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O Brasil precisa abandonar o petróleo e abraçar a fusão nuclear

fusaoA Balança Comercial se baseia no confronto entre os produtos importados e exportados, enquanto que sua base se mantém na estrutura da reserva cambial e metalista, colocando o Onça Troy (Ouro) como referência mundial. Logo, para uma nação fechar o período de forma positiva, ou superávit, é necessário que as flutuações financeiras estejam abaixo da reserva cambial, enquanto que o país deverá exportar (vender) mais do que importar (comprar). Todavia, no caso do Brasil, a fórmula está sendo manipulada artificialmente pelo Governo desde 1994, priorizando a taxa de juros acima do mercado internacional para captar os investidores estrangeiros, além da injeção contínua dos dólares na flutuação do mercado, objetivando mantê-lo atrativo. No final, o contribuinte brasileiro paga caro pelo padrão de vida duas vezes, uma vez que a manutenção do aquário financeiro não é barata, enquanto que dinheiro não dá em árvore.

Desde 2003, o governo do ex-presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva, manteve a política econômica e cambial iniciada por FHC, utilizando-se, em contraposição, do mecanismo dos empréstimos às nações estrangeiras, bem como a intensificação das obras e grandes construções no exterior, convertendo os valores em dólares, que eram incorporados à balança comercial como investimentos, provocando o superávit artificial da economia. E foi assim que o governo do PT construiu a famosa “economia emergente” até a entrada da ex-presidente Dilma Rousseff, que retornou ao modelo econômico anterior ao período do real, investindo maciçamente no social, ignorando a necessidade primária do Brasil, que é justamente o investimento no setor energético e na produção industrial nacional.

Todavia, deixando a política cambial de lado no momento, é importante analisarmos que o Brasil se prendeu ao petróleo, deixando toda sua economia dependente do setor, que está em decadência e com os próximos trintas anos de contagem regressiva para sua subutilização na produção dos plásticos, tendo em vista o investimento maciço das maiores nações e economias do planeta na pesquisa e na produção das novas fontes de energia, mais limpas, baratas e sustentáveis, contrariando todas as regras do setor petrolífero. Logo, o que está acontecendo com os Estados Federativos produtores de petróleo, que estão imersos numa crise financeira, acontecerá com a União, se não investir nas novas formas de energia, afastando-se progressivamente do hidrocarboneto.

Para tornar o Mal Holandês ainda pior para o brasil, a Alemanha anunciou essa semana que conseguiu tornar operacional e com a segurança de 99,99% o primeiro reator de fusão nuclear, cujo seu mecanismo se baseia no formato de uma rosca de 16 metros, que controla os gases e o plasma através do magnetismo, sem contato direto com o material metálico do projeto. Assim, a Alemanha inaugurou uma nova etapa da evolução científica, elevando a corrida energética ao nível mais estratégico, limpo e infinito, alterando, inclusive, o panorama político do continente europeu, uma vez que a solução energética poderá alimentar a escala de bilhões de pessoas, diminuindo a importância logística da Rússia, que é responsável pela maior parte do fornecimento do gás aos europeus.

Por fim, o Brasil precisa abandonar os projetos hidrelétricos e petrolíferos, vislumbrando a tecnologia da fusão nuclear, que é literalmente a reprodução da manutenção energética do sol. O anuncio o reator alemão elevou o mundo contemporâneo ao panorama científico do filme “Jornada nas Estrelas”, uma vez que tal fonte de energia se encaixa perfeitamente como uma solução aos motores de dobra espacial e à autonomia colonial fora do planeta Terra. Entretanto, o governo brasileiro continuará insistindo no Pré-Sal e no modelo econômico sustentado pelos royalties do petróleo e pelo ICMS, que é descontado no destino, em Brasília, dentro do setor, enquanto que, contraditoriamente com a crise financeiro no Estado do Rio de Janeiro, o mesmo enviou mais de R$108 Bilhões em 2016, sozinho, sustentando a União e os Estados Federativos que não conseguiram evoluir autonomamente no último século.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

A Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição e a noite riobonitense.

O Melhor de Rio Bonito para os investidores estrangeiros

Trajeto Rio Bonito x Gávea - Aérea dos investidores.A pequena cidade de Rio Bonito, inserida recentemente na região metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, ainda mantém as características do interior, primando pela qualidade de vida no estilo artesanal, aproveitando a beleza e o recanto de sua natureza, através da diversidade de sua fauna, flora e da riqueza hídrica.

Com a área correspondente a 456,45 Km², a população computada pela estimativa de 57.615 habitantes e o IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) calculado em 0,710, o Município de Rio Bonito foi divido em 03 distritos, sendo-lhes o Centro, Basílio e Boa Esperança, apresentando sua expressão econômica na agropecuária, embora suas forças produtivas e meios de produção estejam focalizados nos serviços, demonstrando que o riobonitense ainda possui muito potencial e terra produtiva para alavancar sua economia, através do pequeno produtor rural e do turismo ecológico.

O Município de Rio Bonito encontra-se, literalmente, no centro do Estado do Rio de Janeiro, sendo cortado pelas rodovias BR-101 e a RJ-124 (Via Lagos), o que lhe permite a instalação das indústrias de base e do setor da logística terrestre, aérea e marítima, por estar próximo do litoral e da região serrana, enquanto que se encontra a 76 km da capital, cujo percurso terrestre dura em média 58 minutos. Outrossim, considerando o deslocamento aéreo numa linha reta, a cidade fica a 63 Km dos principais empreendimentos do nosso Estado, fazendo fácil triangulação com Cabo Frio e Macaé.

Com as pedalas fiscais, a má gestão governamental no Estado do Rio de Janeiro e no Município de Rio Bonito, cumulados com as commodities e a crise mundial do petróleo, a arrecadação municipal despencará dos R$228.000.000,00, em 2016, para R$180.000.000,00  em 2017, enquanto que a máquina pública necessitará fazer cortes e compensações de um lado, além de ter a obrigação de constituir um plano econômico para gerar novas receitas, através da criação das novas empresas e vagas de trabalho, do outro. Assim cada pessoa empregada, corresponderá a novas receitas no futuro, além da diminuição do peso do desemprego.

A verdade é que todos os políticos e até mesmos os empresários estão pensando a política pública de forma errada, tendo em vista que todos os envolvidos querem encontrar a máquina pronta para sangrá-la na economia local ou regional, quando, na realidade, ninguém apresentou, até a presente data, um modelo, sequer, do projeto que prospectasse novos empreendimentos e gerasse novas receitas.

Por fim, os russos, chineses, alemães, israelenses, árabes e canadenses estão investindo no Brasil e no COMPERJ nesse exato momento. Por que não oferecermos aquilo que temos de melhor aos investidores estrangeiros? – Assim, espero que esse texto se propague pelas redes sociais e pela internet, no intuito de chamar a atenção de algum grande investidor chinês, russo, alemão, israelense, árabe ou, até mesmo, brasileiro, focalizando a instalação dos seus negócios na nossa cidade, para que Rio Bonito, Tanguá e Silva Jardim voltem ao ritmo do crescimento econômico das décadas já esquecidas na história do Brasil República e do Brasil Império.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Russian President Vladimir Putin heads the Cabinet meeting at the Novo-Ogaryovo presidential residence outside Moscow on Wednesday, March 5, 2014. (AP Photo/RIA Novosti, Alexei Druzhinin, Presidential Press Service)

A Rússia se posiciona como a alternativa bélica e econômica contra o ocidente

Vladimir Putin, presidente da Rússia, fez uma grande jogada essa semana, quando a inteligência do país divulgou sua lista de prevenções e segurança, colocando os Estados Unidos da América no topo da lista das ameaças.

Embora pareça óbvio para todos, depois das décadas da Guerra Fria, a transparência no relatório posiciona a Rússia como a potência líder do bloco dos países que odeiam o estilo de vida ocidental. Assim, teremos a maioria das ditaduras localizadas no norte e no centro da África, bem como dos países no Oriente Médio, e na Ásia. No continente americano, teríamos a Venezuela, a Bolívia, o Equador, o Uruguai e um ponto de interrogação no Brasil.

Putin definiu sua posição publicamente, e se apresentou como uma espécie de símbolo ou de inspiração ao bloco econômico e global, que existe há décadas, sem líderes expressivos, mas com muito ódio e petróleo para negociarem.

Por fim, olho a tensão no Oriente Médio com a mais profundidade nesse momento, porque o Irã recebeu a saudação indireta do Putin, enquanto que a Arábia Saudita tenta evitar o conflito, que nunca lhe pertenceu na realidade.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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O Telefonema de Deus

Objetivando afastar a hipótese do início da terceira guerra mundial, o Papa Francisco conseguiu marcar uma audiência direta na Assembleia das Nações Unidas, contando com a presença do Presidente dos Estados Unidos da América, da Rússia e da China. Com a abertura dos trabalhos, o Papa Francisco atentou para o fato de que o mundo precisava de comida, água e energia. Entretanto, acima das necessidades materiais, era imperativo mais cooperação entre as nações do mundo, e maior humanização  e respeito entre os seres humanos. Somente assim, o Homem conseguiria afastar o fantasma da guerra, da fome, da doença e da pobreza material e espiritual.

Antes da reunião oficial na assembleia, os líderes não alcançavam um coeficiente comum entre os interesses das suas respectivas nações. A guerra parecia inevitável, incluindo o fim dos dois terços da humanidade ao longo da próxima década. Todavia, enquanto Barak Obama falava em tom alto pela manutenção da OTAN, Vladimir Putin já estava preparado para mandar fechar o registro dos dutos de gás no Kosovo e na Macedônia.  Xi Jinping pretendia liberar mais barris de petróleo no mercado asiático, para provocar o aumento da oferta e a queda do preço do barril de petróleo. Do nada, os telefones vermelhos tocaram juntos, enquanto que os respectivos assessores se aproximaram de cada autoridade dizendo: – Senhor, a ligação é urgente. Os líderes olharam, desconfiados, uma vez que as pessoas mais importantes do planeta estavam naquela sala. E perguntaram aos seus respectivos assessores: – Quem é? Os assessores responderam imediatamente: – Deus. Todas as autoridades se direcionaram aos seus respectivos telefones vermelhos, e ficaram por lá por alguns minutos, somente escutando. Logo após algum tempo, eles colocaram os telefones vermelhos no gancho e retornaram aos seus respectivos assentos, sincronicamente. Eles se olhavam, enquanto que não sabiam  como prosseguir com a reunião, quando Xi Jinping explanou: – Se não deixarmos nossas diferenças de lado… Continuou Putin, com a frase: – O peso do fim da humanidade estará sobre nossos ombros. Obama completou o restante do período: – O que fizermos hoje, selará o destino de todos. Dai por diante todas as autoridades falaram a mesma frase, ao mesmo tempo: – Se não fizermos o certo, Deus não terá misericórdia. Não haverá nem vencedor ou vencido. Somente a destruição dos ímpios.

A Assembleia da ONU anunciou o início do trabalho conjunto entre os Estados Unidos da América, a Rússia e a China. Todos estavam determinados a compartilharem recursos e tecnologias para o restante do mundo.  As fronteiras ideológicas estavam se dissolvendo diante das soluções, uma vez que nascia o primeiro governo mundial.

Embora seja uma crônica, o telefone vermelho está tocando constantemente para as nações do mundo e suas respectivas autoridades atenderem e escutarem. Todavia, a ganância e a cegueira da cobiça não permitem que a humanidade pare para escutar a natureza e os chamados dos nossos vizinhos celestiais.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Os efeitos do Mal Holandês e da má gestão dos royalties nos Municípios Fluminenses

dt.common.streams.StreamServerA Câmara Municipal de Casimiro de Abreu aprovou a “Lei de Antecipação dos royalties do petróleo,” sob a alegação de que, com a recessão, a cidade foi atingida proporcionalmente no repasse da compensação financeira, com uma queda de 48%. Em suma, a crise mundial do petróleo não afeta somente a PETROBRÁS e o tesouro brasileiro, mas deixa os municípios produtores do petróleo e àqueles, que se especializaram nos serviços do setor, totalmente expostos aos efeitos negativos do mercado, criando uma onda intensificada de descontrole, inadimplência, demissão em massa, desemprego e, no caso dos municípios, a queda na arrecadação por tabela e a diminuição dos royalties.

Os Municípios produtores de petróleo no Estado do Rio de Janeiro estão doentes. A doença tem um nome técnico para os efeitos econômicos e financeiros supramencionados, chamado de Mal Holandês. Entretanto, para compreender o que está acontecendo com os royalties e a PETROBRÁS, precisamos fazer a conexão com o Oriente Médio, focalizando a Arábia Saudita, o Iraque e o Irã. Simplesmente, esses três países, que são próximos geograficamente, mas distintos nos aspectos políticos e ideológicos, há um fator muito interessante: – O petróleo jorra do chão sem a necessidade de muito gasto para prospectar o ouro negro. Logo, quanto menor o custo de prospecção, maior será a capacidade de barganha com preço do barril do petróleo. Embora o Irã esteja sob os efeitos do bloqueio imposto pela ONU e pelos Estados Unidos da América, simplesmente, os países, com tendências esquerdistas e que não se preocupam com a imagem internacional, compram o petróleo com o melhor DNA do mundo na clandestinidade, logo, com a entrada de milhões de barris extras no mercado internacional, houve a diminuição da clientela e do consumo global, o que provocou a baixa do barril. Em suma, a guerra econômica no setor energético e petrolífero maximizou a queda do barril do petróleo, provocando o efeito dominó no Brasil, que possui um custo muito mais elevado que a comunidade árabe ou persa, tendo em vista que a extração do petróleo é realizado em águas profundas.

images (5)Eu gostaria de dizer que todo o caos no setor petrolífero brasileiro tem haver com as questões básicas dos custos da prospecção, do refino e da distribuição dos derivados. Entretanto, o vilão maior é a gestão pública, que deveria fazer cortes e reduções nas despesas para equilibrar as contas, objetivando garantir o pagamento dos servidores públicos e os serviços essenciais. Todavia, ao contrário do óbvio que seria materializado por qualquer empresa privada, o gestor público se recusa a fazer cortes, criando mecanismos econômicos e financeiros, que só irão postergar o inevitável.

Infelizmente, o Município de Casimiro de Abreu cometeu o erro de aprovar uma Lei, através da sua Câmara dos Vereadores, que não solucionará o problema, mas o aumentará com mais juros e dívidas, que poderão se intensificar, caso o barril do petróleo mantenha a tendência no mercado, que é a queda e a quebradeira das nações, que se acostumaram com o dinheiro fácil desta matéria-prima, sem planejamento ou a construção de uma infraestrutura independente. Tudo dependerá da forma que os mandatários da Rússia, da Líbia e do Oriente Médio compreenderão o mercado e o fluxo do controle dos preços.

A iniciativa nada visionária do Município de Casimiro de Abreu poderá incentivar a Câmara Municipal de Rio Bonito a aprovar o pedido do Poder Executivo em liberar parte dos royalties do petróleo para financiar empréstimos, quando deveriam diminuir os contratos e as despesas, fazendo cortes no número dos cargos comissionados e das secretarias. Todavia, embora o discurso dos governantes acuse a crise como a culpada de tudo, os mesmos se recusam a aplicar as regras básicas do gerenciamento empresarial, mantendo o aumento dos gastos, quando a receita está diminuindo. Logo, a culpa é do político, que não está satisfeito em ter destruído a máquina financeira dos Municípios, criando mecanismos que impedirão os futuros sucessores de prospectarem divisas e investimentos, tendo em vista que os prefeitos estão tentando antecipar financiamentos, gerando dívidas que serão pagas com o suor das futuras gerações e dos mandatos de outros governantes.

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Sobre os efeitos dos atos jurídicos, contábeis e administrativos em nossas vidas

Eu aprendi, nos cursos que estudei pela vida, que, no cotidiano da sociedade humana, todos passarão constantemente por atos e fatos jurídicos, contábeis e administrativos. Por mais inconsciente que seja o padrão da ocorrência de tais ações, bem como suas materializações na realidade, nos limitamos, quando indagados ou obrigados pela situação a analisarmos os resultados, exclusivamente, seguindo a tendência natural e humana. Logo, não foi por acaso que os americanos se especializaram na DRE (Demonstração do Resultado do Exercício), pois, através desta ferramenta contábil e gestora, podemos ver, de forma genérica, a saúde da organização, tendo como ponto de partido o FLUXO DE CAIXA.

No meu cotidiano, eu utilizo as planilhas eletrônicas, com o balancete mensal e o balanço patrimonial, registrando o ATIVO e o PASSIVO, projetando o fluxo de caixa no futuro, idealizando o prazo de 12 meses. Nos últimos 10 anos, o procedimento tem funcionado e bem, no controle do orçamento doméstico.

Atualmente, a intensificação da cultura e da consciência sustentável, tanto na parte financeira quanto na ambiental, objetivando a evolução e o desenvolvimento da consciência e do comportamento doméstico financeiro, no intuito de também convergi-lo ao nicho do setor dos investimentos, tem contribuído e muito na compreensão do ato e do fato contábil, dentro da visão contingencial de uma sociedade, em constante movimento e transformação. Isso é tangível na situação do brasileiro, que está enfrentando a inflação, cujo método de controle escolhido pelo governo foi justamente o índice exagerado na taxa dos juros, elevando a alíquota dos impostos e tributos muito acima do limite tolerável dos 32%, causando diminuição na arrecadação interna, mas, intencionalmente, tentando chamar a atenção do investidor estrangeiro e o nacional para investir nos papéis do tesouro. Consequentemente, as empresas vendem menos, diminuindo a produção e demitindo seus empregados, que deixarão de consumir no mercado, causando um efeito dominó no país inteiro.

A escrituração é importantíssima, bem como o restante do universo contabilístico e auditor, tendo em vista que as pessoas jurídicas tenderão a fazer empréstimos, objetivando o crescimento na produção e a conquista do mercado. O mesmo comportamento tende se repetir na vida doméstica da pessoa física. Logo, fazer o controle financeiro e econômico é uma necessidade imperativa nos tempos da globalização e da guerra cambial entre as grandes corporações e suas respectivas nações.

Por fim, independentemente da nossa capacitação e conhecimento, o brasileiro precisa compreender que utiliza muito mais os conselhos e os efeitos dos atos e fatos jurídicos, contábeis e administrativos, do que visitam o médico ao longo de suas vidas. Entretanto, a base do discurso, quando provocado, se limitará ao valor e ao uso limitado do salário mínimo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A Volkswagen e a guerra econômica entre as nações

O BSC (Balanced Scorecard) surgiu como uma ferramenta de gestão, focalizando os indicadores do cotidiano da organização, que antes, eram ignorados pelo foco supervalorizado do financeiro e dos lucros por parte dos acionistas e da própria alta administração. Antes do advento do BSC, a empresas trabalhavam em cima dos indicadores, de forma muito limitada, além dos dados fazerem referência ao passado, o que transformava todo o planejamento estratégico numa aventura, cheia de possibilidades e incertezas. Logo, o BSC revolucionou a forma de fazer gestão, por está diretamente ligado ao planejamento estratégico da empresa, interligando toda a organização ao plano de negócios, focalizando os fatores financeiros, os processos internos, os eventos externos, e, principalmente, o cliente, apresentando novos indicadores, que se atualizam, podendo mensurar ações no presente e simular as consequências das decisões no futuro, o que antes não eram possíveis, pela ausência dos indicadores.

A dinâmica do BSC, quando diagnosticada e aplicada com coerência aos indicadores e à realidade generalizada da organização, permite a compreensão da empresa por sua gestão, além de apresentar uma imagem mais detalhada ao mercado e aos investidores.

Não há como negar que o BSC é um método eficaz e eficiente para a organização, desde que os indicadores gerados correspondam à realidade, como uma tomografia ou uma ressonância magnética da empresa. Utilizei tal comparação para demonstrar que, embora o BSC seja a última tendência como ferramenta de gestão, ele está disponível há mais de uma década, mas, mesmo assim, as organizações só se preocupam com qualidade e a necessidade da medição das operações de médio e curto prazo, quando a empresa passa pela crise, que poderia ter sido evitada ou seus efeitos previstos e diluídos no fluxo de caixa ou no controle dos indicadores, entre o passivo e os ativos. A ressonância ou a tomografia são meras rotinas aos pacientes saudáveis. Entretanto, tais procedimentos se tornam vitais, quando os pacientes são diagnosticados com câncer. Logo, a cultura do apagar incêndio precisa ser susbstituída pela prevenção e pelo acompanhamento contínuo. Essa é justamente a proposta fim do BSC.

Há um exemplo na mídia no momento, cujo tema se tornará roteiro de filme: o CASO VOLKSWAGEN, que é uma referência mundial em gestão, inovação e criatividade, e que, certamente, utiliza o BSC em sua gestão. Entretanto, os indicadores foram ignorados nos últimos dois anos, no mínimo, por parte da Alta Administração da empresa, induzindo o mercado a investir numa empresa, cujos os ativos e passivos não estavam batendo com o informado, causando um impacto financeiro terrível global, colocando, inclusive, a zona do euro em alerta máximo, tendo em vista que a Alemanha, que é base econômica e financeira no mercado comum europeu, saiu da configurançaõ estável, cuja referência nos gráficos econômicos é a cor verde, ficando laranja. Parecerar estranho aos meus caros leitores, todavia, se o governo não injetar euros, para estabilizar a economia interna e externa, o desiquilíbrio, provocado por uma única organização, poderá ser um dos pilares que desencadearão o início de uma nova guerra continental, que se desgastou na esfera econômica e que foi obrigada a retornar ao cenário imperalista. Karl Marx explica o processo, e com muita facilidade, com sua dialética fundamentada no materialismo histórico de que “a história é feita de homens que exploraram outros homens.”

No final, embora o tema central seja o BSC, acabamos esbarrando nos conflitos éticos nos negócios, bem como a fragilidade econômica das nações dentro das guerras econômicas. Logo, seria prudente utilizarmos o BSC e realizarmos as análises junto à AMBEV e a JBS (Friboi), no cenário nacional, tendo em vista que o comportamento das fusões, do crescimento e do desenvolvimento organizacional dessas duas empresas está chamando muito a atenção no mercado mundial, enquanto que poderá ocorrer o mesmo fenômeno financeiro americano (2008) e alemão (2015) no Brasil. A EBX alcançou o apogeu, enquanto que as marcas supramencionadas passaram a crescer com o mesmo ritmo, ocupando o lugar da outra dentro do cenário econômico. A máxima final é simples: – O ser humano pode viver sem petróleo. Entretanto, a realidade ficará comprometida sem a cerveja, a água e a carne, com seus derivados.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A Rússia e o acesso informal ao mediterrâneo

Depois de meses, sem movimentar uma única peça no tabuleiro de xadrez da diplomacia e da arte da guerra contra o Estado Islâmico, a Rússia quebrou seu silêncio, investindo no bombardeio aéreo maciço no território ocupado pela parte logística e estratégica do grupo. A ação aplicada foi muito importante para o controle do quadro, mesmo com os efeitos colaterais, gerando vítimas inocentes. Entretanto, precisamos analisar o movimento de forma mais lógica e racional, tendo em vista que há um recado que a Rússia está enviando de forma direta ao mundo: – Não apoiaremos a criação do Estado-Nação Curda, enquanto que manteremos os princípios fundamentais da soberania da Síria e do Líbano. Em suma, a Rússia não abrirá mão do acesso, mesmo que indireto, ao mediterrâneo.

Com o fim do Estado Islâmico, a Rússia, a Alemanha, os EUA e a Arábia Saudita terão muita diplomacia, porque o espírito da nação curda foi reerguido e dentro da zona do comabate, enquanto que nos aproximamos da Guerra Fria, a cada dia que termina. Logo, não tenho dúvidas que a bipolarização já foi acionada, começando pela guerra econômica e terminando pelo avanço armamentista convencional.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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O Facebook é uma ferramenta de controle para os governos

Analisando as redes sociais e os números da audiência, incluindo os indicadores de fluxo e as várias dos horários, observo que o facebook está perdendo força no Brasil, além da baixa qualidade na produção dos conteúdos. Nem a imprensa nacional consegue fugir deste padrão.

O Whatsapp incentivou o êxodo do usuário mais informado, provocando, ironicamente, o efeito da orkutilização do facebook. O nome do efeito já demonstra que, no caso do mercado brasileiro, a rede social está sofrendo um declínio, que poderá chegar ao apogeu do Orkut. Todavia, enquanto o óbvio ainda não acontece, o Facebook, que deveria ser um meio de comunicação, acabaou assumindo uma posição fim, delimitando as publicações dos conteúdos em diversos países. Em suma, na ilusão, o escritor acredita que está gerando conteúdo e transferindo sua mensagem para centenas, milhares ou milhões de pessoas, desde que isso seja permitido pela sociedade de controle, com seus sistemas de vigilância e monitoramento da opinião pública e da vida privada do cidadão.

Na ilusão da audiência nas redes sociais, o escritor e o desenvolvedor de mídias centralizam seus conteúdos no Facebook, abandonando os antigos formatos de mídias na comunicação, tais com os sites. No final, eles podem perder o controle dos seus próprios conteúdos com um único telefonema das Agências de Controle Governamentais, além dos registros se perderem com muita facilidade, diante da grande demanda diária. Simplesmente, a informação se perde no processo de indexação, porque o banco de dados fica registrado no nome da rede social e não do conteúdo e do seu autor.

Assim, quando a Primavera Árabe foi propagada e registrada pelas redes sociais, tais procedimentos ocorreram, porque havia o interesse nisso. Seis meses após o efeito da “revolução” que não surtiu efeitos reais, os registros digitais foram perdidos, porque a sociedade de controle decidiu. Logo, utilizem as redes sociais com sabedoria. Compreendam que a REVOLUÇÃO jamais começará pelo facebook ou qualquer outro instrumento digital, porque a sociedade de controle existe e está monitorando sua leitura nesse exato momento.

Nadelson Costa Nogueira Junior

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Os refugiados sírios e os senhores da guerra

Quando uma catástrofe está prestes a acontecer, os animais fogem para a direção oposta, na tentativa de sobreviverem e perpetuarem a espécie. O primeiro movimento é notado nos céus com o número excedente dos pássaros. Assim, numa questão de dias ou horas, o desastre natural ocorre, como a explosão de um vulcão nas ilhas canárias, o tsunami que poderá abater o litoral do continente americano, a partir do oceano atlântico, ou o vazamento de gás de um lago rico em metano, próximo do Nilo. A natureza tem uma leitura própria que trabalha em sincronia com ecossistema.

Seguindo a mesma programação natural, as sociedades humanas respondem da mesma forma às catástrofes naturais e artificiais, que, no segundo caso, são causadas pelo próprio Homem.

Em 1860, a Síria sofreu com o  “massacre de junho”, ainda, sob o domínio do Império Otomano; passando pela administração francesa de 1920 a 1946, quando se tornou independente. Entretanto, os franceses só se retiraram do território sírio em 1947. Em 1948, lutaram contra a divisão da palestina, para ser mais exato, a criação do Estado de Israel. E assim, desde então, a Síria não perdeu a oportunidade de conspirar com os países que tentaram invadir o território israelense. Mas, voltando ao “massacre de junho”, quando milhares de sírios e libaneses emigraram para diversos lugares do mundo, com predominância na França e no Brasil. E o movimento de emigração ganhava mais força, enquanto que o pêndulo do tempo e da história se aproximava do ano de 1918, quando oficializaram a 1ª Guerra Mundial.

Na atualidade, a Síria está sob o domínio do ditador, Bashar al-Assad, permitindo que a Rússia utilize parte do território libanês, ao norte, construindo uma espécie de muro invisível e estratégico ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, para que os sistemas de radares e a artilharia localizados entre o mar negro e cáspio triangulem, demonstrando a construção parcial da antiga configuração armamentista da Guerra Fria. Esse mesmo muro invisível foi construído paralelamente ao sistema de radares e artilharia da OTAN (Organização do Tratado Atlântico Norte), com forte presença na Turquia e na Alemanha.

Enquanto Assad e Putin simulam discretamente uma posição geográfica no Oriente Médio, principalmente, após a queda do Ditador Líbio, Muammar Kadafi, os armamentos soviéticos são vendidos aos países da região, surgindo, como um passe de mágica, na área da Síria, do Líbano e do norte do Iraque, um novo inimigo, chamado  Estado Islâmico, que vem com ideologias antigas contra o ocidente e Israel. Como uma cortina de fumaça, o IE surgiu, com bandeiras e com o sonho de instalar um novo califado islâmico, com regras que vão muito além das bases religiosas. Assim, a presença de um inimigo, que está ocupando território, cujo dono finge que nada está acontecendo de um lado, enquanto que a imprensa internacional dá a publicidade aos atos de genocídio, que estão sendo cometidos contra os sírios, os curdos, os libaneses, e demais estrangeiros, que apoiam a democracia e a liberdade de expressão, mobilizando a opinião pública à exigência da intervenção. Em contrapartida, a Arábia Saudita está comprando estoques de armamentos, tendo em vista que os analistas da inteligência já concluíram que a guerra acontecerá e será inevitável.

Como uma tentativa de resposta ao IE, Arábia Saudita está armando os curdos, em conjunto com a Alemanha. Assim, enquanto os refugiados se deslocam a Europa na busca pela sobrevivência, os curdos, que não possuem seu próprio território, estão penetrando cidade por cidade, e lutando uma guerra que possui padrinhos americanos, europeus, soviéticos, árabes e chineses. Eles estão lutando, porque não possuem opção. Seu bravo exército é composto de homens, mulheres e até crianças. E assim, numa luta de grupos e exércitos, que não possuem países e bandeiras, o resultado será o fim do IE de um lado, que se fragmentará em células e dissolverá. Entretanto, há a possibilidade dos Curdos constituírem seu país, através dos espólios da guerra. A criação do Estado Curdo traria o equilíbrio à região compreendida entre o Líbano e a Síria. E quanto mais emigrantes forem para Europa, mais terras e construções sobrarão para serem conquistadas pelos Curdos. E que os Curdos vençam e levem a melhor.

Nadelson Costa Nogueira Junior