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Estúdio de Dança Sonharte apresenta Karina Freitas, professora de Ballet e Jazz

Com 06 anos de experiência no ballet e no jazz, a professora Karina Freitas integrou o grupo de dança ministerial amadora por 04 anos, estagiando ballet e jazz por 02 anos com a Carol Rodrigues, no Estúdio de Dança Sonharte e danças urbanas com o professor Marcos Paulo por 01 ano.

Ela também é estudante de fisioterapia, maximizando sua expertise na dança e nas coreografias, aplicando as noções da anatomia e fisiologia humana no desenvolvimento motor dos alunos e no processo criativo coreográfico na dança.
Para Karina Freitas, “a dança é algo que desejo levar consigo pro resto da sua vida, pois é uma linguagem incrível que nos permite expressar o que sentimos através dos movimentos do nosso corpo.”

 

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Por Karina Freitas.

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Delinquência e Glória

Para o poeta não importa

Se a vida é feita de derrotas

Ou se comunga nas vitórias,

Porque, no final do conflito,

Só haverá a glória interna,

Suplantada no teor da conquista.

 

Não haverá troféu ou medalha.

A banda tocará no bar lá na esquina.

As pessoas continuarão no egoísmo de suas vidas,

Enquanto que o artista encerrará com um ponto,

Admirando o âmago da sua escrita,

Declamando cada verso com rima.

 

 

E é assim que se forja a arte na artéria,

Inundando suas lágrimas no quarto escuro,

Tirando de si a grandeza e a delinquência do riso.

O poeta se transforma no júri, nos aplausos e na plateia.

Ele se alimenta de si e da sua abstração intuitiva,

Pois a inovação é a criatividade em movimento.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Estúdio de Dança SONHARTE

Adorei a proposta do Estúdio de Dança SONHARTE, em Rio Bonito

89c15e4ad67a505453f225b203d037f7Em alguns momentos, consigo fechar meus olhos e me desconectar da realidade, retornando à infância, quando morava em Copacabana, e passeava com minha avó na Quinta da Boa Vista para apreciar o melhor da música clássica e da dança, ao som da orquestra sinfônica nacional na execução do Projeto Aquarius.

Minha alma se encantava com a harmonia dos instrumentos de cordas, madeira, metais e percussão, regidos pelo homem que se vestia como pinguim e que tinha o cabelo engraçado, cujo nome era nada mais e nada menos que  Isaac Karabtchevsky. E assim, aprendi a admirar Tchaikovsky, bem como o gosto sofisticado do chá das cinco, acompanhado pela magnífica bomba de creme (eclair à la vanille) da Confeitaria Colombo, que se localizava na esquina entre as ruas Nossa Senhora de Copacabana e a Barão de Ipanema.

Voltando ao presente, ainda me realizo com as experiências da minha filha, que inclinou a vontade de retornar ao ballet e de praticar a arte em movimento, através da dança. Logo, eu entrei no Estúdio de Dança SONHARTE, me encantando com a harmonia das cores e a leveza da sua proposta, que é ensinar a dança através do Ballet, do Jazz e do Hip Hop, conectando o clássico ao contemporâneo. Compreendi, imediatamente, a proposta da professora Carol Rodrigues, que é realizar o sonho de fazer a arte em Rio Bonito, através dos movimentos e das coreografias. Compartilhei, quase que instantaneamente, a ideia, com a mesma intensidade do Projeto Aquarius, do Lago dos Cisnes de Tchaikovsky e do chá das cinco na antiga Confeitaria Colombo.

A arte e a cultura nunca serão demais para o mundo, principalmente, quando se trata de Rio Bonito, que tem tanto para sonhar e realizar. Por tal motivo, carpe diem, “aproveite o dia” e permita-se.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

Estúdio de Dança SONHARTE

Rua Santa Clara, nº 99, centro, Rio Bonito – RJ.

Tel.: (21)99833-6985

E-mail: carolweb_3004@hotmail.com.

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O COMPERJ e as vagas de emprego

O COMPERJ (Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro) se tornou um grande problema para o governo do Estado, o Município de Itaboraí e a própria PETROBRÁS, tendo em vista que desde o projeto rascunhado no papel, o empreendimento foi idealizado como o catalizador de 200.000 vagas de emprego diretas e indiretas, que transformariam a economia de Itaboraí e dos municípios, que fazem parte do CONLESTE, no paraíso do emprego, da capacitação tecnológica e da especulação imobiliária.

De fato, o empreendimento cumpriu parte do seu papel, gerando vagas de emprego e incentivando a construção civil, principalmente, em Itaboraí. Mas, em 2014, quando a PETROBRÁS ficou no olho do furacão da crise política e dos consórcios, com a operação lava jato, as demissões foram em massa, afetando diretamente a vida dos ex-funcionários e de suas respectivas famílias. Não demorou muito para que os efeitos da ausência do capital de giro por parte dos demitidos, bem como das obrigações tributárias junto ao governo, afetassem toda a economia regional, desde a venda no varejo até a venda e o aluguel dos imóveis. Literalmente, o céu estava desabando para a maioria.

Atualmente, o COMPERJ se limitou a 3500 profissionais, cujos 70% são oriundos de outros Estados. Embora a imprensa esteja anunciando, aos ventos, que serão contratados aproximadamente 5500 profissionais, a verdade é que só ocorrerão duas licitações esse ano, referentes à finalização da UPGN e Central de Utilidade, que demandarão, no máximo, 2500 vagas. Todavia, considerando o ambiente econômico e a burocracia estatal, as vagas só surgirão no final do ano, tendo em vista que 2016 tem eleição municipal, paralisando considerável parte dos procedimentos do governo e das autarquias.

O Movimento “COMPERJ, EU QUERO TRABALHAR” representa 55 mil seguidores, que querem e precisam trabalhar. O problema é que, mesmo antes da crise e das demissões, os consórcios atuantes no COMPERJ optaram em migrar a mão-de-obra de outros Estados, deixando de dar prioridade ao trabalhador do Município de Itaboraí. Em suma, embora o contrato da mão-de-obra local fosse um dos quesitos, os mesmos se limitaram aos apadrinhamentos políticos. Todavia, o governo municipal e os órgãos fiscalizadores ficaram inertes, enquanto que muitos empresários e empreendedores da região se dedicaram à construção dos imóveis, focalizando a ajuda de custo das empresas no contrato, que tinha o limite de até R$3.000,00. Assim, na ganância, a própria economia local terminou de sufocar o mercado de trabalho e consumidor, expulsando parte da juventude e dos cidadãos para as cidades com o padrão de vida mais barato e com o mercado de trabalho mais amplo.

Por fim, tirando essas duas licitações, que estão na fase da finalização, os próximos projetos serão mais coesos, rápidos e com pouco investimento na economia local, porque os chineses estão assumindo a maioria dos empreendimentos da PETROBRÁS, enquanto que seus engenheiros e técnicos são conhecidos por construírem usinas e prédios em dias, no sistema da linha de montagem. Racionalmente, os chineses trazem os projetos prontos do oriente, construindo as estruturas como peças de LEGO. Logo, é mais um motivo para que o mercado imobiliário da região não se anime, diminuindo o preço dos aluguéis e dos imóveis à venda, porque a festa do COMPERJ acabou. Quem ganhou dinheiro, ganhou. Quem não ganhou, não ganhará mais.

Aliás, o projeto do COMPERJ foi reduzido do terceiro maior empreendimento do planeta para a indexação do seu sistema à refinaria de Duque de Caxias – REDUC.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior