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Perdemos o direito ao esquecimento

Antes do advento da tecnologia da informação, da internet e da popularização dos portáteis e das redes sociais, as pessoas podiam ser mais inconsequentes e com pouca preocupação com a memória coletiva, tendo em vista que os erros do passado eram esquecidos com o decorrer do tempo, salvos os parentes chatos nas reuniões em família. Quando o erro era algo grave, bastava mudar de cidade e estava tudo solucionado. Todavia, a era contemporânea, com suas selfies, filmagens, publicações no Facebook, LinkedIn, Twitter e Google Plus (G+) acabou com a possibilidade do esquecimento, enquanto que a cereja do bolo está no fato de que os próprios indivíduos estão construindo seus perfis e linhas do tempo, gerando links e logaritmos na internet e nos servidores de busca, para que essas informações sejam analisadas pelos gestores de pessoas, departamentos de recursos humanos e outros especialistas.

No Brasil, já existem organizações que fazem a pesquisa das informações dos candidatos na internet, enquanto que os resultados interferem na seleção, recrutamento e promoção, podendo atrapalhar o ingresso na carreira ou provocar a demissão do profissional, caso sua conduta na vida pessoal comprometa o código de ética estabelecido pela empresa. Por isso, a exposição da vida privada no mundo virtual se tornou um imperativo na medição de cada palavra e imagem no momento da publicação, porque o comentário inocente de hoje poderá ser sua ruína pessoal amanhã, ora na carreira profissional ou na hora de fechar o negócio da sua vida. Logo, é importante que a pessoa se atente para o fato de evitar a exposição no mundo virtual, principalmente, com fotografias em festas, com bebidas e situações constrangedoras.

O Jornalismo brasileiro, no geral, comete erros contínuos na publicação das resenhas, gerando o famoso “FAKE NEWS”, que não começou na publicação inocente ou intencional de um perfil nas redes sociais ou num blog, mas nos tabloides físicos e virtuais, que levantam hipóteses ou deixam a entender no ar para a massa, induzindo uma informação, cujo parâmetro não foi analisado e ainda não ocorreu e, por tal motivo, poderá nunca acontecer. E assim, os partidos políticos, a imprensa e os órgãos fiscalizadores fizeram o acordo de combater àquilo que escrevem, colocando a culpa no outro, que é estranho, opositor e desconhecido. O próprio jornalismo brasileiro e mundial se esqueceu da memória virtual, com os registros dos seus dados, logaritmos e links, quando a internet registra e está com a informação ali para te lembrar de cada palavra escrita, fotografia materializada e matéria publicada, porque perdemos o direito ao esquecimento.

No final das contas, enquanto os políticos fichas-sujas impetram ações para que os provedores de busca apaguem as informações negativas em suas pesquisas para forçarem o estabelecimento do “direito ao esquecimento”, e as empresas jornalísticas fazem o trabalho de marketing, apresentando a versão 2.0 de si mesmas para a opinião pública, cometendo os mesmos erros de antes, faço questão de registrar cada palavra e fato às futuras gerações, porque até o advento da internet, a História era a história dos vencedores, mas a era digital abriu o espaço para a memória contínua, permitindo que todos tenham suas histórias registradas para a pesquisa, o estudo ou o julgamento da posteridade.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior : .

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LinkedIn é uma ferramenta que focaliza a comunicação e as competências no mercado

linkedinMuito mais que uma rede social, o LinkedIn é uma ferramenta multifuncional que focaliza a estrutura da rede de contatos, do conhecimento e das habilidades das pessoas, conectando, também, as empresas e seus respectivos serviços e necessidades, sendo a seleção e o recrutamento alguns dos serviços disponíveis. Logo, começo a resenha consertando um erro comum entre seus usuários, que, na maioria das vezes, estão em busca de uma oportunidade de trabalho ou emprego.

Ao contrário do Facebook e da maioria das redes sociais, o LinkedIn focaliza a produção intelectual e a publicação dos conteúdos diretamente ligados ao mercado de trabalho, tecnológico, financeiro, econômico e jurídico, cruzando as informações entre as organizações e os colaboradores, construindo uma infinita gama de informações, que auxiliam os usuários desde a gestão do conhecimento e da inovação até à prospecção dos novos negócios ou oportunidades corporativas.

O maior erro do usuário do Linkedin é achar que o simples fato de preencher o seu perfil já o deixará apto para se apresentar ao mercado e as empresas, quando, na realidade, o processo exigirá tempo, dedicação e o aperfeiçoamento do seu currículo, incluindo suas habilidades e conhecimento pessoal e profissional. Assim, o usuário do LinkedIn deverá construir sua rede de contatos, conquistando a confiança da mesma, para depois avançar um nível de cada vez.

linkedin-logoSe o seu objetivo é conhecer mais gente, aprender e deter mais informação do mercado e da atualidade, o LinkedIn é a rede certa para ti. Todavia, se o seu cadastro foi para construir o perfil, focalizando a candidatura às diversas vagas de emprego, sem suor e dedicação, terei que te aconselhar procurar os recrutadores de recursos humanos, também conhecidos como caça-talentos. Há uma diversidade enorme deste tipo de profissional no LinkedIn. O problema é que o seu perfil terá que ter um diferencial para que as janelas do mercado se alinhem à sua necessidade e ao tempo disponível, porque quem está desempregado tem pressa para a recolocação.

Por fim, independentemente de você estar empregado ou não, invista sempre em cursos de atualização, domine uma língua estrangeira pelo menos, além de produzir e compartilhar artigos sobre temas importantes e que tenham relevância organizacional. No mais, quanto mais gente você se conectar no LinkedIn, maiores serão suas chances na recolocação ou nas novas oportunidades no mercado, desde que consiga transmitir a confiança devida em si para o próximo. Lembre-se que fica difícil depositar a confiança em alguém, quando você não acredita em si mesmo.

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Consultor em Gestão de Pessoas

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Avaliação do primeiro trimestre do governo Mandiocão

Peço desculpas aos meus amigos, familiares e aos empresários rio-bonitenses, mas é preciso acreditar em alguma coisa para existir. É necessário seguir a linha da coerência na busca pela informação e na transmissão dos fatos, independentemente do veículo de comunicação utilizado.

Esse tem sido um período de controvérsias e da busca de redenção por parte do governo José Luiz Alves Antunes (Mandiocão), do PP (Partido Progressista), tendo em vista que ele sentou na cadeira e assumiu o cargo de prefeito, puxando o tapete dos outros candidatos e da própria democracia. Seguindo a lógica jurídica, no dia 02/12/2016, o TSE suspendeu a continuidade de todos os recursos contra o político, em função da liminar que o tornou temporariamente elegível. Dessa forma, a possibilidade de uma nova eleição, que é considerada um pesadelo para muitos e um sonho para outros, foi descartada. Mas, salvo àqueles que estão diretamente ligados ao grupo político vencedor e os apaixonados, ficou latente a mácula moral e ética registrada no resultado das Eleições 2016, quando seus 14.826 votos foram anulados, contrariando as afirmações apresentadas no palanque pelo então candidato e sua equipe da articulação política.

Mesmo com a aprovação alta perante a sociedade, o atual governo começou seu legado, cometendo erros atrás de erros, decretando a calamidade financeira, sem ter anunciado o valor real da dívida herdada do governo anterior, porque não sabia ou lhe era conveniente não informar. O fato é que informaram à opinião pública que a dívida era de R$71 milhões, quando na verdade ela se limitava aos R$55 milhões. O prefeito nomeou parentes, materializando a prática do nepotismo, mesmo com o posicionamento desfavorável do STF (Supremo Tribunal Federal) em relação à indicação do filho do prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Crivella.  Conforme o posicionamento do vereador Humberto Belgues, houve superfaturamento na compra dos alimentos, comparando os preços pagos pela PMRB àqueles aplicados ao mercado consumidor.

Em março, a rede de ensino público municipal, com suas 42 escolas, já iniciou o ano letivo com a greve dos profissionais da educação, que exigem o aumento dos salários e a utilização correta do FUNDEB, cujo governo deveria usar 60% para a complementar e valorizar o salário do professor, enquanto que os outros 40% deveriam ser investidos nas escolas, mediante a proporcionalidade do número dos alunos matriculados, o que já faria a cobertura das obras de manutenção e dos investimentos sociais, incluindo a compra da própria merenda escolar.

Mas, o Mandiocão foi eficiente em relação ao governo anterior, tendo em vista que a manutenção da iluminação pública está em andamento desde o dia 06/03/17, as ruas estão limpas no centro, seguindo a logística paulatinamente para os bairros e localidades mais distantes, enquanto que a cidade teve sua tão esperada festa de carnaval, contando com a participação público privada. A vice-prefeita, Rita de Cássia, demonstrou força e articulação, quando trouxe a participação privada para o universo público, recebendo doações e fazendo a manutenção plástica da paisagem nas escolas, cuja degradação já se registrava em 2012, quando Mandiocão era o prefeito em seu penúltimo mandato.

Infelizmente, após analisar o primeiro trimestre do atual governo, não posso deixar de atentar para o fato de que o grupo do Mandiocão não saiu do palanque, dando evidência extrema ao atual secretário de saúde, Matheus Neto, deixando a vice-prefeita isolada no combate dentro da pasta da educação, permitindo que a opinião pública interprete a leitura de uma possível sabotagem. Mas, isso não será problema para a vice-prefeita, que cuidará da comunicação no momento certo, quando as janelas estiverem alinhadas para os projetos maiores, pois ela nunca fugiu do trabalho e está somando forças para sua perspectiva no futuro, que focaliza a prefeitura, sob sua visão e idealização.

Por fim, eu tenho certeza de que a maioria dos erros cometidos até agora por conta do governo não teriam ocorrido, se a Rita de Cássia fosse a prefeita. Mesmo com toda a burocracia nos cargos comissionados e nas pastas governamentais, há um diferencial no atual governo que nunca existiu no grupo do Mandiocão, anteriormente. Ele está no perfil perfeccionista da vice-prefeita, que deixa evidente sua assinatura na logística da iluminação pública, no diálogo e na confiança da classe dos empresários no governo, incorporando o espírito da verdadeira esperança na atual administração pública por parte da sociedade. No mais, espero que o Mandiocão dê mais ouvidos a vice-prefeita nos conflitos, porque ela já demonstrou que poderá fazer muito mais do que foi realizado até agora.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Explicando a Comunicação Social para os políticos, os empresários e a opinião pública

download-1Desde o advento do Estado, da República, da organização dos três poderes e das relações institucionais, a imprensa tem atuado como uma ferramenta do controle social e da opinião pública, ora criando a opinião, ora desconstruindo as  ideias na massa. De fato, a Comunicação Social é uma arma para os governos e as organizações que precisam da aprovação social para continuarem o desenvolvimento dos seus respectivos projetos de poder e planos de negócios, incluindo os investimentos nas ações dentro da Bolsa de Valores, fazendo a conexão entre o presente, o passado e o futuro, ou desconectando tudo.

A atividade da imprensa é conceitual e estrategicamente livre, salve os conceitos e princípios do escritor e dos patrocinadores. Assim sendo, ao mesmo instante que a Comunicação Social atua como uma arma, criando opiniões e induzindo ideias, ela também atua como um escudo invisível de defesa dos interesses dos patrocinadores e investidores, porque a imprensa é um negócio, antes de qualquer outro achismo do leitor, gerando empregos e tendo a necessidade de compensar os custos da produção  e gerar lucro, como qualquer outra empresa em atividade.

Todavia, não basta ter a equipe e o veículo de comunicação, tais como TV, rádio, jornal e internet, se a confiabilidade do conjunto, perante a opinião pública, for baixa ou negativa. O fator “confiança” deve ser o primeiro item a ser considerado pelo patrocinador no momento do contrato do serviço, cujos termos devem ser considerados na transparência entre as partes, objetivando evitar o conflito ético, quando as coisas saírem do controle. E acreditem, elas sempre saem, principalmente, quando se está no ramo da política, dos governos e dos negócios, dentro da Bolsa de Valores.

É importante atentar para o fato de que o escritor precisa acreditar no produto e no conceito idealizado pelo cliente, caso contrário, não haverá planejamento estratégico e de marketing que possa consertar as falhas e ajustar os contratempos, principalmente, quando o tempo é seu maior inimigo. No caso da politica e dos governos, o tempo tem maior poder e influência no processo da comunicação, tendo em vista o mandato de 48 meses, com a média máxima de 36 meses para a idealização e a execução dos projetos, quando a imagem do político está à mercê da opinião pública e da fragilidade intelectual, moral e ética da sua própria equipe.

Por fim, a Comunicação Social e a atividade da imprensa se resumem à guerra da informação, aos conflitos de interesses dos grupos e à gestão do impacto e dos riscos, cujo vencedor será àquele que tiver a maior penetração na massa e a capacidade de desconstruir as ideias e opiniões plantadas na consciência social do universo trabalhado, ganhando o território físico e digital, aumentando sua influência e o domínio. Assim, caso tenha gostado da resenha e queira saber mais sobre nossa consultoria, é só telefonar para (21)98829-2915 ou enviar o e-mail para consultoria@nadelson.com.br.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

 

 

 

Reunião entre o ex-prefeito, José Luiz Alves Antunes, Bruno Soares, ex-presidente do CCS, e Alberto Gallo, diretor da Autopista Fluminense, em 2012.

Bruno Soares, o empresário que acredita no poder da sociedade civil organizada

Bruno Soares, presidindo uma das sessões do CCS (Conselho Comunitário de Segurança), em 2012.

Bruno Soares, presidindo uma das sessões do CCS (Conselho Comunitário de Segurança), em 2012.

Seguindo a construção do perfil político rio-bonitense para as Eleições Municipais deste ano, diante da especulação da sua pré-candidatura como vice-prefeito do José Luiz Alves Antunes, do PP (Partido Progressista), entrevistei o empresário do ramo da construção civil, Bruno Soares, filiado ao PSB (Partido Social Brasileiro), desde 2011, com 40 anos de idade, filho de Francisco Soares da antiga Franauto, casado, pai de três filhos, e com o nível superior incompleto no curso de Administração de Empresas. Embora, ele não tenha exercido qualquer função pública remunerada até a presente data, o empresário demonstrou seu poder de articulação e mobilização popular, quando exerceu a presidência do CCS (Conselho Comunitário de Segurança) em 2012, atuando diretamente entre a sociedade, o governo municipal e as autoridades estaduais.

Conhecidos pelos amigos de infância como Bruno Guima e popularmente como Bruno da Brunauto, que foi o nome da sua antiga agência de automóveis, o jovem empresário apresenta a postura eloquente na hora de conversar, demonstrando seu talento nato para os negócios e a articulação. Todavia, a parte mais interessante nele está no seu raciocínio lógico, na indignação com os problemas sociais em Rio Bonito, e a visão sistêmica e contingencial que possui sobre a realidade, trazendo, consigo, a proposta da aplicação do planejamento estratégico e as etapas do plano de negócios na administração pública, acrescentando os ingredientes do controle, do prazo para o cumprimento dos processos e a avaliação contínua das ações, colocando a ordem no caos orçamentário do Município de Rio Bonito.

Bruno Soares atuando na reunião com Beltrame, Secretário Estadual de Segurança Pública, César, Presidente da 35ª OAB/RJ, André, Presidente da CDL- Rio Bonito, Solange Pereira de Almeida, atual prefeita de Rio Bonito, José Luiz Alves Antunes, ex-prefeito de Rio Bonito, e Gustavo Martins, ex-presidente do Hospital Regional Darcy Vargas, em 2012.

Bruno Soares atuando na reunião com Beltrame, Secretário Estadual de Segurança Pública, César Gomes de Sá, Presidente da 35ª OAB/RJ, André Felício Goettert, Presidente da CDL- Rio Bonito, Solange Pereira de Almeida, atual prefeita de Rio Bonito, Guilherme Cordeiro, e Gustavo Martins, ex-presidente do Hospital Regional Darcy Vargas, em 2012.

Enquanto esteve na presidência do CCS, o Bruno Soares atuou brilhantemente com a Sociedade Civil e as organizações publicas e privadas, fazendo o canal de comunicação entre as comunidades, o setor empresarial, e os Poderes Executivo e Legislativo na jurisdição municipal, nos assuntos diretamente ligados à pasta da segurança pública, tais como a instalação da passarela ligando as localidades dos três coqueiros e viçosa, em relação à Via Lagos, a construção do viaduto do Green Valley junto à Autopista Fluninense, com o diretor, Alberto Gallo, bem como na reunião, agendada pela ex-deputada federal e atual prefeita, Solange Pereira de Almeida, com o Secretário de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, em decorrência dos altos índices dos furtos na saída dos bancos naquela época, que serviram de base para o aumento do efetivo policial e a obrigatoriedade dos biombos nos bancos, cuja autoria legislativa é do ex-vereador, Humberto Belgues.

Pessoalmente, considero a experiência informal do empresário louvável nas políticas públicas, cujos resultados demonstram seu perfil para o Poder Executivo, enquanto que sua aproximação pública ao ex-prefeito, José Luiz Alves Antunes, o coloca na posição de destaque para ser o vice-prefeito nesse pleito, bem como a pessoa certa para manter a unidade do grupo político, cumulada com o apoio empresarial. Todavia, o empresário deixa bem claro à opinião pública que, embora esteja com seu nome cotado para vice do Mandiocão, ele não permitirá que a situação lhe suba à cabeça, tendo em vista as circunstâncias e o fato de que poderá auxiliar a sociedade rio-bonitense, independentemente do cargo político, desde que seja possível a comunicação entre as lideranças comunitárias, a sociedade civil organizada e as autoridades competentes, mantendo, assim, a coerência no seu perfil articulador e diplomático.

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Eu gostaria de escutar o Marcos Abrahão, para fechar o perfil político de Rio Bonito para 2016.

O ano de 2015 ainda não terminou, mas, muitos já o consideram como o pior ano político, tratando-se da economia e das políticas públicas no Brasil.

Na inversão dos valores e dos próprios perfis dos políticos riobonitenses, a prefeita, Solange Pereira de Almeida, prometeu a capacitação, a geração das novas vagas de emprego e empregabilidade, além da manutenção da sua tendência assistencialista na saúde e na ação social. Todavia, desde o dia 01/01/2013, o riobonitense testemunhou o controle partidário e político da cidade, que é evidenciado pelas ausências na saúde e na educação, com as escolas sucateadas e sem merenda, os professores desvalorizados e a cidade abandonada. Entretanto, ironicamente, nenhum governo investiu tanto no asfalto do que o atual, mesmo com o discurso do governo estadual de que a crise está atrapalhando a arrecadação e comprometendo os projetos e as promessas da campanha.

Diante da má gestão constatada pela sociedade riobonitense, com o ano de 2015 sem carnaval de rua e a festa da cidade no sete de maio, um nome já estava sendo mencionado nas ruas e nos eventos públicos, como a solução para a tentativa da mudança, já na semana do carnaval de rua, que não aconteceu. Estou reproduzindo o nome do deputado estadual, Marcos Abrahão.

Dentro do universo político local, eu tive a oportunidade de escutar e de argumentar com a Solange Pereira de Almeida, Matheus Neto, José Luiz Alves Antunes (Mandiocão), Ayres Abdalla, Marquinhos Luanda, Flávio Azevedo, Anderson Tinoco e o Aécio Moura. Todavia, por forças do destino, não tive a oportunidade de fazer o mesmo com o Marcos Abrahão. Logo, diante das circunstâncias populares, materializada pela reprovação e a revolta da sociedade com o atual governo, eu gostaria muito de escutar o Marcos Abrahão, com suas ideias, projetos, plataforma política e plano de governo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior