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Sérgio Moro será o Ministro da Justiça do Bolsonaro e ainda poderá indicar os próximos 22 ministros do STF

Com 46 anos de idade e 22 anos exercendo a magistratura federal, ocupando a titularidade da 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba, o juiz Sérgio Fernando Moro conquistou o notório reconhecimento nacional e internacional através da sua atuação na Operação Lava Jato, fazendo a vanguarda na condenação em massa da classe política envolvida nos esquemas de corrupção e no desvio do dinheiro público, colocando a cereja no bolo, com a condenação do ex-presidente da republica, Luiz Inácio Lula da Silva.

O eleitorado da esquerda e a imprensa brasileira e argentina ainda estavam se recuperando da derrota do Partido dos Trabalhadores nas Eleições de 2018 para a presidência da república, quando o presidente eleito, Jair Bolsonaro convidou o juiz Sérgio Moro para compor seu staff como o Ministro da Justiça e da Segurança Pública, tendo liberdade para operar no comando das políticas públicas dentro da pasta, enquanto que o Moro aceitou a missão.

Um lado fala que não faz sentido o Moro abandonar a magistratura para ficar subordinado ao Bolsonaro, uma vez que o juiz federal possui a autonomia administrativa e muitos poderes. O outro lado acusa o magistrado pelo requinte no seu trabalho, que condenou vários políticos, dizendo-lhe que houve parcialidade e que tal manobra comprometeria a essência de todo legado construído até o momento por ele. Dessa forma, ouso discordar dos dois lados da moeda em relação à minoria da opinião pública, uma vez que a maioria fez questão de se prender às acusações da esquerda e da própria direita em relação Bolsonaro, deixando de acompanhar o resumo da ópera ou a ópera toda do presidente eleito, que já tinha deixado claro, por inúmeras vezes, que faria o convite ao juiz Sérgio Moro para o  Ministério da Justiça e a indicação ao STF (Superior Tribunal Federal), caso fosse eleito. Junto no mesmo pacote, o Bolsonaro também deixou bem clara sua insatisfação com o modelo de seleção para o ingresso no STF, cuja maioria, na atualidade, foi indicada pelo PT e o MDB, apresentando, como uma possível solução em busca do equilíbrio dentro da república, a criação de mais 22 cargos de Ministros do Supremo, o que totalizaria 33 ministros, igualando com o STJ (Superior Tribunal de Justiça), que é a instância anterior ao STF, ocupando a segunda posição na hierarquia dos tribunais brasileiros.

Quando o presidente Bolsonaro fala em dar carta branca e liberdade plena ao futuro ministro da justiça e da segurança pública, Sérgio Fernando Moro, ele não está colocando, somente, a máquina da União e da Polícia Federal nas mãos do magistrado, que terá que se afastar da magistratura, mas também está dando a possibilidade de aproveitar a competência do operador do direito dentro da máquina executiva, para dar maior eficiência às missões que envolvam o combate à corrupção e a prisão das autoridades ligadas em outros crimes. Todavia, o Sérgio Moro terá a chance de revolucionar o Ministério da Justiça, além de ser indicado para o sonho de todo magistrado, promotor de justiça e advogado, que é ser Ministro do Supremo Tribunal Federal, com o total mérito e a aprovação da sociedade. Mas, a cereja do bolo é justamente aquilo que os críticos não estão vendo, que será o fato de que o Bolsonaro consultará o Sérgio Moro para fazer a indicação dos futuros Ministros do STF, que poderão ser 04, nos próximos quatro anos, ou 26, caso o presidente siga com sua estratégia de criar mais 22 cargos de ministros do STF e o Congresso Nacional a aprove.

Por fim, o juiz Sérgio Fernando Moro deve aceitar a missão e aproveitar a oportunidade que é dada a poucos dentro da tradicional república brasileira, uma vez que o Ministro Luiz Fux é o único magistrado de carreira que compõe o STF na atualidade, enquanto que os cargos foram preenchidos por profissionais leigos, advogados gerais da união e advogados ao longo da existência da Suprema Corte, uma vez que a exigência era o reconhecimento do notório saber jurídico, a indicação do presidente da república e a sabatina no Senado. Em suma, o destino está dando a chance do Sérgio Moro trazer a magistratura para dentro do STF, o que poderá ocorrer com a indicação da maioria com a criação dos 22 cargos e a aposentadoria dos 4 ministros na atualidade. Seria uma espécie de STF 2.0 Plus, como um software em constante desenvolvimento.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Jr : .

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Luis Felipe Nogueira Boareto é o novo Venerável Mestre da Loja Guanabara nº IV, no oriente de Rio Bonito

O dia 14 de julho é uma data importantíssima para o calendário maçônico e da história da humanidade, uma vez que esta data registra a queda da Bastilha em 1789 e o auge da Revolução Francesa, cuja essência se sustentou nos princípios maçônicos da LIBERDADE, IGUALDADE e  FRATERNIDADE.

Seguindo a tradição maçônica inglesa e do período imperial brasileiro, a Loja Guanabara Nº IV, foi fundada  no oriente de Rio Bonito no dia 14 de julho de 1857, trazendo consigo a beleza e o glamour da nobreza e do espírito liberalista para a região, cujo Município de Rio Bonito já se apontava como o centro fomentador econômico da época, gerando riqueza, cultura, história e uma dinastia de autoridades maçônicas desconhecidas pelos seus patrícios na atualidade.

No dia 14 de julho de 2018, foi  realizada a Sessão Especial do Aniversário de 161 anos da Loja Guanabara nº IV e a investidura e posse da nova administração, assumindo sob o comando do Venerável Mestre, Luis Felipe Nogueira Boareto, contando com a presença de 67 Irmãos, representando 13 Lojas da potência, sendo 06 Veneráveis e 06 Irmãos representantes da  alta administração da Grande Loja Maçônica do Estado do Rio de Janeiro.

No caso do Irmão e atual Venerável Mestre, LUIS FELIPE NOGUEIRA BOARETO, que foi meu contemporâneo na época do Colégio Cenecista Manual Duarte e advogado atuante na Comarca de Rio Bonito, desejo-lhe um tríplice e fraterno abraço e os votos de paz e prosperidade em sua gestão, uma vez que a família maçônica estará sob seus cuidados literalmente. Devido sua maturidade na Ordem e sua forma prática de ver a realidade e de solucionar os conflitos do cotidiano, vejo grande potencial para a Guanabara Nº IV se desenvolver, sem quebrar a etiqueta e a constituição maçônica. Talvez, ele consiga despertar os irmãos adormecidos e reconstruir o legado, ora bastante esquecido pelos anais da história, unindo a maçonaria fraterna a sua gênesis espiritual, mantendo-se, assim, a energia contínua transmitida durante o tronco da solidariedade e a cadeia de união.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior : .

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LOCAUTE

Rio Bonito, 27 de maio de 2018.

O movimento veio com o anúncio imprevisível.
locauteOs caminhões pararam nas rodovias,
Porque o governo aumentou o preço do combustível
Irresponsavelmente, por onze vezes seguidas.

A sociedade entrou em desespero,
Enquanto que secaram os postos de gasolina.
O ovo e a batata valiam mais que o euro.
Os idosos lembravam dos tempos da ferrovia.

Os caminhoneiros bloquearam as saídas das refinarias.
Os aviões continuaram nos aeroportos.
As pessoas propagaram o medo e as falsas notícias,
Enquanto que os sindicatos faziam seus acordos.

O Presidente da República ficou calado
Mesmo fazendo de conta que era algo banal.
O governo não pode abrir mão dos impostos elevados,
Tendo em vista que a festa já contava com o cupom fiscal.

O Ministro tem a convicção de que é locaute.
A imprensa chama a greve de chantagem.
A sociedade brasileira está à própria sorte,
Enquanto que os políticos só querem sacanagem.

O petróleo é nosso, mas já foi fatiado.
A gasolina teve o preço majorado.
O povo paga pelos erros de terceiros,
Enquanto aumenta a fila dos desempregados.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior : .

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Cavalgada Riobonitense é o encontro do sentimento com a amizade e a família

“É o contraste cultural ver o Mandiocão liderar a cavalgada com seus cavalos e cavaleiros, quando estamos no século XXI e com tanta tecnologia. Isso demonstra que a cidade ainda insiste em se manter no período do curral. Sendo assim, era para essa mesma galera pegar na enxada e no arado para plantar e produzir a agricultura de outros tempos. Isso ninguém quer por aqui, salvo se fantasiar de sertanejo para sair bem na fotografia.” (NOGUEIRA, 2018).

 

No dia 28 de abril de 2018, eu fiz um comentário simples e minimalista sobre a prática da cavalgada, que contará com posição de destaque no 172º aniversário de emancipação de Rio Bonito, uma vez que o prefeito Mandiocão é cavaleiro amante e praticante da arte, transformando o nicho numa forma personalizada da sua expressão política, mesmo que os riobonitenses tenham que conviver com os dejetos verdes deixados sobre o asfalto e o paralelepípedo.

Quando fiz a postagem no Facebook, fiz referência ao curral da época do Império, quando o riobonitense se recusa a pegar na enxada, no arado e no adubo para plantar ou tornar produtiva a pequena propriedade, mantendo o verdadeiro modelo econômico do nosso município, que se vende como um prestador de serviços, com altos índices de desemprego e com um mercado de trabalho limitadíssimo aos contadores, professores, vendedores e caixas dentro do comércio. Mandiocão faz seu marketing real e sincero de vida, representando o homem do campo, mas deixa o distrito de Boa Esperança abandonado. A situação se agrava quando a pessoa vai procurar emprego e é descartada na hora que informa sua residência, por causa do valor do transporte. Em suma, o único momento que o prefeito tem o contato real e sincero com o seu universo eleitoral é na hora da cavalgada.

Ao longo do debate, seis pessoas se apresentaram para defender seu nicho de negócio no ramo da criação e venda dos equinos, trazendo a argumentação de que o mercado nacional gera o montante de R$16 bilhões, que estão concentrados nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná. O Brasil possui o plantel de 600 mil cabeças, tendo o Estado do Rio de Janeiro a segunda posição, quando se trata da criação da raça mangalarga. Os números são expressivos e não podem ser ignorados. Todavia, tentaram impor a ideia de que os bilhões rendidos em outros estados justificariam o mercado bilionário ou doméstico em Rio Bonito, que não possui dados ou indicadores, porque não existem por parte da secretaria municipal de agricultura e os donos dos haras também não disponibilizam seus fluxos de caixa, quando o deveriam ter feito, a partir do momento que insistiram em abraçar a linha econômica como bandeira da justificativa.

Após o sinal do Batman ter reunido meia dúzia de cavaleiros despreparados para o combate, me apareceu o Fernando César, na manhã do dia 30 de abril, fazendo uma argumentação simples e objetiva sobre o mercado de equinos, trazendo a cavalgada para o campo antropológico, acrescentando sentimento, conectando o tempo, as pessoas e o espaço com os animais, agregando valores como amizade, família e companheirismo. Ele elevou a cavalgada ao encontro entre amigos e a demonstração do amor ao cavalo e ao próprio cavaleiro, sem enfeitar o pavão ou trazer dados e números da casa dos outros, construindo uma linha de raciocínio, inclusive, terapêutica, folclórica e cultural.

O Fernando César demonstrou que ainda existem pensadores coerentes na diversidade da sociedade brasileira, incorporando literalmente o cavaleiro e o cavalheiro inglês, com sua postura, escrita, educação, linha de raciocínio e cordialidade. Não sei qual raça de cavalo ele cria, mas sua dignidade foi merecedora dos cavalos árabes mencionados em Ben-Hur e da cavalaria inglesa conservadora, que mantém a escola mundial na etiqueta e na competição equestre. Ele me fez rever a questão social e emocional entorno da cultura. Aliás, com poucas linhas e de forma sucinta, o Fernando me demonstrou que é o amor que une os cavaleiros, enquanto que esse amor é tão grande, que eles não conseguem guardar para si e precisam compartilhar com o mundo, incluindo a marcha, o trote, o trato do pelo e a postura do animal. Até então, eu só conseguia fazer essa imagem na cultura gaúcha e mato-grossense, com os grandes fazendeiros e criadores. Mas, isso acontece em Rio Bonito no âmbito doméstico, sem muito enfeite ou arrogância, tornando a cavalgada folclórica, com significado e significância para o interior, agregando grande potencial turístico e econômico, se for considerando no plano diretor do turismo municipal.

Rio Bonito espera receber mais de 2.000 cavaleiros na sua cavalgada com o prefeito na abertura do evento dos 172 anos da sua emancipação, que passarão marchando com seus estandartes pelos átrios da cidade, lembrando as legiões romanas nos festejos de César e dos deuses após às vitórias na guerra sangrenta, impondo a civilização daquela época.

Por fim, ao Fernando César eu tiro o meu chapéu e me curvo por reconhece-lo como irmão e um verdadeiro amante da cavalaria, porque existem os amantes e aqueles que só visam o lucro no negócio e nada mais.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior:.

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Se eu fosse prefeito de Rio Bonito, faria o choque de gestão desde o primeiro minuto do mandato

Na noite do dia 18/02/2018, eu tive um sonho muito esquisito, pois sonhei que era o prefeito de Rio Bonito, enquanto que as pessoas me imploravam para manter as coisas como estavam, em nome da família riobonitense. Eu sentei na cadeira, esfreguei as mãos e disse não, porque Rio Bonito precisava crescer para todos.

Se eu fosse o prefeito, o Joselder seria o meu vice. Faríamos o choque de gestão desde o primeiro minuto. De cara, cancelaríamos todos os contratos temporários e colocaríamos os efetivos para trabalhar com ponto eletrônico.

Se eu fosse prefeito de Rio Bonito, investiria melhor os R$18 milhões de arrecadação mensal da cidade, cujo problema não está no dinheiro, mas no planejamento e na prioridade do grupo político.

Se eu fosse prefeito de Rio Bonito não deixaria de tapar um buraco para salvar uma vida, mas investiria mais nas pessoas, no Hospital Regional Darcy Vargas e na máquina da saúde, para que os cidadãos tivessem qualidade de vida. Faria a gestão participativa, com a auditoria continua no HRDV.

Se eu fosse prefeito de Rio Bonito, investiria tudo na capacitação da juventude e traria o SENAI para cá. É preciso fazer mais que promessas e acordos entre compadres e comadres.

Se eu fosse prefeito de Rio Bonito, cobraria o IPTU e demais impostos atrasados de todos, sem exceção, e aplicaria a responsabilidade indenizatória nos procuradores e servidores para cada processo judicial aberto erroneamente, quando o contribuinte provasse que procedeu o pagamento e foi ignorado por falha do sistema, que insiste em trabalhar no analógico ou no banco de dados de terceiros, para manter os acordos com a capital e com Brasília. Isso é inaceitável no século XXI, com R$18 milhões de arrecadação mensal.

Se eu fosse o prefeito de Rio Bonito, investiria mais nos servidores e na Dívida Ativa Municipal, porque é lá que está a verdadeira mina do dinheiro público, que precisa ser minerada e investida nos serviços públicos, começando pela melhoria tecnológica da Secretaria Municipal de Fazenda, da Procuradoria Geral do Município e da Controladoria.

Se eu fosse prefeito de Rio Bonito, cada carro destruído, desmontado integral ou parcialmente seria periciado, com a responsabilidade solidária aplicada diretamente ao motorista e ao secretário da pasta. Se o veículo destruído fosse deles, eles não fariam isso e não deixariam acontecer. Sai governante e entra governante, o sucateamento continua e ninguém fala ou faz qualquer coisa.

Se eu fosse prefeito de Rio Bonito, os diretores de escola seriam escolhidos pelo voto dos alunos, pais de alunos e professores em suas respectivas comunidades. Cada escola ficaria responsável pelas contas, manutenção e merenda. Caso contrário, não seria direção, mas cabide de emprego para o apadrinhamento político.

Seu eu fosse o prefeito de Rio Bonito, todos os salários ficariam disponíveis para a consulta pública no site. O mesmo seria feito em relação aos contratos e licitações.

Se eu fosse prefeito de Rio Bonito, não ia ter essa de secretário sair da pasta sem prestar conta do trabalho. Abriria a auditoria imediatamente para detectar se houve abuso, improbidade administrativa ou crime de responsabilidade. A bagunça nacional impera, porque há muita impunidade, enquanto que o fiscal abandonou seu posto e sua obrigação.

Se eu fosse prefeito de Rio Bonito, instalaria as câmeras de monitoramento na principais ruas e pontos da cidade do Basílio até o Rio do Ouro, estendendo para Boa Esperança. É o mínimo que a prefeitura tem que fazer na segurança pública.

Se eu fosse prefeito de Rio Bonito, as contas ficariam disponíveis no site da prefeitura para consulta contínua para que os cidadãos soubessem para onde cada centavo está sendo investido na nossa cidade, porque precisamos ter transparência nos atos públicos.

Se eu fosse prefeito de Rio Bonito, estenderia os serviços da secretaria de comunicação à Câmara Municipal de Rio Bonito, objetivando fazer a cobertura de todas as sessões on-line e ao vivo, para que todos os cidadãos pudessem acompanhar a política local dentro do calor e do conforto dos seus lares. Dessa forma, traria mais transparência ao serviço público e ao exercício da governabilidade, porque o governante e o fiscal da lei devem andar juntos em nome da justiça social e do bem-estar dos cidadãos.

Se eu fosse prefeito, não iria ser o pau mandado do grupo. Não faria o apadrinhamento político e não colocaria parente como secretário no governo. Isso seria só o começo da gestão. Os empresários iriam à loucura comigo, a imprensa oficial seria eletrônica e a licitação on-line, com direito a vídeo e tudo mais. Faria questão de transformar a prefeitura num BBB com câmeras ao vivo para que o povo acompanhasse tudo com transparência. Manteria a auditoria continua e apresentaria à parte podre e doente ao Ministério Público e à Justiça. É isso que eu espero do governante hoje, só para começar.

Se eu fosse candidato ao cargo de prefeito, não conquistaria muitos votos, porque eu não prometeria cargos e contratos às pessoas. Simplesmente, seria eu e a minha consciência, com a sociedade fazendo fila no escritório dos oponentes. Minha campanha seria com custo zero para não ter a obrigação de atender o pedido dos patrocinadores. Todavia, se o azarão ganhasse a corrida, minha alma e mente estariam livres para fazer o certo e colocar as coisas nos seus respectivos lugares. É disso que estou falando para o futuro e para o nosso próximo candidato: – Tenha coragem e luz própria. Levante e se ofereça para lutar pela sociedade.

Acho que estou começando a acreditar que poderei ser prefeito de Rio Bonito um dia, sem comprar voto, mentir para a sociedade e vender a alma para os empresários das licitações e dos eventos. Quem viria comigo ou com qualquer outro candidato digno, sem pedir qualquer coisa em troca, salvo fazer o certo, o legal e o necessário para o município? Quem se atreveria a fazer o certo e o necessário pela cidade, seus cidadãos e sua juventude?

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior:.

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Vice-prefeita Rita da Educação vira Rita da Saúde, mantendo os padrões dos governos anteriores na PMRB

whatsapp-image-2018-02-03-at-08-53-21Na última sexta-feira, dia 02 de fevereiro de 2018, a vice-prefeita de Rio Bonito, Rita de Cássia Antunes Borges Martins Gomes, popularmente conhecida como Rita da Educação, foi nomeada para o cargo de secretária municipal de saúde, símbolo SM, a contar de 02/02/2018, alcançando o ápice da sua carreira executiva e controlando, literalmente, um terço do orçamento municipal para 2018, no valor estimado em R$238 milhões, sendo R$79,3 milhões só para a pasta da saúde, que teve um péssimo desempenho no ano de 2017, salvo as propagandas do reforço de imagem do governo, com filas e agendamentos de longa espera no Loyola e nos postos de saúde, a UPA sem refrigeração e com problemas logísticos no estoque e almoxarifado, tendo em vista que o Município de Rio Bonito vem custeando a parte do Estado do Rio de Janeiro desde o anúncio da sua crise financeira, além dos empenhos superfaturados no transporte dos doentes, cujos carros foram maus utilizados pelo ente público, deixando a sociedade e os usuários dos serviços chupando dedo. Existem relatos do uso dos carros para a entrega de cachorro quente em festa de igreja no segundo distrito de Boa Esperança, por exemplo, enquanto que os doentes foram ignorados e deixados de lado.

No decorrer das eleições 2016, era visível e latente para a imprensa e a opinião pública que o grupo do prefeito Mandiocão estava fragmentado em 03 subgrupos políticos, sendo o primeiro original do prefeito, o segundo com o ex-secretário de saúde, Matheus Neto, como avatar, e o terceiro com a ex-vereadora e a atual vice-prefeita no comando, lutando por cada centímetro cúbico de influência e a atuação nos bastidores e nas apresentações no jogo do poder político. Dessa forma, também era latente e perceptível o conflito velado entre o grupo político do Matheus Neto e da Rita da Educação pela pasta da saúde e pela indicação do prefeito para a futura sucessão, lembrando a tradicional ritualística romana, quando o César levantava a mão do general e sucessor perante a sociedade nos festejos dos Deuses, com o escravo sussurrando no ouvido do indicado, dizendo-lhe que a morte era certa para todos.

A vice-prefeita estava com o controle da pasta da educação em 2017, que teve o orçamento real de R$58 milhões, recebendo o suporte extra de R$12 milhões do Governo Temer, totalizando R$70 milhões, enquanto que a educação municipal foi marcada pelos mandos e desmandos tradicionais nas direções escolares, com a merenda escolar comprometida na maioria das unidades, ficando mais latente a carência no interior, com a herança gerada no mandato do Mandiocão de 2005/2012, cujo caos foi mantido pela ex-prefeita Solange Pereira de Almeida, com as escolas sucateadas, professores desvalorizados e com péssimos salários, o FUNDEB utilizado de forma subjetiva, além da manutenção contínua dos contratos dos profissionais da saúde através do processo seletivo, quando a demanda deixa clara a necessidade do concurso público e do fim do cabide de emprego na educação, o que acabaria com o capital político do governante nas eleições seguintes.

Pelo julgamento histórico em 2017 e início de 2018, a vice-prefeita fez mais iniciativas plásticas com as pinturas e os trabalhos de imagem do que as intervenções e transformações essenciais e necessárias de fato na educação municipal, mantendo a tradição do mais do mesmo, vendendo a imagem de uma realidade editada no computador, cuja cereja do bolo foi o fechamento de uma escola no Quindão (Escola Municipal Casimiro de Abreu), no 2º Distrito de Boa Esperança em 2017, e de duas escolas, sendo a de Rio Mole e da Colina da Primavera, sem qualquer diálogo com a sociedade, o conselho municipal de educação e a Câmara Municipal, com a expectativa de fechar a escola de Cachoeiras dos Bagres ainda em 2018.

Por fim, a transição da vice-prefeita para a pasta da saúde poderá ser a volta por cima de tudo e a reinvenção de uma possível sucessão no poder para o Madiocão. Todavia, considerando o ambiente político local, acredito que já deixaram bombas instaladas propositalmente na pasta da saúde, que explodirão nas mãos da Rita de Cássia e que comprometerão seus planos para o futuro em relação ao cargo de prefeito, materializando o famoso fogo amigo ou a sabotagem no jogo do poder pelo poder. O primeiro desafio da vice-prefeita será a manutenção da UPA e das licitações deixadas pelo ex-secretário de saúde, num período em que o governo só possui 0,5% (meio por cento) de flexibilidade. É importante lembrar que estamos em ano eleitoral, enquanto que o Partido Progressista exigirá o apoio e a logística política na região para os seus candidatos ao Congresso Nacional, ALERJ, governo do Estado e Presidência da República. Dessa forma, a vice-prefeita e o prefeito não terão muita opção, diante do desgaste político e jurídico provocado na campanha eleitoral em 2016, que mantém o Mandiocão sentado na cadeira de prefeito, sustentado numa liminar, que arrancou a eleição, no tapetão, do Marcos Abrahão e a soberania da Câmara Municipal de Rio Bonito.

 

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior:.

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Mandiocão se colocou na mão da Câmara Municipal sem a flexibilidade orçamentária para 2018

Quando Mandiocão garantiu sua candidatura ao cargo de prefeito em 2016 por força da liminar, vencendo nas urnas e se mantendo na cadeira até a presente data, ele retirou a soberania da Câmara Municipal. Não satisfeito com o cenário construído por ele, o prefeito e seu respectivo grupo político tentaram interferir na eleição do presidente da casa legislativa para o próximo biênio de 2019/2020, perdendo para a oposição e aumentando o conflito entre os Poderes Executivo e Legislativo na jurisdição municipal. Simplesmente, eles assumiram o poder, mas não conseguiram exercer a governabilidade, se colocando na armadilha orçamentária para 2018, que foi construída pelo próprio governo, através da pasta responsável pela demanda, que é a Secretaria Municipal de Planejamento.

Com o orçamento de 2018 aprovado pela Câmara Municipal no valor presumido de R$180 milhões, o governo pediu a flexibilidade de 30% do valor, como de costume, enquanto que os vereadores aprovaram 0,5%. Na prática, isso quer dizer que o prefeito só poderá retirar R$900 mil do plano orçamentário anual ao longo de 2018, o que poderá comprometer vários projetos com os fundos próprios e o pagamento das contas da PMRB. Todavia, a culpa não é da Câmara ou dos vereadores, tendo em vista que foi o próprio governo que organizou o orçamento, através da Secretaria Municipal de Planejamento. Logo, pela primeira vez na história de Rio Bonito, o secretário de planejamento passou a ter a notoriedade e a responsabilidade que lhe são devidas ao cargo. No mais, o governo terá que torcer que as contas e o planejamento orçamentário estejam corretos, o que duvido muito, considerando a tradição local, com contas desorganizadas em todas as pastas, com exceção a educação, por causa do FUNDEB e o controle por parte da União.

É importante atentar o povo para o fato de que é a primeira vez que vejo a Câmara Municipal trabalhar da forma correta em relação à flexibilidade. Logo, toda a responsabilidade cairá nas mãos do prefeito e dos seus respectivos secretários, caso a contabilidade não se encaixe com a realidade, uma vez que o governo teve um ano para fazer o planejamento e o plano orçamentário. Assim sendo, terá muita gente falando no ouvido do prefeito para resolver o problema que acontecerá nas licitações, uma vez que não haverá a flexibilidade dos R$54 milhões para preencher os buracos entre uma conta e outra.

O prefeito Mandiocão está na mão do palhaço e terá que conversar com a Câmara Municipal e os vereadores para desenvolver seus projetos, caso contrário, continuará paralisado.

Por fim, devemos atentar para o fato de que a arquitetura das ações aplicadas pela Câmara Municipal é muito complexa, o que indica a existência de uma terceira pessoa no circuito do poder, que está articulando nas sombras e deixando o prefeito e seu grupo natural congelados no tempo e no espaço, diante da previsibilidade e da falta dos talentos e das habilidades necessárias para a saída da tempestade, que promete piorar.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Sobre a Operação Lei Seca e o Whatsapp

No dia 02/09/2017, fui dar uma volta em Rio Bonito à noite e me pararam pela primeira vez na Operação da Lei Seca. Achei muito interessante. A policial me parou, pediu os documentos e solicitou para acompanhá-la. Achei muito legal o aparato tecnológico e o bafômetro. Um colega me perguntou se eu estava preocupado: – Eu disse que não, porque pago meus impostos em dia e não bebo álcool. O bafômetro continuou zerado, me entregaram os documentos, enquanto que fiz o retorno e voltei para casa, com a sensação estranha do dever cumprido.

Na mesma noite, começaram os envios das mensagens pelo whatsapp e facebook, avisando que a Lei Seca estava em frente ao Super Market. Eu paguei a conta, entrei no carro e fui até lá para testar o serviço, que merece nota 10. Só faltou o cachaceiro de plantão, que deve ter mudado o percurso por causa da mensagem, até que ele provoque um acidente grave e machuque alguém que você ame. Pense nisso, antes de avisar sobre a fiscalização de qualquer coisa.

O DETRAN informou que existem mais de 60.000 pessoas que perderam o direito de dirigir e que não devolveram suas habilitações às autoridades competentes. Estranho, porque eu tenho a ligeira impressão que a maior parte dessa galera dirige em Rio Bonito.

Por fim, vejo uma sociedade hipócrita, cínica e demagoga, que exige mudança dentro de si e na política corrupta, mas que se recusa seguir seu discurso, começando pela desobediência às leis no trânsito e pelo envio das mensagens para proteger e blindar àqueles que estão alcoolizados ou sem a habilitação para dirigir, mas que mesmo assim insistem contrariar a lei, até baterem num poste em alta velocidade ou provocarem um acidente, envolvendo um inocente, porque, a partir do momento que eles beberam ou decidiram dirigir sem habilitação, se colocaram na condição de infratores, idealizando o suicídio ou o homicídio de outrem, que poderá ser alguém estranho, amigo, parente ou vizinho.

 

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A Quarta luz da loja maçônica

Esperamos que as constelações caiam em nossos braços, quando deveríamos seguir a lógica natural do universo, para nos elevarmos às estrelas e conquistarmos nosso lugar de direito entre os astros e corpos celestes. O mundo precisa da luz operante para sair da escuridão. Por isso, meu caro leitor, solicito humildemente que sejas luz ou cajado que transporta o fogo para dentro da caverna e do exílio.

O Orador é aquele que garante o cumprimento da Lei e que estabelece o caminho reto ao Venerável Mestre e aos irmãos dentro da Loja Maçônica. Onde está o Orador dos nossos lares, das nossas famílias? – Como caímos tanto diante de tanta abundancia e riqueza? Dizem que a Loja Maçônica possui três luzes para orientar o iniciado na lapidação da sua alma e moralidade. Todavia, me atrevo a discordar dos estatutos, manuais e landmarks para trazer a quarta luz aos céus do quadrilongo justo e perfeito, porque o Orador e a Lei, por ele relembrada, são um único astro com luz própria e que brilham do oriente ao ocidente e do norte ao sul, como o segundo sol, que está entrando em nosso sistema solar para alterar a ordem do dia e da noite, porque a humanidade precisa passar por uma nova revolução essencial no seu conteúdo e no pensamento contemporâneo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Quando as minorias falam mais alto que a sociedade

Eu nasci em 1976. Estávamos na ditadura militar. O mundo vivia a bipolaridade da Guerra Fria. A Alemanha estava dividida pelo Muro de Berlim. Muita gente acreditava que comunista comia criancinha. Havia a hegemonia heterossexual e a família era o centro da vida social. Naquela época, as minorias não eram percebidas, porque a imprensa lutava contra a censura, enquanto que não existia a internet e as redes sociais. Na atualidade, tudo mudou. Mesmo assim, acho que perdemos uma parte da nossa essência no meio do caminho, porque as minorias ganharam voz e se tornaram maiores que a própria sociedade. E foi nessa lógica insana, que criaram o bolsa família e as políticas públicas que colocam os opostos no conflito direto, para que o Estado tenha sentido e os cidadãos fiquem confusos na comunicação social. Enquanto isso, os políticos ficam cada vez mais ricos, sem derramar uma única gota de suor.

Volto a dizer que não acredito na solução dos nossos problemas com novos nomes ingressando na vida política, pois o verdadeiro caminho está no dia-a-dia, na nossa postura dentro do trabalho, na escola, na religião e, principalmente, dentro de casa, com nossa família. Político gosta de dinheiro, caso contrário, ele seria líder comunitário e trabalharia na caridade.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior