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O Brasil está caminhando para a Guerra Civil

Não precisa ser expert em sociologia ou economia política para concluir que chegamos ao 3º estágio da estagnação econômica, que se desencadeará em todos os nichos da sociedade, assim como as drogas, as doenças sexualmente transmissíveis, a síndrome do pânico e a violência doméstica, que, por mais que tenham sido anunciadas e recebido bastante propaganda preventiva, ocorreram ao longo dos últimos 30 anos, se alastrando pela maior parte do planeta, ocupando o mesmo espaço da humanidade. Esse estágio foi conhecido pelo mundo em 1929, cujos historiadores e pesquisadores o chamam de DEPRESSÃO ECONÔMICA.

Para os leigos, a depressão econômica ocorre após um longo período de inflação, mesmo sendo controlada, que desencadeia o desequilíbrio na linha de produção, no estoque e no consumo, provocando os ajustes necessários por parte dos empregadores, que demitem em massa, para compensarem os buracos nas contas. O problema é que quanto mais gente é demitida, menor se torna o consumo. Quanto menor consumo, menor se torna a compra das mercadorias. Assim, as empresas continuam demitindo, até que o inevitável aconteça, que é a falência generalizada.

Na sociedade, a depressão econômica é anunciada com os efeitos do desemprego, que mantém as fórmulas supramencionadas, enquanto que o cidadão, que não tem opção, acaba ingressando na criminalidade para literalmente colocar comida em casa. Não satisfeito, o governo aumenta a água, a luz, os impostos e os tributos, sobrecarregando a indústria e o consumidor, que paga a maior parte da fatia na transferência dos encargos. Em suma, não precisa ser gênio para concluir que a violência e a criminalidade aumentarão, enquanto que os chefes de família cometerão suicídio nas áreas públicas, como uma forma de protesto. No caso do Brasil, a depressão foi oficialmente anunciada com a queda de 25% no consumo da cerveja no primeiro trimestre de 2016 em comparação com 2015. Isso quer dizer que o brasileiro está tentado se adaptar, deixando de beber nos bares, assumindo o último estágio da dieta econômica.

Não estamos vivendo uma simples inflação ou recessão econômica. Nós entramos na depressão econômica em outubro de 2015, quando o governo assumiu as pedaladas fiscais. Quando paralisaram a PETROBRÁS e as empreiteiras, independentemente das questões legais, paralisaram a maior parte da máquina econômica e produtiva do Brasil. Seguraram a válvula da corrupção por alguns meses, mas os políticos criaram uma crise econômica nos Estados Federativos e passaram a compensar os fornecedores e as licitações com o dinheiro da saúde e da educação, atrasando o pagamento dos servidores públicos e dos aposentados, sob a alegação da crise do petróleo com seus royalties.

Por fim, conforme a teoria geral econômica, a depressão econômica se agravará do estagio da inflação, do desemprego generalizado e da falência, para o aumento dos índices do suicídio, da violência doméstica e urbana, se alongando para a escarcez dos estoques, até que o nível máximo seja alcançado, que é a Guerra Civil. Logo, que sirva de alerta, já começaram os suicídios.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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O pão com ovo que se acha Big Mac

De vez em quando, durante minhas leituras diárias nas redes sociais, eu me deparo com o fenômeno do “pão com ovo que se acha Big Mac.” É um fenômeno simples de ser detectado, tendo em vista que a pessoa diz uma coisa nas redes sociais, mas vive uma realidade completamente diferente  no mundo real.

Ostentação é quando a pessoa tem e se exibe ou esnoba. Entretanto, como chamar a ostentação, quando a situação  não é verídica?  – Terei que dar algum exemplo, tendo em vista que o tema exige: Hipoteticamente, o empresário falido e sem solução para seu caso, se senta no mesmo restaurante todos os finais de semana. Ele bebe uma garrafa de Whisky da marca mais cara da casa, bem como anda no modelo do carro esportivo mais caro do mercado. Entretanto, tudo é uma grande ilusão, objetivando enganar a plateia.

O fenômeno “pão com ovo que se acha Big Mac” não é algo que acho importante ou interessante, porque ele está mais ligado aos valores pessoais do seu praticante do que aos valores propagados e praticados pela sociedade. Entretanto, se esse tipo de fenômeno ocorre com frequência, é porque o consumismo está se infiltrando na consciência, enquanto que seu praticante vê o mundo com cifrões, seguindo, justamente, a medição a partir de si, dos seus valores e ideias.

Por fim, como o personagem sobreviverá, quando o óbvio acontecer, que será a busca e a apreensão do carro, dos bens e o bloqueio da sua conta e dos créditos no mercado financeiro? – Talvez, ele acorde e coloque seu currículo no mercado de trabalho, na tentativa de recomeçar, da maneira certa.  No mais, não vejo problema algum em ser pão com ovo, principalmente, quando a gema está mole, e escorre pelo prato.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A quebra da Kodak é o exemplo de que a visão do futuro é necessária nos negócios

Kodak_Kodakchrom_64_KBO estudo do caso da quebra da KODAK, que foi a maior referência global na qualidade do material fotográfico, é um exemplo de grandes atitudes e, também, de grandes erros.

Toda organização que acredita que sua posição está inatingível e que se estará sempre na liderança, porque possui os melhores executivos do seu tempo, investindo no desenvolvimento da sua equipe e dos seus talentos, mas, deixando de sincronizar seu planejamento estratégico com o plano do negócio, vislumbrando o mercado consumidor, com suas necessidades e tendências, salvo a ausência da concorrência, estará fadada ao fracasso e à falência, por maior que tenha sido seu legado global e a valorização da sua marca.

Mas, onde foi que a KODAK errou, tendo em vista que possuia um dos maiores centros industriais do setor fotográfico no mundo, produzindo tecnologia de ponta e investindo nos seus talentos? A culpa é da crise econômica americana de 2009? – A resposta poderia ser simplificada e colocada na conta da cries econômica de 2009 e seus efeitos no mercado financeiro global. Entretanto, não há qualquer relação de um fato com o outro. A KODAK errou, porque ela não sincronizou seu planejamento estratégico com o negócio, ignorando as tendências tecnológicas do mercado. Assim, seguindo uma linha padrão, a KODAK continuou investindo no marketing, como a COCA-COLA. Todavia, manter sua marca em evidência não é a garantia de que seus produtos continuarão sendo consumidos pelo mercado, quando se tem um concorrente inteligente, inovador e visionário. A situação piora, quando esse concorrente pertence a outro mercado, enquanto que sua inovação causará total desequilíbrio em outras setores, por conta do conceito da inovação dos seus produtos. Logo, poderíamos afirmar que a FUJI e outras marcas famosas no setor fotográfico foram os causadores do fracasso da KODAK. Mas, tal afirmação, embora tenha sentido dentro do mercado da fotografia, seria um erro, tendo em vista que o mercado consumidor mudou seu comportamento, enquanto que o lançamento dos smartphones, com a resolução digital e os aplicativos de edição, provocaram uma mudança no comportamento do mercado consumidor, que deseja simplicidade, mobilidade e carregar o mínimo de peso possível. Assim, a onda negativa da KODAK se iniciou com o lançamento do IPHONE e seus efeitos no setor da telefonia e da tecnologia. A SAMSUNG e os Tigres Asiáticos não ficaram para trás e começaram a desenvolver tecnologias menores e mais eficientes na área da fotografia, migrando tais tendências aos portáteis.

kodak-bankruptcyA KODAK, na sua falta de visão estratégica para construir e simular cenários no futuro, acabou se perdendo na sua história de glória e conquistas. Mas, há um outro ponto muito interessante nisso tudo, tendo em vista que a empresa não ficou de braços cruzados e deixando a era digital passar diante dos seus olhos. Ela reagiu e entrou no mercado, produzindo câmeras e impressoras digitais específicas para o ramo da fotografia. Entretanto, havia um outro problema, uma vez que a KODAK tinha o recurso tecnológico digital muito caro, em comparação à concorrência, agravando a situação com as limitações do acesso aos produtos, que não migravam com outros dispositivos e produtos que não fossem da marca KODAK. Logo, a empresa cometeu o segundo erro no cenário tecnológico e mercadológico, acreditando que as pessoas continuariam consumindo seus produtos por causa da marca, mantendo a fidelidade forçada.

No final, restaram três opções a KODAK: 01 – Não reagir e quebrar; 02 – Expandir a área do mercado, fazendo parcerias ou fusões com empresas no setor tecnológico e da comunicação; e 03 – Diminuir a estrutura da organização, objetivando atender o fotógrafo profissional e o fotógrafo que trabalha com a fotografia como arte, dento do modelo original, com lentes especiais e caras, exigindo o modelo do laboratório fotográfico e a revelação no papel. Em suma, a KODAK aplicou a terceira opção, demonstrando que terá o mesmo fim das fábricas das fitas cassetes ou das máquinas de datilografia. Se os concorrentes do setor não migrarem seus negócios com outros setores e tendências no mercado consumidor, sofrerão do mesmo efeito dominó, porque o mercado quer praticidade, enquanto que o mesmo ainda não acordou para o fato que se tornará escravo do sistema das nuvens e do controle da informação. Mas, isso é uma conversa para uma outra hora.

 

Nadelson Costa Nogueira Junior

 

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Nação Estranha

Eu tenho visto corpos estranhos,

Gente estranha com ideias estranhas.

Eles querem o bem do país,

Mas só pensam no melhor para si.

 

Eles perderam as eleições,

E decidiram ganhar no grito.

Construíram emendas,

Que provocaram as demissões,

Transformaram o Brasil num circo.

 

Carros blindados andam pela madrugada.

Somos manipulados na era da informação.

Constroem notícias de fachada,

Para gerar o ódio em uma nação.

 

Não existe política, sem corrupção. Proibiram o lobismo!

Os partidos foram construídos para purificação.

Logo, manter o cargo é muito caro, exigindo sacrifícios.

Mas o político não gosta do trabalho, usando os termos aditivos.

 

A eleição se faz com democracia.

Mas a democracia está no cadeado.

O sistema se blindou com as delações premiadas,

Dificultado o trabalho do Estado.

 

Essa nação é muito imatura.

Constrói candidaturas, para manter a ditadura.

Enquanto a informação nacional te aliena,

A imprensa internacional te orienta.

 

E essa é uma nação soberana,

Que transformou os nobres em estadistas.

Consentindo aberrações desumanas,

Que também são narcisistas.

 

Não importa se a economia está delicada,

Ou se o trabalho de uma vida irá à falência.

O Estado tem que aumentar a arrecadação,

Visando manter toda essa desorganização.

 

Somos tribos,

Que se organizam em feudos.

Depois, construíram a constituição,

Para transformarem tudo isso em unidade da federação.

 

Nadelson Costa Nogueira Junior