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Estrela Cadente

Não sou herói.

Não trouxe a paz para Israel.

Não encontrei a cura para qualquer doença.

 

Não segurei a dor que corrói.

Também não me considero um bom fiel.

Salvo a fé cega depositada na ciência.

 

Não fiz muita coisa produtiva.

Mas matei um leão todos os dias

Para manter minha família unida.

 

Para muitos, isso é pouco.

Para mim já é o bastante.

 

Quanto menor for o peso no lombo,

Meu passo será mais largo e distante.

 

Assim, como o dedo que aponta a criança,

Alcançarei a calda daquela linda estrela cadente.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Rio Bonito, 31 de julho de 2018.

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A Múmia do Faraó

Retiraram suas vísceras.

O cérebro foi dissolvido em doses homeopáticas.

Havia total integridade nas têmporas,

Salvo o buraco da sucção hemorrágica.

Como uma obra de arte,

A carne foi convertida em cerâmica.

O corpo foi dissecado por milímetros

E enrolado por várias ataduras,

Compondo um casulo humanoide,

Que aguardava o nascimento da nova criatura,

Recebendo os cuidados de um ovoide.

A múmia era o início da conexão,

Cuja jornada não podia contar com a sorte,

Porque Anúbis cobraria o seu quinhão,

Enquanto que não havia plenitude para os pobres.

Uma vez servo e escravo na vida,

A mesma condição se perpetuaria na morte,

Porque o barco precisava navegar pelo infinito,

Enquanto que alguém teria que remar

E carregar os tesouros do Faraó,

Reproduzindo àquilo que é egípcio

E todos os abusos que ocorreram no leito do Nilo.

Logo, observe atentamente ao seu redor.

Trabalhe para atender os caprichos do Estado

E acumule para obter a concessão dos deuses.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior : .

Rio Bonito, 07 de agosto de 2018.

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NÃO EXISTE O ACASO NA ESPIRITUALIDADE

 

Por mais que o tempo avance para o futuro, a população mundial aumenta de forma descontrolável, ultrapassando os 7,6 bilhões de habitantes, que consomem água, comida, serviços e produtos, gerando um mercado jamais testemunhando antes na História da Humanidade, que também traz consigo a fome, miséria, desigualdade social, pobreza e a guerra, que se especializou em diversas modalidades, podendo acontecer, inclusive, sem as bandeiras das nações, dentro do terrorismo e do processo de urbanização, para justificar o lucro e o poder de alguém sobre outrem.

O princípio da ação e reação se perpetua nas sociedades, nas relações humanas, na política e na religião. Dessa forma, fica claro e evidente o fato de que a realidade só está retribuindo aquilo que cultivamos por séculos durante o processo histórico da civilização e da exploração ou por décadas durante nossa existência individual. E mesmo assim, o antigo nunca foi tão atual e moderno, como o Código de Hamurabi, que se baseia no “olho por olho e dente por dente”, apresentando o modelo de justiça mais apropriado para o mundo material, baseado na compensação dos fluxos e na retificação do “pecado”. Não importa se sua religião fala em amor ao próximo ou defenda o respeito à diversidade, porque, se você tirar todos os dogmas, as proibições e as toneladas de linguiças que foram engordurando o pensamento social, encontraremos o princípio do “olho por olho e dente por dente”, que poderá aparecer de forma evidente através do discurso da espada ou no processo da reencarnação, que faz questão de disfarçar essas máculas, justificando, por exemplo, os acidentes coletivos como a providência divina para que os indivíduos envolvidos no incidente sejam retificados e quitem suas dívidas de vidas passadas.

Depois da reflexão supra, é imperativo analisarmos o fato de que a justiça divina segue um padrão reto e medido com o peso certo, buscando a retratação, a compensação e o aperfeiçoamento do Homem, enquanto que o consentimento do perdão não retira a responsabilidade do criminoso diante dos seus atos, mas torna o caminho mais salutar e suportável, quando ele compreende a necessidade da mudança para o desenvolvimento pessoal e de toda sua geração.

Enquanto alguns se apresentam na vida material para contribuírem com as nações que são os referenciais da iluminação e do desenvolvimento científico, a maioria está por cá para cumprir sua pena, compensando a existência entre méritos e deméritos, construindo uma rede neural e espiritual tão insana, que deixaria o purgatório da Divina Comédia de Dante pequeno no tamanho e na eficiência.

Por fim, não se desespere, porque a existência do espírito é uma viagem contínua entre a reencarnação e a pluralidade universal, idealizando a ordem no tempo e no espaço, além do processo essencial da iluminação, lapidando o homem velho dentro de nós e desenvolvendo as virtudes necessárias para essa geração e as próximas, sendo cada uma na sua própria época, cujos chamados ser-se-ão diante da necessidade dos médicos, santos e, porque não dizer os soldados da luz, cuja presença inibe o caos e estabelece a ordem desde a alta corte celestial até o último nível da escuridão, em terras desconhecidas, porque acabaram de ser criadas pelos medos e receios da própria humanidade, que ainda insiste em construir prisões, quando poderia desenvolver colônias, passear pelas campinas e colher flores.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior : .

Rio Bonito, 01 de agosto de 2018.

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A Herança do Shabat

Enquanto o mundo prende sua atenção ao material,

Faço o caminho contrário,

Porque é imperativo viver o real,

E manter-se íntegro diante do fato

De que faço parte de um rio,

Cuja nascente é o passado

E seu curso segue para o futuro,

Acompanhando o fluído do espírito.

 

Mesmo diante das tribulações do presente,

Com suas contradições históricas,

Não se deixe levar pelas mentiras da mente,

Pois, por mais que se façam heroicas,

As conquistas sagradas se fizeram sobre o sangue,

A escravidão e a exploração dos inocentes.

 

Quando o mundo insiste em fazer guerras,

As religiões ocidentais se limitam à oração,

Guardando o domingo como o dia santo.

O fantasma da política assombra toda nação,

Debochando da ignorância das criaturas,

Contrariando a essência das escrituras.

Assim, o sagrado virou profano,

Recebendo o valor monetário.

 

Quando a corrente majoritária estabelece o errado,

Sigo o meu caminho no exílio,

Sem uma casa de oração ou um rabino,

Porque finquei minhas raízes na cidade de Rio Bonito.

Enquanto todos rezam para o Messias e guardam o domingo,

Faço questão de aguardá-lo,

Festejando e em regozijo todos os sábados.

 

Minha amada e querida Sophia,

No momento da minha partida,

Enquanto os ricos deixam o formal de partilha,

Farei justamente o contrário,

Deixando de herança a Paz e a Festa do sábado,

Com a Torá, o Sidur, as velas e os enlutados…

E nada mais.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior : .

Rio Bonito, 21 de julho de 2018.

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Luis Felipe Nogueira Boareto é o novo Venerável Mestre da Loja Guanabara nº IV, no oriente de Rio Bonito

O dia 14 de julho é uma data importantíssima para o calendário maçônico e da história da humanidade, uma vez que esta data registra a queda da Bastilha em 1789 e o auge da Revolução Francesa, cuja essência se sustentou nos princípios maçônicos da LIBERDADE, IGUALDADE e  FRATERNIDADE.

Seguindo a tradição maçônica inglesa e do período imperial brasileiro, a Loja Guanabara Nº IV, foi fundada  no oriente de Rio Bonito no dia 14 de julho de 1857, trazendo consigo a beleza e o glamour da nobreza e do espírito liberalista para a região, cujo Município de Rio Bonito já se apontava como o centro fomentador econômico da época, gerando riqueza, cultura, história e uma dinastia de autoridades maçônicas desconhecidas pelos seus patrícios na atualidade.

No dia 14 de julho de 2018, foi  realizada a Sessão Especial do Aniversário de 161 anos da Loja Guanabara nº IV e a investidura e posse da nova administração, assumindo sob o comando do Venerável Mestre, Luis Felipe Nogueira Boareto, contando com a presença de 67 Irmãos, representando 13 Lojas da potência, sendo 06 Veneráveis e 06 Irmãos representantes da  alta administração da Grande Loja Maçônica do Estado do Rio de Janeiro.

No caso do Irmão e atual Venerável Mestre, LUIS FELIPE NOGUEIRA BOARETO, que foi meu contemporâneo na época do Colégio Cenecista Manual Duarte e advogado atuante na Comarca de Rio Bonito, desejo-lhe um tríplice e fraterno abraço e os votos de paz e prosperidade em sua gestão, uma vez que a família maçônica estará sob seus cuidados literalmente. Devido sua maturidade na Ordem e sua forma prática de ver a realidade e de solucionar os conflitos do cotidiano, vejo grande potencial para a Guanabara Nº IV se desenvolver, sem quebrar a etiqueta e a constituição maçônica. Talvez, ele consiga despertar os irmãos adormecidos e reconstruir o legado, ora bastante esquecido pelos anais da história, unindo a maçonaria fraterna a sua gênesis espiritual, mantendo-se, assim, a energia contínua transmitida durante o tronco da solidariedade e a cadeia de união.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior : .

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A Hora da Partida

O momento da partida sempre é difícil para quem fica e para quem parte, porque, por mais que a sociedade se sustente no individualismo como a unidade mínima, sempre ficarão os fragmentos das impressões e das experiências de uma pessoa para outra.

Somos viajantes do tempo e das emoções, transferindo a bagagem continuamente com o próximo. Ora temos a sobrecarga do peso, ora não temos peso algum. E assim, vamos compensando uns com outros e vice-versa, numa solidariedade que se prende ao afeto e à afinidade, porque, no final, aquilo que parece ser o sacrífico ou um castigo, pode ser a oportunidade do ajuste e da aproximação.

Ninguém disse que a partida seria fácil, mas temos que ir, sem data, local e hora anunciados pelo além. Logo, é importante praticar a justiça, o respeito, o arrependimento e o perdão, devendo lembrar que a vida precisa ser sincera e plena, porque o corpo possui prazo de validade e, ao contrário do espírito, sua essência é mortal.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior : .

Rio Bonito, 14 de julho de 2018.

 

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Cavalgada Riobonitense é o encontro do sentimento com a amizade e a família

“É o contraste cultural ver o Mandiocão liderar a cavalgada com seus cavalos e cavaleiros, quando estamos no século XXI e com tanta tecnologia. Isso demonstra que a cidade ainda insiste em se manter no período do curral. Sendo assim, era para essa mesma galera pegar na enxada e no arado para plantar e produzir a agricultura de outros tempos. Isso ninguém quer por aqui, salvo se fantasiar de sertanejo para sair bem na fotografia.” (NOGUEIRA, 2018).

 

No dia 28 de abril de 2018, eu fiz um comentário simples e minimalista sobre a prática da cavalgada, que contará com posição de destaque no 172º aniversário de emancipação de Rio Bonito, uma vez que o prefeito Mandiocão é cavaleiro amante e praticante da arte, transformando o nicho numa forma personalizada da sua expressão política, mesmo que os riobonitenses tenham que conviver com os dejetos verdes deixados sobre o asfalto e o paralelepípedo.

Quando fiz a postagem no Facebook, fiz referência ao curral da época do Império, quando o riobonitense se recusa a pegar na enxada, no arado e no adubo para plantar ou tornar produtiva a pequena propriedade, mantendo o verdadeiro modelo econômico do nosso município, que se vende como um prestador de serviços, com altos índices de desemprego e com um mercado de trabalho limitadíssimo aos contadores, professores, vendedores e caixas dentro do comércio. Mandiocão faz seu marketing real e sincero de vida, representando o homem do campo, mas deixa o distrito de Boa Esperança abandonado. A situação se agrava quando a pessoa vai procurar emprego e é descartada na hora que informa sua residência, por causa do valor do transporte. Em suma, o único momento que o prefeito tem o contato real e sincero com o seu universo eleitoral é na hora da cavalgada.

Ao longo do debate, seis pessoas se apresentaram para defender seu nicho de negócio no ramo da criação e venda dos equinos, trazendo a argumentação de que o mercado nacional gera o montante de R$16 bilhões, que estão concentrados nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná. O Brasil possui o plantel de 600 mil cabeças, tendo o Estado do Rio de Janeiro a segunda posição, quando se trata da criação da raça mangalarga. Os números são expressivos e não podem ser ignorados. Todavia, tentaram impor a ideia de que os bilhões rendidos em outros estados justificariam o mercado bilionário ou doméstico em Rio Bonito, que não possui dados ou indicadores, porque não existem por parte da secretaria municipal de agricultura e os donos dos haras também não disponibilizam seus fluxos de caixa, quando o deveriam ter feito, a partir do momento que insistiram em abraçar a linha econômica como bandeira da justificativa.

Após o sinal do Batman ter reunido meia dúzia de cavaleiros despreparados para o combate, me apareceu o Fernando César, na manhã do dia 30 de abril, fazendo uma argumentação simples e objetiva sobre o mercado de equinos, trazendo a cavalgada para o campo antropológico, acrescentando sentimento, conectando o tempo, as pessoas e o espaço com os animais, agregando valores como amizade, família e companheirismo. Ele elevou a cavalgada ao encontro entre amigos e a demonstração do amor ao cavalo e ao próprio cavaleiro, sem enfeitar o pavão ou trazer dados e números da casa dos outros, construindo uma linha de raciocínio, inclusive, terapêutica, folclórica e cultural.

O Fernando César demonstrou que ainda existem pensadores coerentes na diversidade da sociedade brasileira, incorporando literalmente o cavaleiro e o cavalheiro inglês, com sua postura, escrita, educação, linha de raciocínio e cordialidade. Não sei qual raça de cavalo ele cria, mas sua dignidade foi merecedora dos cavalos árabes mencionados em Ben-Hur e da cavalaria inglesa conservadora, que mantém a escola mundial na etiqueta e na competição equestre. Ele me fez rever a questão social e emocional entorno da cultura. Aliás, com poucas linhas e de forma sucinta, o Fernando me demonstrou que é o amor que une os cavaleiros, enquanto que esse amor é tão grande, que eles não conseguem guardar para si e precisam compartilhar com o mundo, incluindo a marcha, o trote, o trato do pelo e a postura do animal. Até então, eu só conseguia fazer essa imagem na cultura gaúcha e mato-grossense, com os grandes fazendeiros e criadores. Mas, isso acontece em Rio Bonito no âmbito doméstico, sem muito enfeite ou arrogância, tornando a cavalgada folclórica, com significado e significância para o interior, agregando grande potencial turístico e econômico, se for considerando no plano diretor do turismo municipal.

Rio Bonito espera receber mais de 2.000 cavaleiros na sua cavalgada com o prefeito na abertura do evento dos 172 anos da sua emancipação, que passarão marchando com seus estandartes pelos átrios da cidade, lembrando as legiões romanas nos festejos de César e dos deuses após às vitórias na guerra sangrenta, impondo a civilização daquela época.

Por fim, ao Fernando César eu tiro o meu chapéu e me curvo por reconhece-lo como irmão e um verdadeiro amante da cavalaria, porque existem os amantes e aqueles que só visam o lucro no negócio e nada mais.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior:.

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Andrezinho Shock representa o natal com personalidade e a família riobonitense

Quando eu me lembro do Andrezinho Shock, popularmente conhecido como o poeta do funk, me vem a visão do menino que cantava samba e funk de raiz lá no fundo da sala de aula e na hora do recreio no saudoso Colégio Cenecista Manual Duarte. Naquele momento, nós não sabíamos que o passado estava construindo o futuro da maior personalidade riobonitense na atualidade, que se manteve focalizado em seus objetivos, na família e nos projetos, sem perder sua identidade e consciência.

As palavras vão se agrupando naturalmente, quando escrevo sobre o André Luís Nogueira Xavier, que é o homem, as ideias, as atitudes e a personalidade que está por trás do Andrezinho Shock, o poeta do funk. Hoje, com 40 anos de idade, casado com Sabrina Xavier e pai da Lys Martinez, ele conquistou a fama e conseguiu manter sua imagem íntegra à família, servindo de referência positiva para Rio Bonito e o Brasil com sua música, composição e trabalhos sociais. Não seria algo tão extraordinário, se não fosse o simples detalhe de que seu combate e suas conquistas foram travadas nas periferias brasileiras, levando a luz e a consciência através do funk de raiz, ultrapassando obstáculos e vencendo preconceitos, porque o funk está popularizado na atualidade, mas não foi sempre assim.

Quem conheceu o Andrezinho Shock na infância, sabe que o poeta do funk sempre esteve ali, aguardando o momento determinado por Deus para explodir e conquistar o mundo, com os seus sucessos, tais como A vida é tipo roda gigante, Destino implacável, injustiçado, Vida Blindada, Louco para Viver, Minha Missão, Aqui se faz Aqui se paga, Amor Inigualável, Dois pesos Duas medidas, Desejo de Amar, Só Vitória, Gata de Elite, Bonde do Patrão, Mansão de Elite, Salvando sua Vida, Salve-se quem puder, Seu Amor, Mistura Boa, Filho do Dono, entre outros sucessos.

A Empório, a sua butique de acessórios, localizada na Rua da Conceição, centro, Rio Bonito, fez sua campanha de marketing 2017 com o tema, Natal com personalidade, apresentando o Andrezinho Shock com sua linda família. Nunca vi uma propaganda tão planejada e apropriada para Rio Bonito, enquanto que o poeta do funk é uma personalidade notória e que representa muito bem o modelo da família tradicional, idealizado pela sociedade brasileira e, principalmente, riobonitense. Simplesmente, quando eu olhei o outdoor na rua e as fotografias no facebook, me identifiquei com a imagem e todo o contexto dentro da fotografia, porque aquilo ali é real e pode ser tocado e percebido pelas pessoas, por sua naturalidade. O fotógrafo Rafael Rodrigues Xavier conseguiu captar e capturar o momento, o tempo, a emoção e a essência de todo contexto nas fotografias, como que se ele também estivesse sentado comigo na sala de aula do Colégio Cenecista Manuel Duarte, no início da década de noventa. Há outro detalhe muito importante, que é o cenário de fundo, valorizando o Natal Bonito e a cidade de Rio Bonito.

Por fim, eu tenho muita admiração, orgulho e respeito pelo André Luís Nogueira Xavier, porque ele se manteve íntegro ao longo do caminho e venceu, constituindo uma família linda e unida aos olhos de Deus e do mundo, nadando contra a corrente da aparência e do mundo editado pelo Corel Draw e Photoshop, valorizando Rio Bonito em seus vídeos e postagens nas redes sociais. Em suma, ele não se esqueceu de onde veio e se orgulha disso.

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Por Nadelson Costa Nogueira Junior