Posts

dsc_3673

Estrela Cadente

Não sou herói.

Não trouxe a paz para Israel.

Não encontrei a cura para qualquer doença.

 

Não segurei a dor que corrói.

Também não me considero um bom fiel.

Salvo a fé cega depositada na ciência.

 

Não fiz muita coisa produtiva.

Mas matei um leão todos os dias

Para manter minha família unida.

 

Para muitos, isso é pouco.

Para mim já é o bastante.

 

Quanto menor for o peso no lombo,

Meu passo será mais largo e distante.

 

Assim, como o dedo que aponta a criança,

Alcançarei a calda daquela linda estrela cadente.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Rio Bonito, 31 de julho de 2018.

desempregado1460463719

Com 50 anos, sou velho demais para o mercado de trabalho e novo demais para me aposentar

O mercado de trabalho está, literalmente, aumentando o abismo entre as gerações X, Y e Z, tanto na profundidade quanto na largura. Enquanto a geração X (Baby Boomers), que focaliza a estabilidade no trabalho e as garantias para o futuro, mantendo-se na normalidade, busca trabalhar no mesmo lugar a vida inteira, as gerações Y e Z focalizam os empregos que permitem a obtenção dos salários mais elevados, mas que permitem os empregados aproveitarem mais a vida pessoal. Logo, no equilíbrio entre os binômios EMPREGO x VIDA PRIVADA, o mercado acaba se ajustando aos salários cada vez menores, diante do excedente dos profissionais que é lançado a cada semestre no mercado de trabalho, aumentando o exército de trabalho reserva, que é composto pelas pessoas que estão capacitadas, mas que não foram absorvidas no trabalho formal. Assim, no final do mês, o contracheque aparece com os descontos legais e o salário pequeno, com as armadilhas dos benefícios e dos prêmios da produtividade, que não são incorporados nas obrigações trabalhistas, aumentando o lucro do empregador e alimentando a ilusão do empregado.

No exercício do trabalho de gestor, tenho notado a tendência das empresas em contratar as pessoas com menos de 50 (cinquenta) anos de idade, alegando a racionalização das rotinas, através da contratação dos empregados com a idade entre 25 a 40 anos de idade, que já vem com os cursos de capacitação, atualização e idiomas já inclusos nos seus currículos, diminuindo os custos com o treinamento e o desenvolvimento dos talentos. Todavia, a questão é: – Por que não contratar os funcionários com a idade compreendida entre os 40 a 50 anos de idade, com as mesmas atualizações, cursos e a experiência pessoal e profissional? – A resposta é simples, tendo em vista que o mercado quer sugar o máximo desta geração, não tendo que pagar pela reposição da mão-de-obra nos casos das licenças para tratamento da saúde, que, conforme as estatísticas, são muito maiores a partir dos 45 a 50 anos de idade, enquanto que os custos aumentam astronomicamente, a cada década adicionada na fórmula.

O Brasil está caminhando na contramão da Europa, Canadá, Israel e EUA, tendo em vista que estas sociedades valorizam a experiência e já possuem a política pública madura vislumbrando a manutenção da mão-de-obra idosa, tendo em vista que seus sistemas previdenciários são mais justos e equânimes, enquanto que a consciência social do trabalhador objetiva a noção do trabalhar continuamente, para garantir o padrão e o complemento econômico do lar.

O Trabalhador com 50 anos de idade precisará de mais 15 anos, em média, para se aposentar, se for do sexo masculino, e 05 anos no caso do sexo feminino. O que eles farão para sobreviver até o preenchimento dos quesitos da aposentadoria, no modelo atual? Em tempo, há outro indicador social muito interessante, tendo em vista que tem se tornado um padrão o jovem ingressar no mercado de trabalho formal com 30 anos de idade, uma vez que sua primeira década de trabalho se materializou na informalidade, nos estágios ou nos contratos temporários, o que lhe dará a média de 15 anos a 20 anos de trabalho garantido, até o empregador decidir que seu trabalho está caro, transformando o trabalhador numa sucata aos olhos da liquidez e do lucro.

Por fim, eu não tenho dúvida que o caminho para solução do problema supramencionado está na educação financeira, na economia doméstica e no incentivo no empreendedorismo, objetivando transformar o desempregado no seu próprio patrão, atendendo aos anseios das gerações Y e Z.  Na atualidade, já existem profissionais capacitados para prestarem a consultoria ou o coach (treino), na busca das soluções aos problemas do cotidiano, com custos baixos e que se encaixam no orçamento doméstico, tanto para os empregados, empresários e desempregados. No final, a solução do problema individual se transformará na rede das respostas, que suprirão a sociedade inteira.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Gestor em Recursos Humanos

Tel: (21)98829-2915 / E-mail: consultoria@nadelson.com.br
A Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição e a noite riobonitense.

O Melhor de Rio Bonito para os investidores estrangeiros

Trajeto Rio Bonito x Gávea - Aérea dos investidores.A pequena cidade de Rio Bonito, inserida recentemente na região metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, ainda mantém as características do interior, primando pela qualidade de vida no estilo artesanal, aproveitando a beleza e o recanto de sua natureza, através da diversidade de sua fauna, flora e da riqueza hídrica.

Com a área correspondente a 456,45 Km², a população computada pela estimativa de 57.615 habitantes e o IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) calculado em 0,710, o Município de Rio Bonito foi divido em 03 distritos, sendo-lhes o Centro, Basílio e Boa Esperança, apresentando sua expressão econômica na agropecuária, embora suas forças produtivas e meios de produção estejam focalizados nos serviços, demonstrando que o riobonitense ainda possui muito potencial e terra produtiva para alavancar sua economia, através do pequeno produtor rural e do turismo ecológico.

O Município de Rio Bonito encontra-se, literalmente, no centro do Estado do Rio de Janeiro, sendo cortado pelas rodovias BR-101 e a RJ-124 (Via Lagos), o que lhe permite a instalação das indústrias de base e do setor da logística terrestre, aérea e marítima, por estar próximo do litoral e da região serrana, enquanto que se encontra a 76 km da capital, cujo percurso terrestre dura em média 58 minutos. Outrossim, considerando o deslocamento aéreo numa linha reta, a cidade fica a 63 Km dos principais empreendimentos do nosso Estado, fazendo fácil triangulação com Cabo Frio e Macaé.

Com as pedalas fiscais, a má gestão governamental no Estado do Rio de Janeiro e no Município de Rio Bonito, cumulados com as commodities e a crise mundial do petróleo, a arrecadação municipal despencará dos R$228.000.000,00, em 2016, para R$180.000.000,00  em 2017, enquanto que a máquina pública necessitará fazer cortes e compensações de um lado, além de ter a obrigação de constituir um plano econômico para gerar novas receitas, através da criação das novas empresas e vagas de trabalho, do outro. Assim cada pessoa empregada, corresponderá a novas receitas no futuro, além da diminuição do peso do desemprego.

A verdade é que todos os políticos e até mesmos os empresários estão pensando a política pública de forma errada, tendo em vista que todos os envolvidos querem encontrar a máquina pronta para sangrá-la na economia local ou regional, quando, na realidade, ninguém apresentou, até a presente data, um modelo, sequer, do projeto que prospectasse novos empreendimentos e gerasse novas receitas.

Por fim, os russos, chineses, alemães, israelenses, árabes e canadenses estão investindo no Brasil e no COMPERJ nesse exato momento. Por que não oferecermos aquilo que temos de melhor aos investidores estrangeiros? – Assim, espero que esse texto se propague pelas redes sociais e pela internet, no intuito de chamar a atenção de algum grande investidor chinês, russo, alemão, israelense, árabe ou, até mesmo, brasileiro, focalizando a instalação dos seus negócios na nossa cidade, para que Rio Bonito, Tanguá e Silva Jardim voltem ao ritmo do crescimento econômico das décadas já esquecidas na história do Brasil República e do Brasil Império.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

consultoria@rbempregos.com.br

brasil2_38

A ideologia do PT comprometeu a estabilidade do REAL e o crescimento da economia

O Brasil idealizou o MERCOSUL, construindo as bases econômicas, políticas e diplomáticas entre as nações. Lembro-me que o LULA, durante sua gestão, tinha idealizado instalar o complexo petroquímico em Cuiabá, para atender os países vizinhos de um lado, além de intensificar o desenvolvimento da reigão centro-oeste, norte e nordeste do outro, construindo uma rede ferroviária e portuária, cuja logística valorizaria o Rio Amazonas e o litoral brasileiro no Maranhão, Piauí e Rio Grande do Norte. O objetivo final era constituir uma rede logística do transporte de cargas e dos derivados de petróleo entre a Venezuela, Bolívia, Colômbia e Argentina, estendendo sua potencialização ao Peru, Equador e Chile.

Mas, os olhos ideológicos daquela gestão desejavam ir além, objetivando a fusão entre a Petrobrás e a PDVSA, para que nascesse o terceiro maior gigante produtor de petróleo e com a tecnologia da prospecção do petróleo em águas profundas. Agora, os leitores compreenderão os motivos que levaram ao apoio do LULA ao governo ditatorial de Hugo Chavez, disfarçado de democracia. Também entenderão os motivos que levaram a presidente Dilma Rousseff a ignorar as denúncias de torturas, homicídios, quebra dos direitos políticos e civis dos cidadãos venezuelanos.

Só que o PMDB, que era o partido de centro, enquanto que não existia qualquer hipótese de se administrar o país, sem o apoio deste partido, que detém a maioria das cadeiras e consegue articular as coalizões internas no Congresso Nacional, decidiu apoiar a instalação do complexo petroquímico, desde que fosse no sudeste, no Estado do Rio de Janeiro, em área neutra à condição das estratégias nacional e regional. Assim, surgiu o COMPERJ e sua instalação em Itaboraí, quando deveria ser na área entre Macaé e Campos dos Goytacazes, onde está a maior parte da logística da prospecção do petróleo. No final, o PMDB e o PT optaram por uma região sem sentido, para não aumentar a força política de Anthony Garotinho, que tem pretensão em ser o presidente da república.

A mudança nos planos com relação ao Complexo Petroquímico, alterava considerável parte do plano continental idealizado pelos governos andinos e o governo brasileiro. Mas, o Brasil ainda tinha e tem uma grande vantagem, que é sua extensão continental e a moeda mais estável da américa do sul.

Ao longo dos últimos 20 anos, o Brasil tem carregado, literalmente, a Argentina, Bolívia, Uruguai, Paraguai e Venezuela nas costas, criando um universo de regras alfandegárias, que facilitavam a vida das economias vizinhas e sobrecarregavam a economia interna brasileira. Todavia, havia uma lógica, que não foi aplicada até a presente data: – A ideia era transformar o REAL numa moeda internacional alternativa ao dólar, para circular em todo continente. O problema é que as bolhas imobiliárias e econômicas explodiram de um lado, enquanto que o MERCOSUL ficou discutindo quem poderia ou não participar do clube do whisky. Em suma, se analisarmos o governo Dilma Rousseff com a profundidade necessária, veremos que a mesma não deu continuidade às estratégias iniciais pelo seu mentor, LULA, como, muito menos, priorizou as necessidades econômicas internas e externas, transformando o Brasil num país que empresta dinheiro às nações regidas por governos ditatoriais na África e na América do Sul, enquanto que buracos foram criados no fluxo de caixa do tesouro nacional.

Em suma, a amizade e a identidade ideológica da atual presidência da república promoveu a aproximação do governo brasileiro aos governos de esquerda, quando a nação é tradicionalmente de direita. A amizade com a Venezuela está custando caro para os brasileiros, além de ter afetado toda a logística nacional e internacional. Por outro lado, a vitória de Macri na Argentina, bem como suas ações não ortodoxas, deixaram o Palácio do Planalto com as calças na mão, tendo em vista que a Argentina decidiu se afastar da política cambial, direcionando sua energia para a economia e a política interna. Em contrapartida, Macri sinalizou ao governo israelense que quer aproximação e participar da comunidade tecnológica, bem como afastar-se de qualquer estrutura que tenha vínculo com a esquerda.

Por fim, se o Governo Brasileiro não sentar no divã, para repensar suas estratégias, a Argentina demonstra que poderá assumir a liderança econômica no continente sul americano, transformando o Brasil num ator coadjuvante, enquanto que a internacionalização do Real seria a alternativa para compensar os fluxos da balança comercial, mesmo com os riscos do mercado.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

din_bra_uru63

O pai da inflação é o governo, enquanto que a mãe é a calamidade

O governo brasileiro está tão alucinado, que só falta tributar o oxigênio que respiramos e o número dos batimentos cardíacos por minuto dos cidadãos. O combustível sofreu três reajustes nos últimos 12 meses. A energia elétrica idem, sendo que o maior impacto foi na tributação e não no consumo.

O governo afirma que quem cria a inflação é o empresário, quando aumenta os preços. Todavia, isso não é verdade, tendo em vista que quem cria a inflação é o governo, quando emite mais notas da moeda no mercado, bem como eleva as taxas, impostos e tributos, incluindo, o aumento dos combustíveis, tendo em vista que a PETROBRÁS é uma empresa estatal. Logo, a bola de neve da inflação está tendo impacto na classe média e nas classes mais pobres, que não possuem ferramentas legais para transferirem parte ou todo peso tributário a outrem.

Em suma, se o Presidente da República, os Presidentes do Senado, da Câmara dos Deputados, das Assembleias Legislativas, das Câmaras dos Vereadores, bem como os governadores e prefeitos, fizessem o dever de casa, administrando a máquina com eficiência, demitindo os comissionados improdutivos e estabelecendo metas de produtividade, eficiência e consumo para as autarquias e departamentos públicos, simplesmente, sobraria dinheiro todos os anos, enquanto que não seria necessário fazer os ajustes financeiros e econômicos, como muito menos, desviar o dinheiro da previdência social, do pagamento dos servidores públicos e terminar de sucatear a educação e a saúde pública.

Para piorar, o salário mínimo é corrigindo, sempre abaixo da inflação real. Logo, está difícil manter essa máquina pública, que só suga o cidadão, sem dar retorno social e infraestrutura à sociedade.

Por fim, a política que deveria ser a cura para os problemas sociais e econômicos do Brasil, se tornou a doença, que precisa ser erradicada. A questão é: – Como, tendo em vista que os políticos querem se perpetuar no poder, com os salários e vantagens? Eles estão desconectados da realidade. O mundo do cidadão não possui as mesmas regras dos políticos. Logo, precisamos conhecer a experiência da gestão pública e da política em Israel, na Suécia, Suíça, Finlândia ou no Canadá.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Russian President Vladimir Putin heads the Cabinet meeting at the Novo-Ogaryovo presidential residence outside Moscow on Wednesday, March 5, 2014. (AP Photo/RIA Novosti, Alexei Druzhinin, Presidential Press Service)

A Rússia se posiciona como a alternativa bélica e econômica contra o ocidente

Vladimir Putin, presidente da Rússia, fez uma grande jogada essa semana, quando a inteligência do país divulgou sua lista de prevenções e segurança, colocando os Estados Unidos da América no topo da lista das ameaças.

Embora pareça óbvio para todos, depois das décadas da Guerra Fria, a transparência no relatório posiciona a Rússia como a potência líder do bloco dos países que odeiam o estilo de vida ocidental. Assim, teremos a maioria das ditaduras localizadas no norte e no centro da África, bem como dos países no Oriente Médio, e na Ásia. No continente americano, teríamos a Venezuela, a Bolívia, o Equador, o Uruguai e um ponto de interrogação no Brasil.

Putin definiu sua posição publicamente, e se apresentou como uma espécie de símbolo ou de inspiração ao bloco econômico e global, que existe há décadas, sem líderes expressivos, mas com muito ódio e petróleo para negociarem.

Por fim, olho a tensão no Oriente Médio com a mais profundidade nesse momento, porque o Irã recebeu a saudação indireta do Putin, enquanto que a Arábia Saudita tenta evitar o conflito, que nunca lhe pertenceu na realidade.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

telefone-antigo-retr-vintage-dlg-vermelho-906501-MLB20348763884_072015-F

O Telefonema de Deus

Objetivando afastar a hipótese do início da terceira guerra mundial, o Papa Francisco conseguiu marcar uma audiência direta na Assembleia das Nações Unidas, contando com a presença do Presidente dos Estados Unidos da América, da Rússia e da China. Com a abertura dos trabalhos, o Papa Francisco atentou para o fato de que o mundo precisava de comida, água e energia. Entretanto, acima das necessidades materiais, era imperativo mais cooperação entre as nações do mundo, e maior humanização  e respeito entre os seres humanos. Somente assim, o Homem conseguiria afastar o fantasma da guerra, da fome, da doença e da pobreza material e espiritual.

Antes da reunião oficial na assembleia, os líderes não alcançavam um coeficiente comum entre os interesses das suas respectivas nações. A guerra parecia inevitável, incluindo o fim dos dois terços da humanidade ao longo da próxima década. Todavia, enquanto Barak Obama falava em tom alto pela manutenção da OTAN, Vladimir Putin já estava preparado para mandar fechar o registro dos dutos de gás no Kosovo e na Macedônia.  Xi Jinping pretendia liberar mais barris de petróleo no mercado asiático, para provocar o aumento da oferta e a queda do preço do barril de petróleo. Do nada, os telefones vermelhos tocaram juntos, enquanto que os respectivos assessores se aproximaram de cada autoridade dizendo: – Senhor, a ligação é urgente. Os líderes olharam, desconfiados, uma vez que as pessoas mais importantes do planeta estavam naquela sala. E perguntaram aos seus respectivos assessores: – Quem é? Os assessores responderam imediatamente: – Deus. Todas as autoridades se direcionaram aos seus respectivos telefones vermelhos, e ficaram por lá por alguns minutos, somente escutando. Logo após algum tempo, eles colocaram os telefones vermelhos no gancho e retornaram aos seus respectivos assentos, sincronicamente. Eles se olhavam, enquanto que não sabiam  como prosseguir com a reunião, quando Xi Jinping explanou: – Se não deixarmos nossas diferenças de lado… Continuou Putin, com a frase: – O peso do fim da humanidade estará sobre nossos ombros. Obama completou o restante do período: – O que fizermos hoje, selará o destino de todos. Dai por diante todas as autoridades falaram a mesma frase, ao mesmo tempo: – Se não fizermos o certo, Deus não terá misericórdia. Não haverá nem vencedor ou vencido. Somente a destruição dos ímpios.

A Assembleia da ONU anunciou o início do trabalho conjunto entre os Estados Unidos da América, a Rússia e a China. Todos estavam determinados a compartilharem recursos e tecnologias para o restante do mundo.  As fronteiras ideológicas estavam se dissolvendo diante das soluções, uma vez que nascia o primeiro governo mundial.

Embora seja uma crônica, o telefone vermelho está tocando constantemente para as nações do mundo e suas respectivas autoridades atenderem e escutarem. Todavia, a ganância e a cegueira da cobiça não permitem que a humanidade pare para escutar a natureza e os chamados dos nossos vizinhos celestiais.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

seudinheiro-brasil-esta-em-crise-635x396

Com otimismo, o Brasil só sairá da depressão econômica em 2019

Como o brasileiro pode fazer meta para 2016, recebendo salário mínimo e pagando impostos diretos e indiretos na proporcionalidade superior aos 33% do seu ganho mensal? – Só com milagre, crediário nas Casas Bahia e muita sorte, para que nada aconteça de extraordinário entre uma compra e outra. Embora pareça estranho o raciocínio, foi justamente nessa lógica de consumo que o Brasil se manteve nos últimos 20 anos, tratando-se da economia interna e do Bolsa Família.

O Brasil não pode abrir mão do bolsa família, mesmo com as pedaladas fiscais, tendo em vista que a indústria registrou o índice de regressão em 8%, enquanto que o governo assumiu a inflação, nos últimos 12 meses, em 10,72%, com a estimativa do aumento progressivo em 6,5% para 2016, se as metas forem atingidas de um lado, e os Estados e Municípios economizarem do outro. Todavia, os especialistas já calculam uma prévia de 33 meses de crise, considerando a intervenção do Banco Central a cada trimestre. Logo, os 6,5% de inflação, possivelmente, fecharão em 12% até dezembro de 2016, salvo o fato de acontecer um milagre na balança comercial, batendo SUPERÁVIT a cada trimestre, o que exigiria a injeção de mais dólares americanos por parte do governo, que ocasionaria uma nova sequência das pedaladas fiscais, objetivando conter um buraco de um lado, criando outro na dívida pública interna.

Em suma, a tendência do mercado é piorar, enquanto que ainda há muita água para chegar ao fundo do poço. A situação econômica se intensifica, quando o governo, depois de elevar a alíquota dos impostos, concede o aumento do salário mínimo nacional, aumentando a carga tributária e trabalhista das indústrias, que já estão pagando a conta por parte dos combustíveis, dos fretes e da energia. Enquanto que o governo assume a inflação de 10,72% em 2015, que serão 17,22% com a sequência em 2016, o mercado interno está encolhendo sua fatia do lucro na produção e na competitividade nacional e internacional, sofrendo com a inflação real superior aos 22% nos últimos 12 meses. Logo, a única alternativa da indústria e do comércio é demitir, para compensar o fluxo de caixa, focalizando a sobrevivência tributária.

Para agravar a situação, considerando a carga trabalhista e os impostos diretos e indiretos, a indústria e o comércio estão levando a facada média de 38%, se igualando aos índices tributários dos países com a melhor qualidade de vida do mundo, tais como a Suécia, a Noruega e a Suíça. Em suma, seguindo a linha da desigualdade tributária, onde a classe média e empresarial bancam o sistema para que os milionários e os assalariados paguem nada ou muito pouco, o governo deixará de arrecadar mais, por causa da alíquota aplicada na economia. Se a política interna focalizasse o emprego e a participação proporcional em todos os níveis de rendimento, o Estado poderia reduzir a média da alíquota dos impostos no teto máximo dos 22%, proporcionando maior incentivo na geração das novas frentes do trabalho formal, deixando a economia interna compensar e investir em si mesma, através do fluxo do capital. Entretanto, a ortodoxia política e governamental jamais praticaria tal mecanismo, porque a tradição brasileira se baseia na elevação das alíquotas para aumentar a receita, sem cortes nos Ministérios, Secretarias e departamentos públicos. No Brasil, a meta da eficiência tem lógica contrário ao restante do mundo, pois o departamento que é eficiente, fazendo o máximo com o mínimo, sofrerá cortes no orçamento no ano seguinte.

Por fim, em 2016, a fila do desemprego aumentará por culpa do governo e da sua estratégia econômica e financeira, que liquida o país para o investidor estrangeiro ficar mais rico e com pouco risco no mercado. O problema é que não basta injetar dólares americanos do tesouro no mercado para atrair a caça, quando o mercado é o resultado dos indicadores de liquidez, eficiência, remuneração, lucro bruto e líquido das empresas.  A lógica do governo funcionou por 12 anos, com a PETROBRÁS em alta, a Vale liderando o mercado da mineração, além das obras superfaturadas das Olimpíadas e da Copa do Mundo de 2014. O problema é que o mercado nacional não possui empresas de peso para apresentarem os indicadores atrativos para investimento, com exceção da AMBEV, FRIBOI, ITAÚ e BRADESCO.

A solução do governo será compensar a fila do desemprego, ampliando o suporte do Bolsa Família, aumentando o exército dos dependentes, seguindo a mesma lógica com os refugiados. Com otimismo, a economia só se estabilizará em 2019, com a indústria e o comércio se arrastando para sobervevirem às falhas na gestão por parte dos nossos governantes. Ironicamente, só ganhará dinheiro, quem tem muito capital para investir, principalmente no ramo do agronegócio e na indústria bélica e da defesa, cujos setores estão em desenvolvimento no Brasil, materializando acordos com a China, Estados Unidos, Suécia, Israel e Panamá.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

OIRp7119565

Desejo a todos a alegria do Shabat, no natal e no ano novo todo

Nos festejos natalinos, eu vou na aba dos amigos. Visito o máximo das ceias possíveis, em busca das rabanadas e dos panetones. Com sorte, ainda consigo participar de uma boa conversa.

Não pratico o natal. Mas, admiro a intensidade da sua força na cultura ocidental, unindo famílias e confraternizando as comunidades. Não importa se o fundamento do natal é religioso ou meramente consumista, porque as pessoas ficam felizes. Elas se desarmam duas vezes por ano, para viver algo que é pessoal e,  ao mesmo tempo, coletivo.

Essa radiação começa nos preparos para as ceias e termina na virada do ano. No final, concluo que o convívio familiar e social seriam mais salutares, se o ano todo fosse natal ou fim de ano.

Sinto essa força e energia todo por do sol, quando acendo as velas do Shabat, às sextas-feiras. Na quinta-feira, minha amada esposa bate a massa em família. Colocamos o alimento do sábado no forno, para nos encantarmos com seu perfume. A ceia do Cabalat  Shabat nos conforta, enquanto que insistimos na busca pelo conhecimento.

No por do sol do sábado, realizamos a Havdalá (separação), fazendo as benções para a nova semana que se inicia e a contagem dos dias para o próximo Shabat.

A maior retribuição de toda experiência é poder ver os olhos brilhantes da minha família, com seus rostos serenos. Entretanto, o sabor da realização torna-se maior, quando a fumaça passa por debaixo da porta, apontando que estamos no caminho certo. Não consigo expressar intimidade maior com o Eterno, mesmo que seja no exílio.

Por fim, desejo a todos um feliz natal e um próspero ano novo, cheio de carinho, descobertas e intimidade com o criador.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

lula5

Lula acredita na política. E você?

lula-OlhoApós a análise das mídias sociais e das ruas, eu sou obrigado a concluir que o brasileiro gosta de ter opinião, mas, não tem o hábito da leitura e de pesquisar as origens das informações que lhes são propagadas. Em suma, a imprensa nacional transforma o bandido em herói, enquanto que o herói tem sua imagem marginalizada de forma homeopática. Assim, Ela dá mais relevância à notícia que não tem qualquer sentido, enquanto que àquelas que deveriam ser informadas, considerando o elevado grau de importância, são ignoradas e trancafiadas nas gavetas do esquecimento.

A pobreza e a miséria se acumularam ao longo de um século no nosso Brasil. Devido ao sucateamento da educação pública, a pobreza e a miséria física transmutaram-se à dimensão da consciência individual e coletiva, gerando uma fome intensificada pela ganância, que só se acabará, quando alcançarmos a qualidade de vida da Suiça, Holanda, Bélgica e Israel, tendo em vista que os impostos já ultrapassaram os índices de tais países.  Em suma, considerando o quadro histórico e atual da sociedade brasileira, nos tornaremos canibais da ética e da moralidade, enquanto que àqueles, que resistirem à tendência supramencionada, serão estigmatizados e devorados na cadeia alimentar da economia e da corrupção.

Se o Brasil retornar à virtude, a maioria das empresas e construtoras fecharão suas portas, enquanto que seus executivos prestarão consultoria nos presídios, até que lhes sejam concedidas a “prisão domiciliar”, uma vez que a superlotação do sistema carcerário  já é um problema social e financeiro.

Assisti a última entrevista do Lula, ex-presidente da república, no canal Globo News na semana passada. Ele mencionou uma frase que está me causando reflexões profundas: “A Solução do Brasil está na política, porque no Brasil não se faz nada sem a política.” Essa frase me fez olhar os executivos das empresas como vítimas de um sistema que exige pedágio para que a organização possa trabalhar. Enquanto suas organizações geram empregos e introduzem tecnologias no nosso país, os políticos não agregam valor e ainda provocam o caos cíclico e dialético da miséria, da pobreza, da fome e da ignorância humana.

Por fim, o que mais me assusta é o fato de que Rio Bonito, localizado no Estado do Rio de Janeiro, que participou muito pouco do COMPERJ (Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro), ainda não caiu a ficha de sua sociedade de que o desemprego veio, enquanto que a solução estará na pequena e média empresa, que sempre estiveram aqui e investiram na localidade. O desemprego está batendo a sua porta, porque existem políticos que pedem pedágio e que obrigam as construtoras a lavarem o dinheiro das estatais, para que as mesmas continuem trabalhando.

Terminarei o presente artigo com uma pergunta, considerando que existem milhares de empregos, vidas e famílias em jogo, na decisão e na resposta, incluindo a sobrevivência do seu patrimônio e da sua empresa: – O que você faria, no lugar do Presidente ou do CEO de uma Construtora ou qualquer Empresa, que prestasse serviço ao Governo, diante do sistema dos pedágios e da licitação predatória? – Não estou fazendo apologia à corrupção, mas atentando para o fato de que deveríamos julgar e prender os verdadeiros agentes e culpados pela máquina, que são os políticos, que possuem a imunidade parlamentar e a blindagem do sistema. O próprio Lula deixou bem claro, em sua oratória, que “a solução do Brasil está na política.” Será?


Por Nadelson Costa Nogueira Junior