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Leandro Peixe e Aécio Moura precisam conversar sobre o futuro político de Rio Bonito em 2020

A Sociedade Brasileira ainda está no ritmo das eleições gerais de 2018, cujo resultado contrariou todas as pesquisas e as regras do marketing, quando anunciaram a vitória do Jair Messias Bolsonaro para a presidência da república e o Wilson Witzel para o governo do Estado do Rio de Janeiro.

Sem dúvida alguma, a eleição geral de 2018 foi a mais bipolarizada, sem essência e sem conteúdo, porque os candidatos fizeram questão de partirem para o luta na lama, enquanto que o Bolsonaro se recuperava da facada no hospital ou em sua casa, de onde fez sua propaganda, através do compartilhamento voluntário dos vídeos nas redes sociais e no whatsapp, derrubando o mercado bilionário das redes de televisão e dos tabloides, tanto no Brasil quanto no exterior.

Agora, após as eleições, estou observando os políticos oportunistas da velha escola democrática se aproveitando do fenômeno Bolsonaro e Wilson Witzel, fazendo planos para a eleição de prefeito de Rio Bonito em 2020, levantando a bandeira do PSL do Bolsonaro e ignorando o fato de que estiveram diretamente conectados aos políticos do PMDB, atual MDB, nos governos do Sérgio Cabral e do Pezão, bem como com relações diretas com o Paulo Melo, Jorge Picciani e Albertassi, que estão presos há meses, mas comandando a máquina pública do Estado do Rio de Janeiro, recebendo seus respectivos salários, fazendo novos avatares ou fantoches para a ALERJ nas eleições de 2018, e de olho no orçamento de R$248 milhões  do Município de Rio Bonito em 2020.

Com a possibilidade do fim da reeleição no Congresso Nacional, que foi uma das bandeiras do Bolsonaro ao longo da sua jornada de 2014 à 2018, a inelegibilidade da Solange Pereira de Almeida, que está tentando reverter a sentença condenatória transitada em julgado no STJ para concorrer as eleições em 2020, a prisão do Marcos Abrahão na Operação Furna da Onça e o fato de que nenhum prefeito conseguiu fazer sucessor, foi aberta a temporada de golpes de estado, estado de sítio e de desintegração dos três principais grupos políticos da nossa cidade, o que obrigará os articuladores das sombras a se fantasiarem de ovelhas para se adaptarem ao novo ambiente, que será inédito nos últimos 30 anos.

Também tenho escutado as pessoas falando em mudança e combate à corrupção de um lado, e que é necessário ter dinheiro para se ganhar uma eleição para prefeito do outro. Pessoalmente, eu acredito que é possível se fazer uma campanha limpa e sem comprar o voto dos eleitores, apresentando propostas justas à coletividade. Simples assim: – Se não ganhar a eleição, pelo menos fez o certo, o justo e o correto. A sociedade tem o direito de ter opções sinceras e verdadeiras para depois decidir no voto, através do processo democrático, se mudará ou ficará no ostracismo dos últimos 30 anos. É importante também lembrar que comprar voto é crime eleitoral.

A classe empresarial riobonitense está convergindo de três para dois grupos estratégicos, que possuem a intenção de participarem da próxima eleição para prefeito. Atualmente, nós temos o Leandro Peixe, da Autoescola Peixe, e o Aécio Moura, que é o empresário do ramo da construção civil, que lançou seu nome na eleição de 2016, mas desistiu antes mesmo de virar o pré-candidato, deixando os empresários desorganizados e sem um plano B para fazer a diferença. Mas, nada impede o surgimento de outros nomes. Todavia, a lógica indica que Leandro Peixe e Aécio Moura terão que fundir suas forças em nome da unidade maior de um lado, enquanto que existem outros fatores que também interferirão no processo do outro, e que são muito maiores do que o próprio Aécio Moura, cujo principal quesito é o fator RELIGIÃO. Logo, seguindo a lógica eleitoral de 2018, o Aécio Moura precisa muito mais do Leandro Peixe do que o contrário. Também existe o fator vice-prefeito, tendo em vista que o Aécio Moura se demonstrou inflexível em 2016 com sua indicação, enquanto que o Leandro Peixe tem várias possibilidades, começando pelo  médico cirurgião e pediatra, Dr. Élio Fernandes Campos Filho, que tem tudo para se tornar o ALFA ou o BETA para prefeito, nessa ou em qualquer outra chapa. Assim sendo, Vejo um grande potencial gestor e político no pediatra. Logo, se eu fosse o Aécio Moura e o Leandro Peixe, não pensaria duas vezes para conversar com o médico sobre suas ideias e propostas para Rio Bonito. Identifico nele uma liderança natural e inata, que possui substância e substrato, que são elementos raros na atualidade e necessários antes, durante e após as eleições.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior : .

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A Eleição Municipal de 2016 será uma roleta russa, com o resultado previsível para prefeito, se não mudarem a estratégia

Os comentários, nos últimos dias, apontam os  atuais presidentes dos partidos políticos e os possíveis candidatos ao executivo nas próximas eleições municipais, em 2016. Os intelectuais de plantão, os comerciantes, os empresários e a própria imprensa estão ignorando fatores importantíssimos, os quais indicam que não importa o quanto estejam propagando a impopularidade e os erros do atual governo, tendo em vista que o riobonitense nunca considerou o partido político no momento de depositar seu voto. Embora a eleição envolva fórmulas matemáticas complexas, quanto ao coeficiente eleitoral, números de cadeiras no legislativo, considerando o universo dos votos válidos, há uma trágica realidade por trás de todos os movimentos populares, que vai muito além da tentativa de um grupo político querer ocupar o lugar do outro na disputa pelo poder e o controle absoluto sobre o orçamento público, porque a cegueira cria a ilusão da esperança ao seu praticante, enquanto que esse começa a acreditar nos boatos, ignorando a lógica e a probabilidade matemática: – Num universo de 36.000 eleitores, quando se tem o padrão de um terço dos votos válidos, quanto mais candidatos existirem para prefeito, a atual governante terá a garantia da reeleição. Só existem dois caminhos possíveis para que haja a mudança no poder local:  – Primeiro, esgotarem as chances das liminares e dos recursos na ação, que já deveria ter o TRÂNSITO EM JULGADO certificado, diante da perda do prazo já confirmada nos últimos dois recursos no TRF e no STJ, retirando a candidata, Solange Pereira de Almeida, da competição. Segundo, e com pouca garantia de sucesso, será a unificação da oposição, que já está dividida em diversos grupos, em uma única chapa consolidada.

Pessoalmente, analisando o cenário político local, a prefeita, Solange Pereira de Almeida, tem grande probabilidade de ser reeleita, com direito a festa na Praça Fonseca Portela, com fogos de artifícios e trio elétrico. A questão é sabermos se ela conseguirá chegar ao período eleitoral, através dos recursos, e se a candidata natural conseguirá se manter no poder pelo período de 02 (dois) anos, para transferir seu exército eleitoral ao vice-prefeito. Caso contrário, a ocupação do cargo ficará com o segundo colocado, se não estiver impugnado, não podendo ignorar a hipótese da necessidade de ser realizada uma nova eleição.

Realmente, gostaria de saber o que está se passando pela cabeça dos possíveis candidatos, dos presidentes dos partidos políticos e dos grupos. Está faltando visão sistêmica no tabuleiro de xadrez. No final, fica aquela sensação que 2014 será um ensaio para as eleições municipais em 2020.

Por fim, o verdadeiro combate está no Judiciário Federal, enquanto que os possíveis candidatos, AÉCIO MOURA, MARQUINHOS LUANDA CAR, MATHEUS NETO e MARCOS ABRAHÃO deveriam fazer a UNIDADE nas forças, objetivando a criação de um único grupo político, com  opções reais para Prefeito, Deputado Federal e Estadual, todas vinculadas à sociedade riobonitense. Se essa UNIDADE não for estabelecida, a eleição será uma roleta russa. Espero que os políticos leiam esta resenha e compreendam a necessidade da união, que seria brilhante para a construção de uma carreira política sólida aos candidatos, bem como para a própria sociedade riobonitense, que teria o prefeito e os deputados com vínculo com a nossa terra.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior