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Prisão do deputado Marcos Abrahão já afetou a eleição municipal de 2020, em Rio Bonito

No último dia 08/11/18, quinta-feira, a polícia federal colocou em execução, em conjunto com a Receita Federal e o Ministério Público Federal, a Operação Furna da Onça, prendendo temporariamente, dez deputados da ALERJ, entre eles, o Marcos Abrahão, cujo nome foi citado na delação do Carlos Miranda, que foi o operador do ex-governador Sérgio Cabral. Conforme Carlos Miranda, o deputado Marcos Abrahão recebeu R$80.000,00 mensalmente, do início de 2011 até 2014, para aprovar os pacotes do governo.

Conforme a mídia, houve chuva de dinheiro da janela da casa do deputado em Rio Bonito, enquanto que as equipes conjuntas localizaram o material, recolheram e o levaram como prova. Em suma, tirando a investigação e a delação do Carlos Miranda, a situação do dinheiro no momento da operação foi a cereja do bolo para fechar o caixão com chave de ouro, uma vez que somente esse fato desdobrará outras fases e, possivelmente, novas operações, diminuindo o peso da dúvida da opinião pública antes mesmo do julgamento formalizado.

Com base nas informações da delação, só para o deputado riobonitense foram computados aproximadamente R$3.840.000,00, que foram retirados da segurança, saúde e educação pública, isso, sem contar com os salários atrasados dos servidores e o Estado de Calamidade Financeira que assola o Estado do Rio de Janeiro desde o seu decreto em 17/06/2016.

Por fim, se a eleição geral de 2018 fosse hoje, o Marcos Abrahão, do AVANTE, que só se reelegeu para o quinto mandato na ALERJ por conta da fórmula da legenda, por uma pequena margem decimal, não obteria êxito. Todavia, independentemente dos desdobramentos judiciais e do resultado das investigações, o deputado estadual riobonitense dificilmente realizará o sonho de ser o prefeito do município de Rio Bonito, porque “Roma perdoa, mas não esquece jamais.” Também, não vejo a viabilidade para que o deputado faça o sucessor para indicar e controlar seu grupo político no Poder Executivo Municipal. Dessa forma, a prisão afetou a eleição municipal de 2020, deixando um dos três principais grupos políticos da localidade sem liderança e coesão, enquanto que a sociedade ainda aguarda o desfecho do destino político do Mandiocão de um lado, assistindo a Solange Pereira de Almeida pedindo apoio político do outro, mesmo impedida por força da sentença condenatória, que transitou em julgado no Superior Tribunal de Justiça.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior : .

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Cavalgada Riobonitense é o encontro do sentimento com a amizade e a família

“É o contraste cultural ver o Mandiocão liderar a cavalgada com seus cavalos e cavaleiros, quando estamos no século XXI e com tanta tecnologia. Isso demonstra que a cidade ainda insiste em se manter no período do curral. Sendo assim, era para essa mesma galera pegar na enxada e no arado para plantar e produzir a agricultura de outros tempos. Isso ninguém quer por aqui, salvo se fantasiar de sertanejo para sair bem na fotografia.” (NOGUEIRA, 2018).

 

No dia 28 de abril de 2018, eu fiz um comentário simples e minimalista sobre a prática da cavalgada, que contará com posição de destaque no 172º aniversário de emancipação de Rio Bonito, uma vez que o prefeito Mandiocão é cavaleiro amante e praticante da arte, transformando o nicho numa forma personalizada da sua expressão política, mesmo que os riobonitenses tenham que conviver com os dejetos verdes deixados sobre o asfalto e o paralelepípedo.

Quando fiz a postagem no Facebook, fiz referência ao curral da época do Império, quando o riobonitense se recusa a pegar na enxada, no arado e no adubo para plantar ou tornar produtiva a pequena propriedade, mantendo o verdadeiro modelo econômico do nosso município, que se vende como um prestador de serviços, com altos índices de desemprego e com um mercado de trabalho limitadíssimo aos contadores, professores, vendedores e caixas dentro do comércio. Mandiocão faz seu marketing real e sincero de vida, representando o homem do campo, mas deixa o distrito de Boa Esperança abandonado. A situação se agrava quando a pessoa vai procurar emprego e é descartada na hora que informa sua residência, por causa do valor do transporte. Em suma, o único momento que o prefeito tem o contato real e sincero com o seu universo eleitoral é na hora da cavalgada.

Ao longo do debate, seis pessoas se apresentaram para defender seu nicho de negócio no ramo da criação e venda dos equinos, trazendo a argumentação de que o mercado nacional gera o montante de R$16 bilhões, que estão concentrados nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná. O Brasil possui o plantel de 600 mil cabeças, tendo o Estado do Rio de Janeiro a segunda posição, quando se trata da criação da raça mangalarga. Os números são expressivos e não podem ser ignorados. Todavia, tentaram impor a ideia de que os bilhões rendidos em outros estados justificariam o mercado bilionário ou doméstico em Rio Bonito, que não possui dados ou indicadores, porque não existem por parte da secretaria municipal de agricultura e os donos dos haras também não disponibilizam seus fluxos de caixa, quando o deveriam ter feito, a partir do momento que insistiram em abraçar a linha econômica como bandeira da justificativa.

Após o sinal do Batman ter reunido meia dúzia de cavaleiros despreparados para o combate, me apareceu o Fernando César, na manhã do dia 30 de abril, fazendo uma argumentação simples e objetiva sobre o mercado de equinos, trazendo a cavalgada para o campo antropológico, acrescentando sentimento, conectando o tempo, as pessoas e o espaço com os animais, agregando valores como amizade, família e companheirismo. Ele elevou a cavalgada ao encontro entre amigos e a demonstração do amor ao cavalo e ao próprio cavaleiro, sem enfeitar o pavão ou trazer dados e números da casa dos outros, construindo uma linha de raciocínio, inclusive, terapêutica, folclórica e cultural.

O Fernando César demonstrou que ainda existem pensadores coerentes na diversidade da sociedade brasileira, incorporando literalmente o cavaleiro e o cavalheiro inglês, com sua postura, escrita, educação, linha de raciocínio e cordialidade. Não sei qual raça de cavalo ele cria, mas sua dignidade foi merecedora dos cavalos árabes mencionados em Ben-Hur e da cavalaria inglesa conservadora, que mantém a escola mundial na etiqueta e na competição equestre. Ele me fez rever a questão social e emocional entorno da cultura. Aliás, com poucas linhas e de forma sucinta, o Fernando me demonstrou que é o amor que une os cavaleiros, enquanto que esse amor é tão grande, que eles não conseguem guardar para si e precisam compartilhar com o mundo, incluindo a marcha, o trote, o trato do pelo e a postura do animal. Até então, eu só conseguia fazer essa imagem na cultura gaúcha e mato-grossense, com os grandes fazendeiros e criadores. Mas, isso acontece em Rio Bonito no âmbito doméstico, sem muito enfeite ou arrogância, tornando a cavalgada folclórica, com significado e significância para o interior, agregando grande potencial turístico e econômico, se for considerando no plano diretor do turismo municipal.

Rio Bonito espera receber mais de 2.000 cavaleiros na sua cavalgada com o prefeito na abertura do evento dos 172 anos da sua emancipação, que passarão marchando com seus estandartes pelos átrios da cidade, lembrando as legiões romanas nos festejos de César e dos deuses após às vitórias na guerra sangrenta, impondo a civilização daquela época.

Por fim, ao Fernando César eu tiro o meu chapéu e me curvo por reconhece-lo como irmão e um verdadeiro amante da cavalaria, porque existem os amantes e aqueles que só visam o lucro no negócio e nada mais.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior:.

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Vice-prefeita Rita da Educação vira Rita da Saúde, mantendo os padrões dos governos anteriores na PMRB

whatsapp-image-2018-02-03-at-08-53-21Na última sexta-feira, dia 02 de fevereiro de 2018, a vice-prefeita de Rio Bonito, Rita de Cássia Antunes Borges Martins Gomes, popularmente conhecida como Rita da Educação, foi nomeada para o cargo de secretária municipal de saúde, símbolo SM, a contar de 02/02/2018, alcançando o ápice da sua carreira executiva e controlando, literalmente, um terço do orçamento municipal para 2018, no valor estimado em R$238 milhões, sendo R$79,3 milhões só para a pasta da saúde, que teve um péssimo desempenho no ano de 2017, salvo as propagandas do reforço de imagem do governo, com filas e agendamentos de longa espera no Loyola e nos postos de saúde, a UPA sem refrigeração e com problemas logísticos no estoque e almoxarifado, tendo em vista que o Município de Rio Bonito vem custeando a parte do Estado do Rio de Janeiro desde o anúncio da sua crise financeira, além dos empenhos superfaturados no transporte dos doentes, cujos carros foram maus utilizados pelo ente público, deixando a sociedade e os usuários dos serviços chupando dedo. Existem relatos do uso dos carros para a entrega de cachorro quente em festa de igreja no segundo distrito de Boa Esperança, por exemplo, enquanto que os doentes foram ignorados e deixados de lado.

No decorrer das eleições 2016, era visível e latente para a imprensa e a opinião pública que o grupo do prefeito Mandiocão estava fragmentado em 03 subgrupos políticos, sendo o primeiro original do prefeito, o segundo com o ex-secretário de saúde, Matheus Neto, como avatar, e o terceiro com a ex-vereadora e a atual vice-prefeita no comando, lutando por cada centímetro cúbico de influência e a atuação nos bastidores e nas apresentações no jogo do poder político. Dessa forma, também era latente e perceptível o conflito velado entre o grupo político do Matheus Neto e da Rita da Educação pela pasta da saúde e pela indicação do prefeito para a futura sucessão, lembrando a tradicional ritualística romana, quando o César levantava a mão do general e sucessor perante a sociedade nos festejos dos Deuses, com o escravo sussurrando no ouvido do indicado, dizendo-lhe que a morte era certa para todos.

A vice-prefeita estava com o controle da pasta da educação em 2017, que teve o orçamento real de R$58 milhões, recebendo o suporte extra de R$12 milhões do Governo Temer, totalizando R$70 milhões, enquanto que a educação municipal foi marcada pelos mandos e desmandos tradicionais nas direções escolares, com a merenda escolar comprometida na maioria das unidades, ficando mais latente a carência no interior, com a herança gerada no mandato do Mandiocão de 2005/2012, cujo caos foi mantido pela ex-prefeita Solange Pereira de Almeida, com as escolas sucateadas, professores desvalorizados e com péssimos salários, o FUNDEB utilizado de forma subjetiva, além da manutenção contínua dos contratos dos profissionais da saúde através do processo seletivo, quando a demanda deixa clara a necessidade do concurso público e do fim do cabide de emprego na educação, o que acabaria com o capital político do governante nas eleições seguintes.

Pelo julgamento histórico em 2017 e início de 2018, a vice-prefeita fez mais iniciativas plásticas com as pinturas e os trabalhos de imagem do que as intervenções e transformações essenciais e necessárias de fato na educação municipal, mantendo a tradição do mais do mesmo, vendendo a imagem de uma realidade editada no computador, cuja cereja do bolo foi o fechamento de uma escola no Quindão (Escola Municipal Casimiro de Abreu), no 2º Distrito de Boa Esperança em 2017, e de duas escolas, sendo a de Rio Mole e da Colina da Primavera, sem qualquer diálogo com a sociedade, o conselho municipal de educação e a Câmara Municipal, com a expectativa de fechar a escola de Cachoeiras dos Bagres ainda em 2018.

Por fim, a transição da vice-prefeita para a pasta da saúde poderá ser a volta por cima de tudo e a reinvenção de uma possível sucessão no poder para o Madiocão. Todavia, considerando o ambiente político local, acredito que já deixaram bombas instaladas propositalmente na pasta da saúde, que explodirão nas mãos da Rita de Cássia e que comprometerão seus planos para o futuro em relação ao cargo de prefeito, materializando o famoso fogo amigo ou a sabotagem no jogo do poder pelo poder. O primeiro desafio da vice-prefeita será a manutenção da UPA e das licitações deixadas pelo ex-secretário de saúde, num período em que o governo só possui 0,5% (meio por cento) de flexibilidade. É importante lembrar que estamos em ano eleitoral, enquanto que o Partido Progressista exigirá o apoio e a logística política na região para os seus candidatos ao Congresso Nacional, ALERJ, governo do Estado e Presidência da República. Dessa forma, a vice-prefeita e o prefeito não terão muita opção, diante do desgaste político e jurídico provocado na campanha eleitoral em 2016, que mantém o Mandiocão sentado na cadeira de prefeito, sustentado numa liminar, que arrancou a eleição, no tapetão, do Marcos Abrahão e a soberania da Câmara Municipal de Rio Bonito.

 

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior:.

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Ponto de vista do poder Legislativo sobre a polêmica relacionada ao Orçamento Municipal

“A Lei Orçamentária Anual é enviada à Câmara Municipal todo ano até o dia 15 de setembro. Essa tramitação obedece a ditames da Lei de Diretrizes Orçamentárias. Chegando a Casa Legislativa, cópias da matéria são distribuídas a cada vereador e a matéria é encaminhada a Comissão de Finanças e Orçamento.

Nesta ocasião é comum o Secretário Municipal de Planejamento entrar em contato com os vereadores para explicar a Lei Orçamentária, sanar dúvidas, oferecer explicações e conciliar as Emendas parlamentares, que representam os anseios das comunidades. Nos últimos 25 anos foi assim. Em 2017, porém, isso não aconteceu.

Os vereadores apresentaram as suas emendas e obedecendo a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) o artigo que autorizava o chefe do Poder Executivo remanejar o Orçamento em 30%, fato maior que previa a Lei, foi alterado para 0,5%.

O prefeito tentou negociar, mas o Orçamento já tinha sido aprovado com as Emendas parlamentares. A peça orçamentária foi enviada ao poder Executivo no dia 15/12/2017 e a Prefeitura tinha 15 dias úteis para sancionar ou vetar, o que não aconteceu. Os vetos foram encaminhados ao poder Legislativo fora do prazo, em 12/01/2017. Diante do exposto, a Câmara Municipal tinha 48 horas para promulgar o Orçamento e assim a Casa procedeu.

Não satisfeito o chefe do poder Executivo publicou o Orçamento, sem sanção e sem as Emendas parlamentares. Posteriormente ele publicou com as Emendas, sendo que o Orçamento já havia sido publicado pela Câmara, o que representa dano ao erário em duas publicações indevidas, ato que deve ser apurado e quem causou este prejuízo deverá ser responsabilizado e devolver esses recursos aos cofres púbicos.

Para piorar o quadro, o chefe do poder Executivo envia, à Câmara Municipal, uma mensagem onde pede suplementação da ordem de R$ 16,4 milhões. A justificativa é de que esse recurso seria destinado a despesas com a pasta da Educação, o que não é verdade, porque para a Educação foram destinados R$ 3,4 milhões. Além disso, a mensagem retira R$ 5,7 milhões da rubrica destinada ao Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Rio Bonito, o que significa tirar esse recurso dos aposentados e pensionistas, iniciativa que esse poder entendeu como absurda e lesiva.

Diante dos fatos, a Câmara Municipal de Rio Bonito pediu informações ao poder Executivo, para que essas distorções sejam esclarecidas e automaticamente suspendeu a sessão extraordinária que seria realizada até que o poder Executivo preste as devidas informações.

A realidade é que o poder Executivo deseja encobrir a sua incompetência e tenta transferir a responsabilidade de sua ingerência administrativa ao poder Legislativo, estratégia que não vai funcionar, porque o povo está atento. A máscara dos mentirosos e oportunistas está caindo. Tudo isso poderia ser facilmente resolvido através do diálogo, do respeito e da cordialidade, o que não é desejo do chefe do Executivo desde que ele assumiu a gestão do município.”

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PMRB atrasa o pagamento dos salários dos servidores para forçar a Câmara Municipal na revisão da flexibilidade orçamentária em 2018

Assinando o atestado de incompetência gestora e assumindo a marca latente da infantilidade na política e administração pública brasileira, onde a vaidade e a personalidade do político interferem e influenciam as políticas públicas e todas as relações que envolvem o erário público, o governo Mandiocão atrasa os salários dos servidores públicos da PMRB, objetivando mobilizar a máquina, a partir do empregado, para forçar a Câmara Municipal de Rio Bonito na revisão da votação do remanejamento do valor de R$71,6 milhões em 2018, porque a pasta do planejamento não fez o dever de casa em relação ao equilíbrio fiscal e as garantias entre as receitas e despesas do Município de Rio Bonito, enquanto que a Câmara Municipal estabeleceu a flexibilidade de 0,5% (meio por cento) de R$238,9 milhões, deixando o governo com R$1,19 milhões para passar de uma conta para outra neste ano.

Fazendo a retrospectiva, com o orçamento de 2018 aprovado pela Câmara Municipal, em 2017, no valor presumido de R$238.999.216,93, o governo pediu a flexibilidade de 30% do valor, como de costume, enquanto que os vereadores aprovaram 0,5%. Na prática, isso quer dizer que o prefeito só poderá retirar R$1.194.996,08 do plano orçamentário anual ao longo de 2018, o que poderá comprometer vários projetos com os fundos próprios e o pagamento das contas da PMRB. Todavia, a culpa não é da Câmara ou dos vereadores, tendo em vista que foi o próprio governo que organizou o orçamento, através da Secretaria Municipal de Planejamento. Logo, pela primeira vez na história de Rio Bonito, o secretário de planejamento passou a ter a notoriedade e a responsabilidade que lhe são devidas ao cargo, cujas contas, aparentemente não estão batendo, levando o governo ao desespero previsto anteriormente.

É importante atentar o povo para o fato de que é a primeira vez que vejo a Câmara Municipal trabalhar da forma correta em relação à flexibilidade. Logo, toda a responsabilidade cairá nas mãos do prefeito e dos seus respectivos secretários, caso a contabilidade não se encaixe com a realidade, uma vez que o governo teve um ano para fazer o planejamento e o plano orçamentário. Assim sendo, terá muita gente falando no ouvido do prefeito para resolver o problema que acontecerá nas licitações, uma vez que não haverá a flexibilidade dos R$54 milhões para preencher os buracos entre uma conta e outra. Por outro lado, a lógica também indicará que o governo optará em pagar as licitações e os contratos do interesse, deixando a folha de pagamento em segundo plano, enquanto a manobra for permitida.

O prefeito Mandiocão está na mão do palhaço e terá que conversar com a Câmara Municipal e os vereadores para desenvolver seus projetos, caso contrário, continuará paralisado e cometendo erros consecutivos, por tratar as secretarias municipais de forma política, quando deveria ser técnica. No mais, que a flexibilidade seja de zero por cento de 2019 em diante, porque a Câmara Municipal representa o povo e deve saber para onde são investidos cada centavo do contribuinte.

Por fim, o Prefeito e o secretário de planejamento são os verdadeiros culpados pelo atraso no pagamento dos servidores e das contas do Município de Rio Bonito, porque a Câmara Municipal só aprova, reprova, faz leis e fiscaliza.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Riobonitenses ficam sem água no centro da cidade e adjacências na véspera do natal de 2017

downloadA CEDAE dá de presente ao centro de Rio Bonito a falta de água, logo às vésperas do natal de 2017. E me pergunto para onde está indo o manancial hídrico todo de Rio Bonito? Com o custo médio de R$72,00 para cada 15 metros cúbicos por domicílio ao mês, o problema não está na água e nem no dinheiro, mas na vontade política e na gestão da empresa.

Tem sido algo comum no quotidiano riobonitense a reclamação dos cidadãos sobre a falta d`água na cidade, que está marcada com períodos superiores aos 21 dias no Rio do Ouro. O mesmo padrão vem se mantendo nos birros adjacentes ao centro, mostrando que a CEDAE está ineficaz, ineficiente e incompetente na prestação do serviço, que, no caso de Rio Bonito se limita à manutenção natural do reservatório, desde a adutora até o reservatório localizado no bairro da Caixa D`água Nova, e a distribuição pela cidade.

A incompetência latente da CEDAE em Rio Bonito demonstra o quanto a renovação do contrato entre a empresa e o município está inapropriada, principalmente, diante do processo de privatização da empresa pública, que já recebeu o aval da ALERJ para ser materializada de um lado, enquanto que o governo do Estado do Rio de Janeiro já a colocou como garantia do empréstimo realizado junto ao Banco Francês, no valor de R$ 3 bilhões, com os juros previstos em R$1 Bilhão até o ano de 2020, do outro, o que tornará o processo de aquisição muito mais fácil e barato para a iniciativa privada.
Está óbvio para a população que a PMRB já deveria ter municipalizado o serviço de tratamento e distribuição da água em Rio Bonito para aumentar sua receita e garantir o fornecimento da água às famílias riobonitenses. E por que ainda não o fizeram? – Enfim, está na hora da população ir para rua para pressionar o prefeito e a Câmara Municipal, uma vez que a situação está insustentável, com o Município perdendo receita, inclusive.

No centro da cidade começará uma disputa entre as bombas hidráulicas autoaspirantes para a manutenção das cisternas domésticas, cujos preços variam de R$184,90 a R$2.129,00 dependendo da marca e da potência do motor. Em suma, pagamos caro pelo serviço, que, seguindo a tradição do estado mínimo, ainda temos que investir em tecnologias para dar pressão e garantir o fornecimento hídrico, enquanto assim o permitirem.

Por fim, está na hora de Rio Bonito controlar sua água e pegá-la de volta para si, com o retardo mínimo de 15 anos, sem a CEDAE e terceiros no processo, porque a água é nossa.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Mandiocão escolhe novo secretário para a Secretaria de Prevenção à Dependência Química

dependencia-quimica1“Mais um Ato importante que mostra o quanto o nosso prefeito Mandiocão é bisonho! Para comandar a Secretaria Municipal de Prevenção a Dependência Química, ele escolheu o nosso amigo Alexandre Ferreira Campos, popularmente conhecido como Xandocão. Minha gente, eu nada tenho contra o Xandocão, que é um amigo dos tempos de colégio e um ótimo garoto. Mas não me lembro de Xandocão ter nenhuma tradição nessa questão da prevenção a dependência química.
Você que está lendo o post vai me perguntar: “mas quem o “bisonho” poderia nomear para a função?”. Eu vou mencionar três nomes de dentro do grupo do prefeito que entendem do assunto, conhecem a questão das drogas, atuam na questão da dependência química, há anos lidam com prevenção e têm relevantes serviços prestados a sociedade riobonitense.
O primeiro é João Paulo Romanelli. O cara simplesmente fez parte da coordenação de campanha do bisonho e foi figura importante no bastidor político em 2016.
O segundo é Aliomar Guimarães. O garoto dispensa apresentações e o mais interessante: além da atuação na área da prevenção a dependência química, ele foi candidato a vereador pelo PR, no palanque do “bisonho”, e alcançou 504 votos;
O terceiro nome é o de Fabio Pombo Rodrigues, o nosso amigo Fabão. Outro que dispensa apresentação e também foi candidato pelo PR, partido da base do bisonho. Fabão alcançou 163 votos, inclusive, no período eleitoral ele se recuperava de uma cirurgia ortopédica, o que interferiu no seu desempenho como candidato.
Nós temos ainda outros nomes, mas estou citando esses três, porque eles orbitam próximos ao bisonho. A escolha deixa claro o desprezo do Sr. Prefeito a área da Dependência Química e, sobretudo, aos que estão ao lado dele. Aliás, Xandocão também foi candidato a vereador no grupo do bisonho, o partido era o DEM, e ele alcançou 53 votos.
Quer ajudar o amigo Xandocão, prefeito? Aproveite a oportunidade para ajudar o município! Desenvolva um projeto de informatização da Prefeitura, que interligue setores, que tenha plataformas digitais e aplicativos onde o contribuinte consiga pedir coleta de entulho e resto de obras, fazer reclamações, consultar leis municipais, fazer matricula escolar, marcar transporte para tratamento de saúde, renovar carteira de transporte universitário, marcar exames etc. Convide Xandocão para coordenar esse serviço, porque de informática ele entende muito. Ofereça a ele uma Assessoria Especial, que tem remuneração igual a de secretário, e vamos fazer o município evoluir. Eu acredito que ele tem capacidade para isso e o município precisa para ontem dessa modernização em sua estrutura!
Por conta dessa nomeação esdruxula, o prefeito está sendo promovido, em minhas postagens, de “Pangaré” para Bisonho!”
Por Flávio Azevedo.
Vereador Edilon de Souza Ferreira, o Dilon de Boa Esperança (PSC), no Programa Flávio Azevedo, em 18/12/17.

Programa Flávio Azevedo recebe vereador Dilon de Boa Esperança

O Programa Flávio Azevedo dessa segunda-feira (18/12) recebe o vereador Edilon de Souza Ferreira, o Dilon de Boa Esperança (PSC). Em nosso papo com o parlamentar riobonitense, a Lei de sua autoria que proíbe o ensino da Ideologia de Gênero nas escolas públicas e privadas do município. Também iremos fazer um balanço, com o parlamentar, sobre esse primeiro ano do mandato e suas perspectivas de futuro.

 

O "Auto da Compadecida" foi a grande atração da noite no palco do "Natal Bonito".

Natal Bonito mostra que Rio Bonito pode ser mais bonito

“Praça Fonseca Portela lotada. No palco, um grupo de jovens e adolescentes. Meninos que conseguiram na marra e na persistência alcançar o estrelato. A estória de Ariano Suassuna, “O Auto da Compadecida”, permitiu vermos no palco, jovens e crianças de todas as idades e talentos variados. O desempenho da garotada confirma o que já se sabe há muito tempo: Rio Bonito é uma terra de pessoas talentosas, de artistas que precisam apenas que lhes pavimente o caminho.
Do outro lado da rua, artesãos, gente tão talentosa quantos os atores que davam vida a obra de Suassuna. Pessoas que através de traços, riscos, pinturas, dobraduras e cortes; confirmavam que talento e criatividade é realmente a marca da nossa gente. O polêmico “Natal Bonito”, iniciativa que inebria ufanistas e desagrada pessimistas; confirma que nossa gente tão sofrida exige serviços públicos de qualidade, mas também gosta de celebrar e expor seus atributos.
Os artistas, no palco e na rua? Esses querem apenas oportunidades. Oportunidades de externar o seu talento, sua criatividade, suas obras. Eventos como o que aconteceu na noite desse sábado, 16 de dezembro, por mais que o palco do Natal Bonito tenha recebido até aqui muita gente talentosa, cria uma expectativa positiva na cabeça do riobonitense, que há anos deseja ter um Ano novo que ofereça de verdade novas perspectivas.
A trupe do Lona na Lua, os artesãos e aqueles que estão empenhados em promover o “Natal Bonito”; pela primeira vez conseguem, em muitos anos, alinhar o que é desejo do riobonitense há muito tempo: ver nossos artistas valorizados, ter orgulho de ser riobonitenses e acreditar que Rio Bonito é uma cidade possível.”
Por Flávio Azevedo.