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SOBRENATURAL

Diante do caos constitucional,

Dos abusos cometidos contra a nação,

Gostaria de ter o poder sobrenatural,

Caminhar sobre as águas do mar

E voar para bem longe dessa conspiração,

Sem necessitar do visto e do carimbo

Ou tirar o passaporte do bolso.

O problema é que a saudade me mata,

Enquanto que ainda não saí de Rio Bonito.

Não quero carregar a culpa de ter partido,

Apagado a luz…

E fechado a porta,

Porque as crianças precisam ter esperança,

Mesmo que ainda não tenham nascido.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior : .

Rio Bonito, 02 de agosto de 2018.

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NÃO EXISTE O ACASO NA ESPIRITUALIDADE

 

Por mais que o tempo avance para o futuro, a população mundial aumenta de forma descontrolável, ultrapassando os 7,6 bilhões de habitantes, que consomem água, comida, serviços e produtos, gerando um mercado jamais testemunhando antes na História da Humanidade, que também traz consigo a fome, miséria, desigualdade social, pobreza e a guerra, que se especializou em diversas modalidades, podendo acontecer, inclusive, sem as bandeiras das nações, dentro do terrorismo e do processo de urbanização, para justificar o lucro e o poder de alguém sobre outrem.

O princípio da ação e reação se perpetua nas sociedades, nas relações humanas, na política e na religião. Dessa forma, fica claro e evidente o fato de que a realidade só está retribuindo aquilo que cultivamos por séculos durante o processo histórico da civilização e da exploração ou por décadas durante nossa existência individual. E mesmo assim, o antigo nunca foi tão atual e moderno, como o Código de Hamurabi, que se baseia no “olho por olho e dente por dente”, apresentando o modelo de justiça mais apropriado para o mundo material, baseado na compensação dos fluxos e na retificação do “pecado”. Não importa se sua religião fala em amor ao próximo ou defenda o respeito à diversidade, porque, se você tirar todos os dogmas, as proibições e as toneladas de linguiças que foram engordurando o pensamento social, encontraremos o princípio do “olho por olho e dente por dente”, que poderá aparecer de forma evidente através do discurso da espada ou no processo da reencarnação, que faz questão de disfarçar essas máculas, justificando, por exemplo, os acidentes coletivos como a providência divina para que os indivíduos envolvidos no incidente sejam retificados e quitem suas dívidas de vidas passadas.

Depois da reflexão supra, é imperativo analisarmos o fato de que a justiça divina segue um padrão reto e medido com o peso certo, buscando a retratação, a compensação e o aperfeiçoamento do Homem, enquanto que o consentimento do perdão não retira a responsabilidade do criminoso diante dos seus atos, mas torna o caminho mais salutar e suportável, quando ele compreende a necessidade da mudança para o desenvolvimento pessoal e de toda sua geração.

Enquanto alguns se apresentam na vida material para contribuírem com as nações que são os referenciais da iluminação e do desenvolvimento científico, a maioria está por cá para cumprir sua pena, compensando a existência entre méritos e deméritos, construindo uma rede neural e espiritual tão insana, que deixaria o purgatório da Divina Comédia de Dante pequeno no tamanho e na eficiência.

Por fim, não se desespere, porque a existência do espírito é uma viagem contínua entre a reencarnação e a pluralidade universal, idealizando a ordem no tempo e no espaço, além do processo essencial da iluminação, lapidando o homem velho dentro de nós e desenvolvendo as virtudes necessárias para essa geração e as próximas, sendo cada uma na sua própria época, cujos chamados ser-se-ão diante da necessidade dos médicos, santos e, porque não dizer os soldados da luz, cuja presença inibe o caos e estabelece a ordem desde a alta corte celestial até o último nível da escuridão, em terras desconhecidas, porque acabaram de ser criadas pelos medos e receios da própria humanidade, que ainda insiste em construir prisões, quando poderia desenvolver colônias, passear pelas campinas e colher flores.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior : .

Rio Bonito, 01 de agosto de 2018.

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A Herança do Shabat

Enquanto o mundo prende sua atenção ao material,

Faço o caminho contrário,

Porque é imperativo viver o real,

E manter-se íntegro diante do fato

De que faço parte de um rio,

Cuja nascente é o passado

E seu curso segue para o futuro,

Acompanhando o fluído do espírito.

 

Mesmo diante das tribulações do presente,

Com suas contradições históricas,

Não se deixe levar pelas mentiras da mente,

Pois, por mais que se façam heroicas,

As conquistas sagradas se fizeram sobre o sangue,

A escravidão e a exploração dos inocentes.

 

Quando o mundo insiste em fazer guerras,

As religiões ocidentais se limitam à oração,

Guardando o domingo como o dia santo.

O fantasma da política assombra toda nação,

Debochando da ignorância das criaturas,

Contrariando a essência das escrituras.

Assim, o sagrado virou profano,

Recebendo o valor monetário.

 

Quando a corrente majoritária estabelece o errado,

Sigo o meu caminho no exílio,

Sem uma casa de oração ou um rabino,

Porque finquei minhas raízes na cidade de Rio Bonito.

Enquanto todos rezam para o Messias e guardam o domingo,

Faço questão de aguardá-lo,

Festejando e em regozijo todos os sábados.

 

Minha amada e querida Sophia,

No momento da minha partida,

Enquanto os ricos deixam o formal de partilha,

Farei justamente o contrário,

Deixando de herança a Paz e a Festa do sábado,

Com a Torá, o Sidur, as velas e os enlutados…

E nada mais.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior : .

Rio Bonito, 21 de julho de 2018.

memoria

Brasileiro é programado na escola para não ter memória

cerebros-arvores-1000x520Após 20 anos dedicados, ao serviço público no Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro, à manutenção dos computadores e a criação das resenhas no Café Poético e Filosófico, atuando na imprensa local e nas redes sociais, me bateu a saudade do magistério, das dinâmicas de grupo, aulas particulares e trabalhos acadêmicos.

Com o contato social cotidiano, tenho percebido que as pessoas estão carentes do conhecimento sobre a cidadania, gestão, sociologia, filosofia, teoria geral do estado, ciências políticas, geopolítica e, principalmente, história e geografia. O problema fica mais latente, quando as duas últimas disciplinas se desmembram no estudo do Brasil, mundo e da atualidade. A questão é que a história e a geografia, por exemplo, são duas disciplinas tradicionais na grade curricular no nosso modelo de educação industrial público e privado, mas, mesmo assim, parece que a programação social está apagando a memória humana, quando deveria fazer justamente o contrário. A mesma dinâmica se repete nas universidades brasileiras, produzindo um exército de bacharéis com títulos e pouco conteúdo, comprometendo a qualidade na pós-graduação.

O fato é que, quando a nação e a sociedade não compreendem seu processo histórico e sua organização social, elas ficam perdidas e sem rumo, uma vez que se esquecem da sua identidade e dos seus valores, porque a educação pública e privada condicionou nossos filhos e netos à preparação contínua para os vestibulares e o ENEM, com suas fórmulas e artifícios de um lado, deixando a essência pedagógica em último plano do outro, que é justamente transmitir o conhecimento e perpetuá-lo através da prática, da teoria e do compartilhamento entre a sociedade e os indivíduos que a integram, produzindo habilidades, competência e soluções.

Tenho testemunhando vários intelectuais e pensadores virtuais culpando a imprensa e a rede globo pelas mazelas da atualidade e da república, quando, de fato, o problema está dentro do sistema e no modelo educacional praticado no Brasil, que paga pessimamente os professores e deixa as escolas sucateadas no setor público, com as mesmas tendências se replicando no setor privado, que descobriu o sistema de módulos para aumentar seu lucro e diminuir as despesas.

Por fim, sou obrigado a perguntar ao meu caro leitor, que é pai ou mãe: – O que vocês esperam deixar para as próximas gerações? Uma geração de bacharéis sem conteúdo ou uma sociedade pensante e que busque o norte na ética, na memória e na propagação do conhecimento?

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

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Sinceridade

Estou cansado.

Andei por vinte anos de história,

Para terminar no mesmo calçadão,

Vendo a elite glorificando a escória,

Colocando vendas nos olhos da nação.

A areia da praia me incomoda,

Enquanto que não consigo dar passos largos.

Simplesmente, meus pés atolaram nesta crosta,

Enquanto que meu corpo está em farrapos.

Quero chorar em sua água salgada, Copacabana,

Porque o trem do progresso saiu do trilho.

Sua locomotiva bebe cachaça com gasolina.

Seus sonhos e promessas foram adulterados,

E jogados debaixo do tapete durante a faxina.

Não satisfeitos com a maestria do teatro,

Me mandaram pagar a conta e nada mais.

Depois, o óbvio aconteceu:

– O Dólar subiu. A vara desceu…

No final, fiquei de castigo por minha sinceridade,

Olhando o cupom fiscal entre os dedos.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A ideologia do PT comprometeu a estabilidade do REAL e o crescimento da economia

O Brasil idealizou o MERCOSUL, construindo as bases econômicas, políticas e diplomáticas entre as nações. Lembro-me que o LULA, durante sua gestão, tinha idealizado instalar o complexo petroquímico em Cuiabá, para atender os países vizinhos de um lado, além de intensificar o desenvolvimento da reigão centro-oeste, norte e nordeste do outro, construindo uma rede ferroviária e portuária, cuja logística valorizaria o Rio Amazonas e o litoral brasileiro no Maranhão, Piauí e Rio Grande do Norte. O objetivo final era constituir uma rede logística do transporte de cargas e dos derivados de petróleo entre a Venezuela, Bolívia, Colômbia e Argentina, estendendo sua potencialização ao Peru, Equador e Chile.

Mas, os olhos ideológicos daquela gestão desejavam ir além, objetivando a fusão entre a Petrobrás e a PDVSA, para que nascesse o terceiro maior gigante produtor de petróleo e com a tecnologia da prospecção do petróleo em águas profundas. Agora, os leitores compreenderão os motivos que levaram ao apoio do LULA ao governo ditatorial de Hugo Chavez, disfarçado de democracia. Também entenderão os motivos que levaram a presidente Dilma Rousseff a ignorar as denúncias de torturas, homicídios, quebra dos direitos políticos e civis dos cidadãos venezuelanos.

Só que o PMDB, que era o partido de centro, enquanto que não existia qualquer hipótese de se administrar o país, sem o apoio deste partido, que detém a maioria das cadeiras e consegue articular as coalizões internas no Congresso Nacional, decidiu apoiar a instalação do complexo petroquímico, desde que fosse no sudeste, no Estado do Rio de Janeiro, em área neutra à condição das estratégias nacional e regional. Assim, surgiu o COMPERJ e sua instalação em Itaboraí, quando deveria ser na área entre Macaé e Campos dos Goytacazes, onde está a maior parte da logística da prospecção do petróleo. No final, o PMDB e o PT optaram por uma região sem sentido, para não aumentar a força política de Anthony Garotinho, que tem pretensão em ser o presidente da república.

A mudança nos planos com relação ao Complexo Petroquímico, alterava considerável parte do plano continental idealizado pelos governos andinos e o governo brasileiro. Mas, o Brasil ainda tinha e tem uma grande vantagem, que é sua extensão continental e a moeda mais estável da américa do sul.

Ao longo dos últimos 20 anos, o Brasil tem carregado, literalmente, a Argentina, Bolívia, Uruguai, Paraguai e Venezuela nas costas, criando um universo de regras alfandegárias, que facilitavam a vida das economias vizinhas e sobrecarregavam a economia interna brasileira. Todavia, havia uma lógica, que não foi aplicada até a presente data: – A ideia era transformar o REAL numa moeda internacional alternativa ao dólar, para circular em todo continente. O problema é que as bolhas imobiliárias e econômicas explodiram de um lado, enquanto que o MERCOSUL ficou discutindo quem poderia ou não participar do clube do whisky. Em suma, se analisarmos o governo Dilma Rousseff com a profundidade necessária, veremos que a mesma não deu continuidade às estratégias iniciais pelo seu mentor, LULA, como, muito menos, priorizou as necessidades econômicas internas e externas, transformando o Brasil num país que empresta dinheiro às nações regidas por governos ditatoriais na África e na América do Sul, enquanto que buracos foram criados no fluxo de caixa do tesouro nacional.

Em suma, a amizade e a identidade ideológica da atual presidência da república promoveu a aproximação do governo brasileiro aos governos de esquerda, quando a nação é tradicionalmente de direita. A amizade com a Venezuela está custando caro para os brasileiros, além de ter afetado toda a logística nacional e internacional. Por outro lado, a vitória de Macri na Argentina, bem como suas ações não ortodoxas, deixaram o Palácio do Planalto com as calças na mão, tendo em vista que a Argentina decidiu se afastar da política cambial, direcionando sua energia para a economia e a política interna. Em contrapartida, Macri sinalizou ao governo israelense que quer aproximação e participar da comunidade tecnológica, bem como afastar-se de qualquer estrutura que tenha vínculo com a esquerda.

Por fim, se o Governo Brasileiro não sentar no divã, para repensar suas estratégias, a Argentina demonstra que poderá assumir a liderança econômica no continente sul americano, transformando o Brasil num ator coadjuvante, enquanto que a internacionalização do Real seria a alternativa para compensar os fluxos da balança comercial, mesmo com os riscos do mercado.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

silêncio

Silêncio

3301_1186Acabei com os sonhos de uma nação

Que clama por justiça, saúde e educação.

Esta geração teve seus sonhos furtados

Sob a legitimidade do Estado.

 

Nos hospitais, as pessoas estão abandonadas.

As escolas, sucateadas e sem merenda.

Os professores lutam pela causa de todos.

Entretanto, a sociedade lhes chamam de tolos.

 

Esse é o Brasil do dilema,

Que diz uma coisa e faz outra,

Que mente para o mundo e para si mesmo.

Esse é o país do poema e do problema.

 

Farei a delação sem prêmio,

Porque faço parte de tudo isso.

Tudo que ocorreu por causa do meu silêncio,

causando enorme prejuízo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

auto-sabotagem

Brasil. Codinome: SABOTAGEM

Se considerarmos os discursos dos estadistas e dos políticos brasileiros com suas respectivas ações, concluiremos que a política brasileira é o conjunto das mentiras desde Marechal Deodoro até os dias atuais. Entretanto, essa tradição não se criou na República. Ela nasceu no Império Brasileiro, sendo marcada pelo momento em que Dom Pedro II sabotou o Visconde de Mauá, com sua visão empreendedora de tornar o Brasil produtivo e industrial.

Tudo que está acontecendo no Brasil não é e nunca foi obra do acaso. Desde o início, nossos líderes e governantes trabalharam duro para construir e manter as desigualdades sociais. Na cabeça deles, as coisas estão no seu devido lugar.

Não tenho dúvida de que a nação brasileira está retificando os pecados das gerações anteriores, tanto com as tribos indígenas assassinadas, quanto os escravos que foram explorados e negociados ao longo dos séculos, incluindo a Guerra do Paraguai. Entretanto, esse tipo de carma de nação só poderá ser compensado de duas formas, que são extremas: – O exercício da justiça social ou a guerra. Não precisa ser especialista para concluir que as tentativas do bem-estar social estão se perdendo por entre as reuniões, com seus cafezinhos, e a corrupção sistêmica. Logo, acho que o Brasil passará por uma guerra civil declarada, quando lhe cairá a ficha. Mas, será tarde para toda geração.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Padre Dudu - Canção Nova.

AVIVA NAÇÃO

UN GOSPEL W ASSAF“Passados quase 200 anos do histórico dia 07 de setembro em que foi proclamada a Independência de nosso país, proponho uma reflexão sobre o que esperamos de nossa Nação e o que podemos efetiva e individualmente fazer para colaborar com o seu crescimento e desenvolvimento integral. Afinal, fazer memória de um fato do passado não tem outro sentido senão o de nos fazer refletir sobre a sua importância e sobre quais passos precisam ser dados para que aqueles mesmos ideais e sonhos continuem a ser realizados na atualidade de nossos tempos. E a estrada ainda é muito longa…

É inegável que muito precisa ser feito pela nossa Pátria amada. É inegável também que cada cidadão brasileiro precisa assumir uma posição pró ativa nesta mudança de que tanto necessitamos. Mudança de mentalidade, acima de tudo. O Brasil não pode mais ser conhecido como o país do “vale tudo”, o país dos “mensalões” e “lava-jatos”. E, depois, vêm as CPIs como se fossem remédios para todos os males, como se fossem capazes de desfazer tantos estragos já feitos e consumados. E nem sempre os resultados satisfazem as expectativas do povo em relação à justiça e à verdade.

Que sejam minados os planos daqueles que manipulam em proveito próprio a economia e o poder político de nosso país. Que se levantem homens e mulheres de intenções retas que queiram realmente construir uma Nação justa e próspera. Que o povo brasileiro desperte deste sono de acomodação e de conformismo que o anestesia diante de tantas coisas que podem ser mudadas, e que, muitas vezes, dependem somente de uma escolha mais consciente, considerando mais o bem da coletividade do que o “mundinho” dos seus interesses particulares.

Sonho em encontrar, em todos os ambientes, pessoas que prezem pelos princípios morais e cristãos, que não se corrompam, que defendam a família, que protejam a vida em todas as suas fases, que sejam generosas em fazer o bem, vigilantes da verdade e da justiça, custe o que custar, que sejam, enfim, profetas de um tempo novo e construtoras de uma Nação verdadeiramente independente do império da cobiça, da ganância, da corrupção e do individualismo.

Aviva Nação! Aviva povo brasileiro! Que homens e mulheres assumam na sociedade sua missão de construir uma história em que a dignidade humana seja respeitada, em que todos possam ser vistos, ouvidos e atendidos nas suas necessidades. Nenhum ser humano pode ser tratado com a indiferença e o desprezo que, infelizmente, ainda vemos milhares de pessoas serem submetidas em nosso país, como se não existissem, como se não tivessem os mesmos direitos, como se não fossem, como nós, filhos e filhas de Deus.

Aviva Nação! Aviva povo brasileiro! Que na função que você ocupa, seja ela pública ou privada, seja ela “do lar” ou no mercado de trabalho, os valores cristãos sejam o que direcione suas ações, nas pequenas e nas grandes coisas. Porque quem é fiel no pouco, será fiel no muito! E quem é infiel no pouco, já sabemos…

Aviva Nação! Aviva povo brasileiro! Que se levantem profissionais da saúde e da educação, gente que trabalha na Justiça e na Segurança Pública, nas indústrias e nos comércios, nas casas de família e na área rural, que tenham uma nova mentalidade, que saibam que a honestidade e a justiça começam em casa, na sua vizinhança, nas suas relações pessoais e de trabalho.

Que o Espírito de Deus traga vida e santidade a esta Nação! Que o Brasil seja renovado com Vida, com Graça e Unção! E que, tendo a Deus como Senhor, esta Nação e o povo brasileiro conheçam, enfim, dias de paz constante e prosperidade completa.”

Padre Dudu

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Nação Estranha

Eu tenho visto corpos estranhos,

Gente estranha com ideias estranhas.

Eles querem o bem do país,

Mas só pensam no melhor para si.

 

Eles perderam as eleições,

E decidiram ganhar no grito.

Construíram emendas,

Que provocaram as demissões,

Transformaram o Brasil num circo.

 

Carros blindados andam pela madrugada.

Somos manipulados na era da informação.

Constroem notícias de fachada,

Para gerar o ódio em uma nação.

 

Não existe política, sem corrupção. Proibiram o lobismo!

Os partidos foram construídos para purificação.

Logo, manter o cargo é muito caro, exigindo sacrifícios.

Mas o político não gosta do trabalho, usando os termos aditivos.

 

A eleição se faz com democracia.

Mas a democracia está no cadeado.

O sistema se blindou com as delações premiadas,

Dificultado o trabalho do Estado.

 

Essa nação é muito imatura.

Constrói candidaturas, para manter a ditadura.

Enquanto a informação nacional te aliena,

A imprensa internacional te orienta.

 

E essa é uma nação soberana,

Que transformou os nobres em estadistas.

Consentindo aberrações desumanas,

Que também são narcisistas.

 

Não importa se a economia está delicada,

Ou se o trabalho de uma vida irá à falência.

O Estado tem que aumentar a arrecadação,

Visando manter toda essa desorganização.

 

Somos tribos,

Que se organizam em feudos.

Depois, construíram a constituição,

Para transformarem tudo isso em unidade da federação.

 

Nadelson Costa Nogueira Junior