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A Quarta luz da loja maçônica

Esperamos que as constelações caiam em nossos braços, quando deveríamos seguir a lógica natural do universo, para nos elevarmos às estrelas e conquistarmos nosso lugar de direito entre os astros e corpos celestes. O mundo precisa da luz operante para sair da escuridão. Por isso, meu caro leitor, solicito humildemente que sejas luz ou cajado que transporta o fogo para dentro da caverna e do exílio.

O Orador é aquele que garante o cumprimento da Lei e que estabelece o caminho reto ao Venerável Mestre e aos irmãos dentro da Loja Maçônica. Onde está o Orador dos nossos lares, das nossas famílias? – Como caímos tanto diante de tanta abundancia e riqueza? Dizem que a Loja Maçônica possui três luzes para orientar o iniciado na lapidação da sua alma e moralidade. Todavia, me atrevo a discordar dos estatutos, manuais e landmarks para trazer a quarta luz aos céus do quadrilongo justo e perfeito, porque o Orador e a Lei, por ele relembrada, são um único astro com luz própria e que brilham do oriente ao ocidente e do norte ao sul, como o segundo sol, que está entrando em nosso sistema solar para alterar a ordem do dia e da noite, porque a humanidade precisa passar por uma nova revolução essencial no seu conteúdo e no pensamento contemporâneo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Grupo Espírita João Baptista é um lugar de amor, luz, conhecimento e caridade, que está aberto para todos

Na semana passada, eu quis fazer algo diferente. Fui com minha família ao Grupo Espírita João Baptista, localizado à Rua Major Bezerra Cavalcanti, nº 521, centro, Rio Bonito – RJ. Lá, assistimos a palestra sobre o estudo das obras de Allan Kardec, ministrada por Paula Sales, cujo tema era a Vinha de Luz e a lapidação do velho homem dentro de nós, com seus instintos e o egoísmo. Simplesmente, foram trinta minutos produtivos e enriquecedores, que levaram a alma humana aos auspícios do evangelho e ao contraste com nossa realidade atual, histórica, espiritual e evolutiva. Me desintoxiquei da tempestade das informações do cotidiano, cujo processo de filtragem se salva pouca coisa.

Hoje, meu coração necessitava da congregação física entre os irmãos, enquanto que meu espírito queria se nutrir com a sabedoria da palestra e a prece. E assim, foi dado de presente a palestra do Luis Celso Nunes, que atentava para a necessidade de nos tornamos persistentes e vigilantes diante das tribulações e das nossas próprias paixões na prática da caridade e no desenvolvimento nas relações humanas no mundo material e espiritual. Como a resposta a alguns questionamentos que tenho sobre o caos ético que paira sobre a humanidade, o irmão citou as palavras de Emmanuel, que explanavam o fato de que a exaltação evolutiva do espírito humano só é possível sob duas asas, a inteligência e o aperfeiçoamento moral pela experiência.

 

 

GRUPO ESPÍRITA JOÃO BAPTISTA – PROGRAMAÇÃO SEMANAL
Domingo 10:00 Palestra
Terça-Feira 18:00 Estudo das obras de André Luiz.
20:00 Estudo de O Evangelho segundo Espiritismo.
Quarta-Feira 13:30 Estudo das obras de Allan Kardec.
20:00 Palestra (30 min) e Passe (Fluidoterapia).
Quinta-Feira 18:00 Estudo das obras de Yvonne A. Pereira.
20:00 Estudo de O Livro dos Espíritos.
Sexta-Feira 08:00 Estudo das obras de Allan Kardec.
09:00 Estudo das obras de André Luiz.
Sábado 08:00 Estudo das obras de Allan Kardec.
09:30 Estudo doutrinário com pais e/ou responsáveis.
09:30 Evangelização infanto juvenil.
11:00 Mocidade espírita.

 

Em suma, mais uma vez a palestra foi providencial, construtiva, humana e divina, principalmente, num período marcado por conflitos éticos e morais contínuos na sociedade ocidental e oriental. No mais, se dê uma chance para conhecer o diferente e de se surpreender consigo mesmo diante do espelho da palavra e do conhecimento.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Brasil não precisa mais dos ditadores, mas do retorno da constituição viva, através da Monarquia

Há uma carência programada e planejada no ensino brasileiro em relação à disciplina da História, principalmente, quando a disciplina fica específica à História do Brasil. Simplesmente, quanto mais nos aproximados do período Monárquico e Republicano, os temas são apresentados de forma rasa aos alunos, no intuito de enfraquecer o pensamento monarquista constitucional de um lado, além de manter a juventude, no processo de reposição das gerações, sob a zona do controle social, alimentando de forma direta as tendências do Estado, que se mantiveram no prisma conservador e da direita, preservando a propriedade, o latifúndio e a participação de uma minoria contribuinte de 20% de uma nação, que tem que sustentar a totalidade dos 200 milhões de habitantes.

Se o Brasil gozou a plenitude constitucional e a cidadania, é latente que foi na Monarquia, principalmente no reinado do Dom Pedro II, que foi um estadista, com a visão esplêndida do futuro da nossa nação, investindo na tecnologia e no desenvolvimento, enquanto que sua geração dos empresários e políticos não o acompanhavam na maioria dos projetos, devido à visão obtusa, limitada e escravagista do seu tempo. Precisamos apontar para um fato muito importante na História do Brasil, que nossos professores não contaram: – Os militares deram fim ao regime monárquico, porque a família real passou por cima do Congresso Nacional, abolindo a escravidão no país. Em retaliação ao ato irrevogável do Império, os senhores das fazendas de café e do açúcar se recusaram a contratar a maioria dos negros libertos, preferindo pagar a viagem e o salário ao imigrante europeu, alegando a transmissão da tecnologia, quando de fato a situação se limitava à vaidade humana.

A população negra foi para o campo e para os morros, que evoluíram para o modelo do subúrbio e das favelas que conhecemos hoje. O código penal previa o crime de vadiagem, levando o Estado a prender os negros desempregados, que estavam pelas ruas, levando-lhes ao trabalho forçado nos navios da marinha. Assim, dando o salto histórico superior a um século, nos deparamos com os problemas sociais construídos naquela época, não pelo Império, mas pela República das Espadas, que virou a do Café com Leite e se apresenta como a democracia da parceria entre o PMDB e o PSDB.

Por fim, aconselho a você, que é jovem e cheio de ideias para utilizar a internet e estudar mais sobre as monarquias europeias. Depois de analisar as informações da atualidade, faça uma pesquisa profunda sobre a Monarquia Constitucional Brasileira, e concluirás que éramos para ter seguido a tradição da Inglaterra, Holanda e da Finlândia, por exemplo, mas acabamos seguindo o sonho americano, conquistando direitos trabalhistas em períodos ditatoriais e colocando os políticos corruptos para brincarem de casinha com dinheiro público, deturpando a essência do Estado e do próprio povo brasileiro, que não fora consultado quando fizeram o golpe e a mudança do sistema, transferindo o poder moderador do Imperador para o Senado e a Câmara dos Deputados. O Brasil não precisa de mais senadores, mas do retorno do Rei e da legitimidade do Estado, que deve ser separada das questões do governo dentro da essência parlamentar da Monarquia Constitucional.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Brasil tem mais mortes violentas que as zonas de guerra, mas as autoridades se calam

Ao assistirmos o noticiário na televisão ou acompanharmos a programação nas rádios difusoras brasileiras, nos deparamos continuamente com as notícias envolvendo os arrastões, os tiroteios ao céu aberto, as disputas das facções criminosas pelo domínio do território, assaltos às agências bancárias, tráfico de drogas e armamentos, além da corrupção que assola o país, deixando a máquina pública sem resposta diante dos conflitos urbanos e das manipulações dentro do jogo do poder. Simplesmente, o tabuleiro está montado, enquanto que as peças são movimentadas desde as comunidades e favelas, alcançando as coberturas na zona sul do Rio de Janeiro, transmitindo a mensagem de que o cidadão tem que se esconder dentro de casa, porque está tudo dominado pelo crime desorganizado.

Entre os buracos criados pelo Congresso Nacional na elaboração das leis, o Poder Judiciário, mesmo com o magistrado concursado cumprindo seu papel com excelência, tem sua missão deturpada pelos Ministros dos Tribunais Superiores, que são indicados pelo Presidente da República e precisam da aprovação de dois terços do Senado Federal para assumirem os cargos. Dessa forma, o sistema garante seus interesses, através da manipulação nas esferas superiores. Mas, o mecanismo supramencionado não se limita ao prazer dos políticos, servindo como via de controle das maiores empresas nacionais e multinacionais.

Para piorar o contexto, as comissões dos direitos humanos estabelecem limites na segurança pública, que prejudicam mais a cidadania e o cidadão, dando poderes, voz e representação ao criminoso, transformando-lhes em vítimas de um sistema, que está condenando a polícia, que querendo ou não, é a instituição dos super-heróis dos tempos modernos, que lutam e se sacrificam nos limites da sociedade, para que possamos dormir em paz, o sono dos justos.

Acompanhando o twitter do Comandante do Exército, General Villas Boas, me deparo com os dados referentes aos números da guerra, que apontam que o Brasil teve 279.567 assassinatos no período de 05 anos, ultrapassando a Guerra da Síria, que teve 256.124 assassinatos no mesmo período. Em suma, a inteligência das Forças Armadas está acompanhando a situação da sociedade civil, concluindo que o Brasil já está numa guerra civil não declarada, porque as autoridades não querem assumir tal situação.

Por fim, diante da ausência e da incompetência estatal, o Brasil terá que optar entre a aplicação da Lei Marcial e da Intervenção Militar ou o armamento em massa da população, o intensificará o cenário do conflito, levando as cidades do interior ao sistema dos feudos, com muralhas, pontes, rios e crocodilos.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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César Gomes de Sá se torna membro efetivo do Instituto dos Advogados Brasileiros

19390767_1350909901663274_7968174297790224752_oNesta quarta-feira, 21/06/2017, às 18:00 horas, foi a realizada a cerimônia da posse do advogado, presidente da 35ª Subseção da OAB/RJ e mestre acadêmico, César Gomes de Sá, como membro efetivo no IAB (Instituto dos Advogados Brasileiros), representando a categoria e elevando Rio Bonito no mundo jurídico.
Fundado em 1843, no Brasil Império, o IAB (Instituto dos Advogados Brasileiros) é uma das instituições brasileiras mais antigas, cuja missão, desde o início, foi de organizar a Ordem dos Advogados na prática e na teoria, construindo e tornando-se o elo entre o passado, presente e o futuro jurídico na nossa nação, mantendo a memória histórica, literária e científica da advocacia e do direito nacional.
Esse é um momento singular na vida do advogado César Gomes de Sá, que acabou de ingressar numa instituição, cuja tradição é conhecida na construção das personalidades jurídicas oriundas da advocacia, tendo como referência Rui Barbosa, o patrono da justiça, o que poderá leva-lo às esferas mais elevadas da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e ao Poder Judiciário, através do quinto constitucional.
Por fim, o reconhecimento e o ingresso do advogado na IAB é uma conquista pessoal e coletiva, tendo em vista sua atividade expressiva na presidência da 35ª Subseção da OAB/RJ, que representa a categoria e a sociedade civil nos municípios de Rio Bonito, Tanguá e Silva Jardim.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Padre-Dudu-Braga

Baleia-Azul…Permaneça no mar. Texto de Padre Dudu

“Baleia-Azul Volte para o Mar!
​Nem o nome do jogo, nem o país de seu nascimento são uma coincidência! Biólogos afirmam que a Baleia-azul, um dos maiores mamíferos do mundo, possui um comportamento suicida. Ao se perceberem doentes, nadam até a areia das praias para encalharem e perderem a vida. No trajeto, geralmente podem levar outras baleias sadias consigo. Já a Rússia está desde o ano de 2013 em primeiro lugar na lista de maior índice de suicídio dentre os países da Europa. Não se pode esquecer que a Rússia é o maior país do planeta!
​Tudo leva a crer que este jogo mortal chamado de “Baleia Azul (Blue Whale) foi planejado minuciosamente. Interessante foi a análise feita em primeira mão por uma psicóloga russa:
​ ”Dá a impressão de que as tarefas foram colocadas por psicólogos experientes. Tudo foi feito muito profissionalmente”, disse à Gazeta Russa a pesquisadora do Instituto de Psicoterapia e Psicologia Clínica, Anastassía Deliáguina.

​”Falando em termos gerais, as crianças são atraídas por qualquer mistério, especialmente se for relacionado à morte. Além disso, se um adolescente sofre de problemas psicológicos sérios ou trauma, não é surpresa que ele vá adiante com esse jogo até o fim”, disse ela.

​O jogo foi revelado em Maio de 2016 graças às investigações do jornal russo Nôvaia Gazeta. Estudando dados e causas de suicídios entre adolescentes russos, os jornalistas descobriram que mais de 100 dos jovens haviam cometido suicídio entre Novembro de 2015 e Abril de 2016 eram membros de comunidades na internet associadas de alguma maneira ao jogo da Baleia.

​Quando o principal líder do grupo, Philip Budeikein, de 21 anos, foi preso; os seus seguidores já haviam viralizado o jogo infernal pelas redes de todo mundo. Em fevereiro de 2017 o Centro Público Russo para Tecnologias de Internet registraram um novo pico no número de posts com essas hashtags, que começaram a aparecer no Instagram a uma frequência de uma por minuto! Em março de 2017, as autoridades da Rússia estavam investigando aproximadamente 130 casos de suicídio relacionados ao fenômeno. O jogo mortal chegou também a Europa onde fez até agora quase quatrocentas vítimas!

​A revista Veja on line, nestes últimos dias citou o caso de uma adolescente que em depressão entrou por engano neste jogo. Diz a entrevista: “Uma mulher se apresentou como curadora e a chamou para uma conversa privada. A adolescente conta que a curadora fez perguntas sobre ela e pediu que cortasse a perna – fazendo um desenho de uma estrela – e enviasse a foto. Só depois disso, ela seria aceita no grupo real”.

​Supostamente, o “jogo” envolve 50 desafios que precisam ser realizados quase sempre pela madrugada (4.20h) durante 50 dias. Alguns destes desafios envolvem a auto-mutilação, e a última tarefa-missão é o suicídio. Os seus idealizadores e mercadores da morte estudam as pessoas através do Facebook, e depois mandam convites. Todos os dias são criados novos grupos que nem sempre aparecem com o nome original. Alguns se chamam ”casa solitária”, “Estou no jogo”, “Acorde-me às 4.20h”, etc. Os grupos são coordenados pelos chamados “curadores” que convidam, aceitam, passam os desafios e os cobram. São eles que ameaçam os que desejam deixar o jogo, usando quase sempre a mesma frase: “Nós iremos atrás de você e de sua família”.
​Vejamos os cinco primeiros desafios:
1. Com uma navalha, escreva a sigla “F57” na palma da mão e em seguida enviar uma foto para o curador.
2. Assista filmes de terror e psicodélicos às 4:20 da manhã, mas não pode ser qualquer filme, o curador indicará, lembrando que ele fará perguntas sobre as cenas, pois ele quer saber se você realmente assistiu.
3. Corte seu braço com uma lâmina, “3 cortes grandes” mas é preciso ser sobre as veias e o corte não precisa ser muito profundo, envie a foto para o curador, e seguirá para o próximo nível.
4. Desenhe uma baleia azul e enviar a foto para o curador.
5. Se você está pronto para se tornar uma baleia escreva “SIM” em sua perna. Se não, corte-se muitas vezes “Castigue-se”.
Olhem os últimos:
45. O curador indicará a data da sua morte, e você aceitará.
46. Acorde as 4:20 e vá a uma estrada de ferro.
47. Não fale com ninguém o dia todo.
48. Fazer um voto de que você é realmente uma Baleia Azul.
49. Todos os dias, você deve acordar às 4:20 da manhã, assistir a vídeos de terror, ouvir música que “eles” lhe enviam, fazer 1 corte em seu corpo por dia, falar “com uma baleia”.
50. Tire sua própria vida.
​Pelo que percebi nestes dias pesquisando, estão vindo do Sul do País os primeiros alertas. A secretaria de saúde de Porto Alegre já emitiu nota sobre o fenômeno. O secretário de Segurança do Paraná, Wagner Mesquita, fez um apelo para que os jovens “não cedam a ameaças” do jogo Baleia-Azul, durante entrevista coletiva, em que anunciou a criação de uma força-tarefa para identificar os responsáveis pelos desafios, nesta quarta-feira, 19 de Abril.
​Até o presente momento foi lúcida, proativa e esclarecedora a fala do prefeito de Curitiba Rafael Greca que nomeou o jogo como “uma desgraça que chegou a Curitiba” e disse que os jovens e famílias da capital ”não merecem acreditar que a morte vale a pena, que o suicídio é bom e que a mutilação é necessária”. Falando as famílias, ele alertava: “Você precisa nos ajudar a reagir. Se você tem adolescentes, procure acolhê-los, trazê-los para perto de si. Se observar comportamento estranho de madrugada, reaja, interfira. Não os rejeite, mas traga-os para a conversa”. Greca ainda assinalou que o município acionou uma rede de proteção à vida, através de órgãos de segurança e da Polícia Federal. “Vamos trabalhar no sentido de alertar e prevenir essa praga moderna” acrescentou.

​O prefeito parece ter tocado em dois pontos fundamentais segundo o meu parecer: A família e o diálogo. Tive ainda mais certeza quando assistia um noticiário que trazia um caso de uma ocorrência do Mato Grosso do Sul. Uma professora conseguiu obter mensagens do telefone de um adolescente que tinha como desafio envenenar trinta crianças de três colégios diferentes. Na mensagem ele pedia perdão para todos os pais. Perguntei-me porque ele não teve abertura para falar com os próprios pais…
​Angela Bley, psicóloga coordenadora do instituto de psicologia do Hospital Pequeno Príncipe, de Curitiba, diz que o adolescente com autoestima baixa, sem vínculo familiar fortalecido é mais vulnerável a cair neste tipo de armadilha. “O que tem diálogo em casa, não é criticado o tempo todo, tem autoestima melhor, tem risco menor. Deixe que ele fale sobre o jogo, o que sente, é um momento de diálogo entre a família.”
​Difícil, mas urgente e necessário neste momento é o desafio de resgatarmos vínculos reais (a começar pelos familiares) numa cultura completamente virtual. Para uma geração que quase vive virtualmente, é pedir demais? Quantos adultos olham mais os celulares que os filhos? Podemos trocar o verbo jogar pelo verbo conversar? Quem são os primeiros a colocar os jogos nas mãos dos filhos? Encantei-me ao ver esta semana em uma oficina de arte-terapia o primeiro desenho no tecido de uma menina de sete anos…
​Algumas dicas de especialistas podem nos ajudar a refletir e repensar nosso comportamento com a geração y:
1. Fique atento à mudança de comportamento;
2. Compartilhe projetos de vida;
3. Abra espaço para diálogo;
4. Adolescentes devem buscar aliados e
5. Escolas podem criar iniciativas pela vida

​Ainda neste contexto deste jogo mortal, alguém corajosamente afirmava: ”Os nossos jovens estão se suicidando, e cada vez mais, porque a gente não presta atenção neles. Não é o desafio da Baleia-azul que está matando os nossos adolescentes. É a nossa insensibilidade”. Recordei-me, então de palavras proféticas da Madre Teresa de Calcutá: “A maior doença do Ocidente hoje não é a lepra nem a tuberculose; é ser indesejado, não ser amado e ser abandonado. Nós podemos curar as doenças físicas com a medicina, mas a única cura para a solidão, para o desespero e para a desesperança é o amor. Há muitas pessoas no mundo que estão morrendo por falta de um pedaço de pão, mas há muito mais gente morrendo por falta de um pouco de amor. A pobreza no Ocidente é um tipo diferente de pobreza não é só uma pobreza de solidão, mas também de espiritualidade. Há uma fome de amor e uma fome de Deus”.
​Sim, tudo indica que a cultura da morte atual continua fazendo suas vítimas e se atualizando porque falta Deus, e, portanto, falta amor!
​Esta iniciativa do mal poderia também nos levar a pensar o quanto estamos sendo lentos para o bem. Até quando os filhos das trevas, no dizer de Jesus, serão mais espertos que nós? Um exemplo, porém, de reação positiva foi criada por uma dupla de publicitários paulistanos que resolveu divulgar uma versão positiva do game: O ”Baleia Rosa”! Com otimismo, criaram 50 tarefas que fazem o bem ao outro e ao próprio jogador. Entre as propostas da “baleia do bem” estão tarefas como “Converse com alguém com quem você não fala há muito tempo” e “Grite na rua: eu me amo”. Isto sim nos dá esperança! Isto sim é digno da adolescência e da juventude! O Projeto de São Paulo me faz lembrar o apelo de ”Globalização da solidariedade” do Papa João Paulo II e a ”Cultura do encontro” do Papa Francisco. Também penso na música da jovem curitibana Ana Vilela, trem bala, quando ela fala de uma “chuva de vida que cai sobre nós”. É desta chuva que as novas gerações precisam!

​Sim, vamos rezando, amando, unidos pelo bem, educando as gerações com nossas atitudes para as virtudes que podem trazer novamente esperança para nosso país neste tempo de profunda crise moral, e colaborando para que esta “onda” passe o mais rápido possível e leve novamente a Baleia-Azul para o fundo do mar…”

Por Padre Dudu

20 de Abril de 2017

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Os brasileiros são pintos, escondidos dentro do ninho

Diante dos discursos construídos e compartilhados pelo vazio da autonomia humana, eu decidi me rebelar perante o mundo, passando uma tarde incrível com minha família, sem a interferência exterior.
Queria poder construir uma casca de ovo em volta de mim e daqueles que amo, para protegê-los dos flagelos contemporâneos. O único problema é que não tenho a galinha para aquecê-los, então, pedi ao Putin para não fechar o registro do gás da Rússia, porque a maioria dos europeus morreriam de frio.
Nesse exato momento, meu questionamento mais profundo é escolher qual roupa vestirei amanhã para ir ao trabalho, enquanto que os generais e os ditadores brincam de guerra na Síria, massacrando os civis com bombas, terrorismo e armas químicas.
Os brasileiros criticam o Donald Trump e sua ordem executiva presidencial para lançar mais de 50 mísseis na casa dos outros, lá no oriente médio. Simplesmente, eles precisam ser estudados, porque não sabem escolher presidente, não conhecem seus direitos e se acomodaram na alienação, esperando que os estrangeiros tragam seu modo de vida para cá. O problema é que os estrangeiros precisam dominar alguém para manter seu modo de vida e toda a propaganda.
Por fim, a galinha fugiu. As raposas se apossaram do galinheiro e estão admirando os ovos dentro dos ninhos. Elas esperam novas galinhas, porque ainda não compreenderam o fato de que só sairão pintos dali.
 
Por Nadelson Costa Nogueira Junior
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Precisamos buscar o verdadeiro espírito do Natal continuamente

É no momento da crise, que o ser humano consegue alcançar os extremos da sua essência, que pode decair à sobrevivência selvagem ou se elevar à nobreza da existência singular por si mesma. Logo, diante da crise econômica e financeira que testemunhamos, que foram provocadas pela crise ética e moral, que assolam a sociedade brasileira há décadas, várias famílias não poderão comprar os presentes, em conformidade à tradição consumista, ora por causa do déficit na renda familiar, dos problemas nos negócios ou por causa do fantasma do desemprego. Mas, a questão é: – Quem foi que disse que o Natal é a festa do consumismo e da troca dos presentes entre as pessoas? – Quem foi que reduziu uma data tão nobre no seu significado para uma relação de troca, banhada por bebidas e comidas, que se estende até o primeiro dia do ano, conforme o calendário gregoriano? – Precisamos fazer tais perguntas para compreendermos o presente e como chegamos até aqui, nesta encruzilhada ideológica que coloca o material acima do espiritual e da própria essência fraterna da família.

O Natal é uma festa cristã, baseada nos princípios universais da fé, da família, do amor e da caridade, cujo cenário do nascedouro do menino Jesus é representado pelos presépios ou pela liturgia teológica nas igrejas, que expressam o período de perseguição aos recém-nascidos judeus, levando José e Maria a se exilarem, declinando a trama do nascimento do messias cristão dentro de um celeiro, sem luxo ou ostentação. Os reis magos, que seguiram a grande estrela, lhe trazem presentes espirituais, tais como a fé, o amor e a caridade, elevando o celeiro com a conexão estabelecida entre àqueles que davam com aqueles que recebiam e retribuíam.

O espírito do Natal está diretamente ligado ao sentimento e à expressão humana do afeto e do carinho, cujo presente somos nós mesmos, quando seguramos uns aos outros no momento da alegria e da tristeza. Logo, não perca seu tempo enfrentando filas ou se endividando pelos próximos doze meses para comprar presentes materiais, quando o maior presente é você, dando aquele abraço apertado no seu próximo, expressando o amor através das atitudes.

Embora pareça pouco diante do consumismo, o afeto, o carinho, o amor e a caridade podem transformar um único momento num episódio mágico, que ficará registrado pela eternidade. Tais virtudes não separam, mas agregam a diversidade, o respeito e a tolerância entre os povos e as pessoas. Logo, não tenho dúvida de que o seu abraço de hoje poderá pacificar o conflito do amanhã, porque você se colocou no lugar do próximo, agora.

Assim, como estamos no ano 5777, no Shabat do dia 24 do mês de Kislev, cuja data natalina coincide com o Chanuká (A Festa das Luzes), eu termino desejando um feliz natal fraterno aos meus amigos cristãos e Chag Chanukah Sameach à comunidade judaica e aos exilados, porque estamos conectados ao Eterno e uns aos outros, compondo a harmonia com a criação.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Retrospectiva 2016 por Padre Dudu

“Quando me pediram este artigo para o nosso portal, recordei-me, imediatamente da Palavra de Paulo aos Romanos: “E porque nós sabemos que todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm 8,28). É bem verdade que muitos de nós, como todo cidadão informado e consciente, poderia começar a recordar tantas situações que aconteceram ao longo deste ano de 2016: Da grande crise econômica aos escândalos de corrupção, do processo de impeachment ao novo presidente, dos atos terroristas à guerra no Oriente Médio, da perseguição aos cristãos à migração forçada de tantos irmãos, de tragédias naturais à episódios de violência que nunca imaginaríamos pensar…

Quem somos no meio de tudo isso? O que vemos e como vemos? O que esperamos?

Como cristãos somos homens e mulheres que carregamos uma Esperança que não decepciona (cf. Rm 5,5). E, ao mesmo tempo, somos carregados por Ela! Somos homens e mulheres como todos os outros; mas nos diferenciamos pela fé que nos faz ver além. Temos visão sobrenatural, vamos além das análises de conjuntura. Estamos além do psíquico e do sociológico, apesar de precisarmos deles.

Homens e mulheres que vivem no Espírito não são determinados pelos fatos! Há um número belíssimo no Documento de Aparecida que diz: “Os sinais da vitória de Cristo Ressuscitado nos estimulam enquanto suplicamos a graça da conversão e mantemos viva a esperança que não defrauda. O que nos define não são as circunstâncias dramáticas da vida, nem os desafios da sociedade ou as tarefas que devemos empreender, mas todo o amor recebido do Pai, graças a Jesus Cristo pela unção do Espírito Santo” (DA 14).

Quantas vezes ouvimos São João Paulo II afirmar categoricamente: “O mal e a morte não possuem a última palavra sobre a vida do homem”.

Somos homens e mulheres da Esperança porque somos homens e mulheres que nasceram pela Ressurreição Daquele que parecia ter perdido. Humanamente, na Cruz, Jesus também parecia um fracassado, um derrotado. Pense em tudo o que estava envolvido no exato instante em que Jesus morreu na Cruz! Em nenhum outro momento da História de Salvação haviam mais interesses eternos envolvidos! Existe, porém, na vida de todo homem um instante crucial, um Gólgota a subir, um Calvário a ser enfrentado, diariamente um madeiro a ser carregado. Este momento não pode ser evitado. Não podemos desistir! Quando alcançarmos o lado ressurreto da cruz, veremos bênçãos de vitória indescritíveis! Recordo-me de uma homilia do nosso Papa Emérito, Bento XVI, em que ele dizia que quem salvou o mundo foi um Crucificado, o que salvou o mundo foi a paciência de Deus. Portanto, irmãos, ainda que os acontecimentos de 2016 tenham ofuscado a tua visão ou até mesmo abalado teus sonhos e tua fé, lembre-se que o próprio Espírito Santo deu ao mundo, justamente neste ano da história, um Ano Santo: O Ano da Misericórdia!

Veja e entenda 2016 na ótica da Misericórdia! Faça memória grata do teu ano. Abra-se com confiança filial ao futuro kairós de Deus Pai em tua vida. Permita ser movido pelo Espírito, verdadeiro Protagonista da História humana. Como os santos, glorie-se nas tribulações! Sinta-se forte em suas fraquezas para que a Força de Cristo (que é o Espírito!) habite em você! A moldagem do nosso homem novo (do verdadeiro carismático) acontece pela submissão à Obra do Espírito que continua sendo entregue pela Cruz! Não renuncie ao Batismo da Cruz. Nele está o verdadeiro Batismo do Espírito Santo, o genuíno Avivamento! Nos tempos áridos, repensemos o que é realmente importante e essencial para nossa vida de fé e nossa salvação. Bendito 2016! Louvor e Glória a Ti, Senhor!

Que venha 2017, Ano Mariano no Brasil, Ano Jubilar para a Grande Família Carismática! Jubileu de Ouro! Existe Ouro que não passe pelo Fogo? Obrigado, Espírito de Deus! Te Amamos na Alegria e na Tribulação! Aleluia! Amém!”

Por Padre Dudu

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Deus te ama desde o ventre da tua mãe

“Preocupada, uma mulher procurou seu ginecologista.
– Doutor, eu estou com um problema muito sério e preciso da sua ajuda desesperadamente! Meu bebê não tem um ano e eu estou grávida novamente. Eu não quero outro filho.
Então o médico disse:
– Em que exatamente você quer que eu a ajude?
– Eu quero fazer um aborto!
Depois de pensar por alguns instantes, o médico falou:
– Olha, eu tive uma idéia que me parece melhor e também é menos arriscada.
A mulher sorriu satisfeita.
Então o médico continuou:
– Veja bem, para que você não tenha que tomar conta de dois bebês, vamos matar esse que está nos seus braços. Assim, você poderá descansar até que o outro nasça. Já que vamos matar um dos seus filhos, não importa qual deles. Dizem que os filhos são todos iguais para as mães. Não é mesmo? E, além do mais, sua vida não correrá risco com procedimentos cirúrgicos, se você escolher esse aí para matarmos.
A mulher ficou horrorizada com as palavras do médico e disse-lhe:
– Que monstruosidade o senhor está me propondo. Matar uma criança é um crime!
O médico respondeu-lhe:
– Eu concordo. Mas eu pensei que isso não fosse problema para você. Eu só estou sugerindo que você troque o filho que será morto.
Pelo semblante da mulher, o médico viu que tinha conseguido esclarecer seu ponto de vista.
E ele a convenceu que não há diferença entre matar uma criança que está nos braços ou uma que está no ventre. O crime é o mesmo.
Você sabe desde quando Deus te ama? DESDE O VENTRE DA TUA MÃE!”

 

Por Padre Eduardo Braga

#NÃOAOABORTO #SIMAVIDA ⚘