 1977 e 2009, a Copa Rio Bonito de 1980, o Torneio Início em 1963, Campeonato Riobonitense (Juniores) 1989 e o Tricampenato Riobonitense Juvenil de 1980, 1993 e 1995. No futsal (Futebol de Salão), o time conquistou o Campeonato Geral Riobonitense 2010, os Campeonatos Sub 7, 11 e 13 de 2010, a medalha de bronze no Sub 9 de 2010, Sub 7 e 9 de 2011, e 3° lugar no Indústria e Comércio Futsal Feminino de 2011.

Simplesmente, o Esperança Futebol Clube construiu sua história de vitórias e competições junto com a de Rio Bonito, conquistando seu lugar no Hall da Fama e Campeões. Se você deseja saber mais sobre o time, visite sua página no facebook (clique aqui), pesquisando, contribuindo e compartilhando.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Fátima Mendonça garantiu a continuidade na Comunicação Social do Município de Rio Bonito

Fátima Mendonça, ex-secretária municipal de comunicação da PMRB.

Fátima Mendonça, ex-secretária municipal de comunicação da PMRB.

Na concorrência existente entre os grupos políticos, em suas entradas e saídas do governo, os arquivos dos computadores são delatados, alguns documentos desaparecem e os protocolos da transmissão do poder são passados de um prefeito para outro, através da solenidade da entrega das chaves, que a ex-prefeita não o fez em 2017, incluindo a transição. Só quem acompanha os bastidores do governo e do serviço público entenderá a complexidade de se começar um governo em Rio Bonito, com ou sem transição, porque é preciso ter muita dedicação e conhecimento de rede para juntar as peças do quebra-cabeça administrativo para reorganizar e colocar as coisas no seu devido lugar, mesmo com a existência das secretarias municipais de planejamento e gestão pública, porque a Prefeitura está na idade da pedra, quando o mundo se encontra globalizado e na era digital.

Fazer a comunicação social de uma organização pública não é uma tarefa fácil, principalmente, tratando-se da PMRB (Prefeitura Municipal de Rio Bonito), com sua diversidade nas secretarias, departamentos e setores logísticos e administrativos, enquanto que suas funções vão muito além da construção das resenhas e da assessoria de imprensa, uma vez que a secretaria de comunicação social é responsável pelas relações públicas, pelo endomarketing e marketing, o trabalho da imagem institucional perante a sociedade civil, pelo cerimonial na recepção das autoridades nos eventos públicos, sendo-lhes abertos ou fechados, e pelas pesquisas da qualidade de satisfação do cliente (cidadão), o que deveria incluir o serviço da ouvidoria.

Mas, num circuito descontrolado, onde o caos parece imperar, vislumbrando tradicionalmente sabotar os governos sucessores, a ex-secretária de comunicação, Fátima Mendonça, teve a postura ética e coerente de transferir o site do Município de Rio Bonito, com seus protocolos de acesso e as redes sociais, priorizando o Facebook, o Twitter e o Youtube. Ela seguiu os princípios da continuidade, da eficiência e da impessoalidade, que são partes dos pilares que definem a gestão pública. Ela não se apropriou da coisa pública, mesmo que fosse virtual, transferindo parte do capital do conhecimento e da informação, incluindo a complexa carteira dos contatos digitais, ao atual governo. Embora a postura da ex-secretária pareça óbvia ao leitor e ao cidadão, ela se torna latente pelo simples fato de que não houve tal reciprocidade em 2013, quando a tradição gestora da transmissão foi realizada, também, sem transição.

Por fim, o conhecimento institucional da PMRB não pode ficar retido nas mãos de um grupo político, porque seu patrimônio é dos riobonitenses e de toda a humanidade. A Fátima Mendonça compreendeu o tamanho da sua responsabilidade e se manteve fiel ao conceito filosófico e arquitetônico da secretaria de comunicação, materializado em seu planejamento estratégico. Assim, espero que o atual governo tenha a mesma postura ética, quando for transferir as chaves e os protocolos do Município, porque alguém tem que dar o primeiro passo e servir de exemplo positivo para as futuras gerações.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Marcos Abrahão expõe a máquina pública ao se comprometer com os servidores

Depois da resenha sobre o compromisso na materialização do plano de cargos e salários dos servidores municipais, firmado por termo em cartório, pelo candidato Marcos Abrahão, tenho visto as pessoas questionarem a abordagem do deputado, recebendo, inclusive, várias mensagens pelo facebook e whatsapp, questionando o mecanismo. Assim sendo, tentarei esclarecer a opinião pública sobre a situação, tendo em vista as falhas na comunicação social dos grupos políticos.

Na visão jurídica, o termo firmado em cartório vincula o compromisso do candidato com a sociedade, a opinião pública e as categorias que compõem os quadros dos servidores públicos municipais rio-bonitenses. Eles poderão usar o mecanismo como base jurídica, vislumbrando a cobrança e o cumprimento, caso não seja materializado pelo candidato, uma vez eleito neste pleito. Precisamos compreender que bastaria a menção no Plano de Governo para que o plano de cargos e salários fosse considerado na campanha, principalmente, quando os outros candidatos não se comprometem publicamente sobre esse tema, entre outros. Todavia, depois dos planos de governos nas campanhas generalizadas, que são ignorados e esquecidos pelos seus proponentes. O termo de compromisso traz mais transparência ao candidato e à opinião pública.

Na visão gestora e administrativa, tenho visto a abordagem da oposição e, inclusive, de alguns representantes da categoria dos servidores públicos se manifestarem nas redes sociais e nos eventos do cotidiano, afirmando que o assunto necessita do estudo e da análise do impacto orçamentário, mencionando a situação do Município de Cabo Frio, como exemplo. Bem, esse tipo de comentário me causa estranheza, tendo em vista que já foram realizados dois estudos para a implantação do plano de cargos e salários na esfera municipal. O primeiro foi no último mandato do Mandiocão, que preferiu não aplica-lo na época, porque isso acabaria com o poder político da barganha com os cargos comissionados e os contratos, uma vez que seria necessária a redução dos mesmos em 50%, pelo menos, para que o Município pudesse fazer os ajustes e controlar os impactos orçamentários no futuro distante.  No caso da Solange Pereira de Almeida, o plano de cargos e salários continuou engavetado pelos mesmos motivos. Todavia, o mais interessante no pacote dos comentaristas de plantão é o fato de que os mesmos exerceram ou ainda exercem funções comissionadas dentro da municipalidade, transformando o tema numa briga de braço entre os grupos políticos, enquanto que é o servidor público o maior prejudicado pela história toda.

Precisamos atentar para o fato de que o Município de Cabo Frio materializou seu plano de cargos e salários com louvor, tendo em vista que sua arrecadação era elevadíssima, em função dos royalties do petróleo. Todavia, com a crise do petróleo, o mal holandês e as novas regras dos royalties, Cabo Frio não acreditou no cenário econômico que estava senado construído, com o anúncio antecipado de 05 anos, deixando de prospectar novas fontes de arrecadação ou de investir no desenvolvimento de outros setores produtivos em seus domínios, incluindo o próprio turismo.

No caso de Rio Bonito, nossa estimativa na arrecadação anual está na casa R$228 milhões, que são, em média, de R$16 milhões a R$19 milhões por mês. Pela ignorância gestora ao longo dos últimos 30 anos, a cidade perdeu considerável parte da sua população para os grandes centros, perdendo força nos seus indicadores sociais e econômicos, interferindo diretamente no cálculo dos royalties do petróleo, limitando tal receita aos pequeninos R$600.000,00 por mês. Logo, a situação do Município de Cabo Frio e de todos os municípios da Região dos Lagos é totalmente diferente daquela que se enquadra Rio Bonito.

Por fim, os políticos fazem saltos quânticos nas folhas de pagamento no penúltimo e no último ano do governo, às vezes dobrando ou triplicando os gastos com os recursos humanos, vislumbrando a manutenção dos seus exércitos políticos, quando deveriam valorizar a máquina pública, investindo nos servidores municipais, incluindo os médicos, enfermeiros e professores. Assim, o problema do plano de cargos e salários dos servidores sai da seara científica e jurídica, transformando-se numa questão ética, moral e ideológica, colocando os próprios servidores públicos no conflito, em nome das gratificações e das comissões, vislumbrando a incorporação dos 10% em seus salários, a cada ano trabalhado, criando o contraste dos supersalários aos apadrinhados, condenando o resto da categoria ao ostracismo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Foi dada a largada na campanha eleitoral, tendo as redes sociais como palanque

Hoje, dia 16/08/2016, terça-feira, foi dada a largada no período eleitoral, que durará 45 dias, enquanto que despertei ao som do jingle do candidato a vereador Reis. Espero que os candidatos tenham bom senso e não comecem a poluir nossa cidade sonora e visualmente, tendo em vista que esse tipo de propaganda tem o efeito contrário, afastando o eleitor do candidato.

Os principais candidatos a prefeito já ingressaram com suas respectivas candidaturas na Justiça Eleitoral, tais como Mandiocão, Nº 11 do PP, Marcos Abrahão, Nº70 do PT do B, e Marquinho Luanda, Nº 15 do PMDB. Pela regra jurídica, os processos serão enviados ao Ministério Público Eleitoral para a análise, seguindo para o Magistrado Eleitoral para a decisão.

Considerando a reprovação das contas do ex-prefeito na Câmara Municipal, a lógica indica que haverá uma chuva dos pedidos de impugnação por parte das equipes jurídicas dos partidos e das coligações, que se basearão no cumprimento da Lei da Ficha Limpa.

Por fim, tanto o Marcos Abrahão quanto o Marquinho Luanda já apresentaram seus vídeos de inauguração das campanhas, utilizando a força das redes sociais e dos dispositivos móveis em suas estratégias. Todavia, espero ver muitos planos de governos, propostas e ideias por parte dos candidatos, cujas tendências indicam que deverão focalizar temas complexos tais como a educação, saúde,  segurança, cultura, turismo, IPREVIRB, controle interno e mercado de trabalho, com soluções viáveis na geração de emprego e renda.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior