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José Luiz Alves Antunes (Mandiocão).

Mandiocão inspira a teoria da conspiração e a imprensa mediúnica

No último sábado, dia 30/07/2016, fui surpreendido com a resenha da Folha da Terra, que falava da possível logística da coligação liderada pelo PP (Partido Progressista), que estava lançando o Mandiocão como candidato a prefeito, cujo raciocínio aplicado fazia a leitura estratégica do futuro, onde o pré-candidato se afastaria da competição em função dos impedimentos legais, enquanto que sua candidatura seria uma cortina de fumaça, vislumbrando a manutenção da unidade do grupo político, que lançaria a vereadora, Rita de Cássia, do PP, para prefeito, posicionando o empresário, Bruno Soares, do PSB, como seu  vice-prefeito. Assim, supostamente, o José Luiz Alves Antunes (Mandiocão) transferiria seu universo eleitoral, incluindo o trono, a coroa e seus respectivos súditos. Pelo menos, essa seria a visão interno do próprio grupo.

Na visão externa do grupo politico da situação, caso a previsão estratégica aconteça, o Mandiocão não conseguirá manter a unidade do seu grupo, enquanto que a dispersão tenderia para os braços do Marquinho Luanda, do PMDB, garantindo sua vitória na eleição.

Entretanto, caso a imprensa mediúnica tenha êxito na adivinhação ou na previsão do futuro, ouso discordar do raciocínio do grupo político da situação, com seus articuladores das sombras, tendo em vista a insatisfação da população com a máquina pública e a política em todos os setores da sociedade. Esse sentimento de insatisfação, misturado com a vontade da RENOVAÇÃO, gerará a força gravitacional que impulsionará a campanha do atual deputado estadual, Marcos Abrahão, cuja vontade em entrar para a história, como o melhor prefeito de Rio Bonito, transforma sua vaidade pessoal numa alternativa nas urnas, principalmente, quando o discurso da concorrência não bate com sua prática.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior