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O Brasil precisa abandonar o petróleo e abraçar a fusão nuclear

fusaoA Balança Comercial se baseia no confronto entre os produtos importados e exportados, enquanto que sua base se mantém na estrutura da reserva cambial e metalista, colocando o Onça Troy (Ouro) como referência mundial. Logo, para uma nação fechar o período de forma positiva, ou superávit, é necessário que as flutuações financeiras estejam abaixo da reserva cambial, enquanto que o país deverá exportar (vender) mais do que importar (comprar). Todavia, no caso do Brasil, a fórmula está sendo manipulada artificialmente pelo Governo desde 1994, priorizando a taxa de juros acima do mercado internacional para captar os investidores estrangeiros, além da injeção contínua dos dólares na flutuação do mercado, objetivando mantê-lo atrativo. No final, o contribuinte brasileiro paga caro pelo padrão de vida duas vezes, uma vez que a manutenção do aquário financeiro não é barata, enquanto que dinheiro não dá em árvore.

Desde 2003, o governo do ex-presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva, manteve a política econômica e cambial iniciada por FHC, utilizando-se, em contraposição, do mecanismo dos empréstimos às nações estrangeiras, bem como a intensificação das obras e grandes construções no exterior, convertendo os valores em dólares, que eram incorporados à balança comercial como investimentos, provocando o superávit artificial da economia. E foi assim que o governo do PT construiu a famosa “economia emergente” até a entrada da ex-presidente Dilma Rousseff, que retornou ao modelo econômico anterior ao período do real, investindo maciçamente no social, ignorando a necessidade primária do Brasil, que é justamente o investimento no setor energético e na produção industrial nacional.

Todavia, deixando a política cambial de lado no momento, é importante analisarmos que o Brasil se prendeu ao petróleo, deixando toda sua economia dependente do setor, que está em decadência e com os próximos trintas anos de contagem regressiva para sua subutilização na produção dos plásticos, tendo em vista o investimento maciço das maiores nações e economias do planeta na pesquisa e na produção das novas fontes de energia, mais limpas, baratas e sustentáveis, contrariando todas as regras do setor petrolífero. Logo, o que está acontecendo com os Estados Federativos produtores de petróleo, que estão imersos numa crise financeira, acontecerá com a União, se não investir nas novas formas de energia, afastando-se progressivamente do hidrocarboneto.

Para tornar o Mal Holandês ainda pior para o brasil, a Alemanha anunciou essa semana que conseguiu tornar operacional e com a segurança de 99,99% o primeiro reator de fusão nuclear, cujo seu mecanismo se baseia no formato de uma rosca de 16 metros, que controla os gases e o plasma através do magnetismo, sem contato direto com o material metálico do projeto. Assim, a Alemanha inaugurou uma nova etapa da evolução científica, elevando a corrida energética ao nível mais estratégico, limpo e infinito, alterando, inclusive, o panorama político do continente europeu, uma vez que a solução energética poderá alimentar a escala de bilhões de pessoas, diminuindo a importância logística da Rússia, que é responsável pela maior parte do fornecimento do gás aos europeus.

Por fim, o Brasil precisa abandonar os projetos hidrelétricos e petrolíferos, vislumbrando a tecnologia da fusão nuclear, que é literalmente a reprodução da manutenção energética do sol. O anuncio o reator alemão elevou o mundo contemporâneo ao panorama científico do filme “Jornada nas Estrelas”, uma vez que tal fonte de energia se encaixa perfeitamente como uma solução aos motores de dobra espacial e à autonomia colonial fora do planeta Terra. Entretanto, o governo brasileiro continuará insistindo no Pré-Sal e no modelo econômico sustentado pelos royalties do petróleo e pelo ICMS, que é descontado no destino, em Brasília, dentro do setor, enquanto que, contraditoriamente com a crise financeiro no Estado do Rio de Janeiro, o mesmo enviou mais de R$108 Bilhões em 2016, sozinho, sustentando a União e os Estados Federativos que não conseguiram evoluir autonomamente no último século.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

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Conversando sobre a humanidade com Deus

ricos1eEterno, compartilhando da unicidade e da criação, suplico por justiça e misericórdia, tendo em vista que a humanidade ainda não chegou ao nível mais profundo da pobreza moral e ética, mas as bases da imoralidade estão fincadas nos corações petrificados dos seres humanos.

Eterno, nós estamos cheios da ganância, que originam as desigualdades sociais, a exploração e a escravidão do Homem, além da destruição do mundo natural. As pessoas estão fazendo filas gigantescas por emprego, enquanto que milhares de famílias passam fome, em total situação de miséria e pobreza material. Não há cura para as doenças, porque não há dinheiro para comprar os medicamentos.

Eterno, nossos governantes se afastaram da sociedade e ignoraram as consequências coletivas dos seus atos e decisões. Com isso, perdemos o respeito e deixamos de obedecer às autoridades. E, por pior que pareça, a situação se agravará, uma vez que virá a guerra civil, que se tornará uma guerra continental e mundial. Novamente, homem matará homem, famílias serão exterminadas com o apertar de um único botão. Será nesse momento que chegaremos à plenitude de que erramos, mas continuaremos destruindo, porque essa foi a programação da nossa natureza social e primitiva.

Eterno, rogo pela vinda do Messias. Todavia, não nos envie o salvador, porque Ele será incompreendido pelos políticos e religiosos. Possivelmente, Ele será adorado por muitos e perseguidos pelas instituições governamentais. No final, o matarão para que a profecia não seja cumprida.

Eterno, o inevitável acontecerá. Chegaremos ao limite da degradação humana e do canibalismo. Logo, na ausência dos justos, rogo que envie seus três anjos expiadores, para que possam provar da nossa hospitalidade e do melhor que temos para dar ao mundo e a Ti. E, se no final da jornada e do julgamento, não for encontrado um único justo, que seja aplicada a sentença, com a destruição de tudo.

Por fim, Eterno, imploro que tenha misericórdia das crianças, por dois motivos: – Elas são inocentes, enquanto que precisaremos das testemunhas, objetivando retardar o processo inevitável na relação entre o progresso, o crescimento populacional e a extinção de toda a espécie humana.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Epístola do Século do Egoísmo.

Rio Bonito, 01 de janeiro de 2001.

A ERA DA INCERTEZA E DAS VAIDADES

Dedicado aos indivíduos que deixaram de lado suas vaidades e que lutaram pelo objetivo único de tornar o mundo melhor para seus descendentes; superando suas fobias., quando acordavam desesperados ao meio do pesadelo que lhe parecia não ter mais fim… Pois, assim é a realidade para o Filósofo, o Artista e o Poeta… Um trovão, um fio, um arrepio…
O homem foi expulso do paraíso porque havia um destino traçado pelo criador. Era necessário que o mesmo aprendesse com o pecado para poder se encontrar com a criação e com o Deus vivo… Todavia, desde o Livro de Gênesis, o homem só tem procurado o espelho e o reflexo de sua vontade, no intuito de alcançar o status inteligível e não a D-us.

O Século XX foi marcado, desde o início, por grandes descobertas científico-tecnológicas e efêmeros temores da alma humana. O Século XX foi marcado desde o início pela ansiedade e pela incerteza.
Na passagem do Século XIX para o Século XX, Emilie Durkheim, o patrono da Sociologia, narrava, em uma de suas obras, o comportamento patológico ou a anomalia social; onde centenas de protestantes e de judeus se suicidavam perante a incerteza que trazia a ideia de um Século novo (Teoria do Suicídio como fato social)… principalmente, quando os crentes daquela época acreditavam que aquela virada de século correspondia ao início do Final dos Tempos – pensamento fortemente defendido pelos apocalípticos até mesmo nos dias atuais que transcorrem o tempo presente desse escritor.
Talvez, os apocalípticos não estivessem errados; pois foi no Século XX que aconteceram as maiores loucuras até então feitas pela humanidade, assim como, o neocolonialismo; a Primeira Guerra Mundial; a Revolução Russa; a Queda da Bolsa de New York, em 1929; a Revolução Espanhola; o Nazismo; o Fascismo Italiano; o Comunismo; o anti semitismo; a Xenofobia; a Segunda Guerra Mundial; a Quebra do Tratado de Versalhes; o Assassinato de mais de 30 milhões de seres humanos… A quebra dos Direitos Humanos; A era nuclear; a Guerra Fria e suas consequências desastrosas, como a origem de outras guerras e guerrilhas… A Revolução Cubana; o bloqueio comercial de Cuba por parte dos americanos, assim como, a própria fome e a desigualdade social que sempre estiveram na face da terra. No Século XX, políticos falavam e profetizavam em nome de Deus; enquanto que outros defendiam a inexistência do mesmo. Nesse Século, novas religiões surgiram; renegando suas origens e atacando suas mães; Todavia, com a mesma oratória e maior concorrência de mercado e declínio na ética.
Foi no Século XX que os negros saíram de suas casas e foram lutar nas ruas no intuito de conquistar, não a liberdade, mas a igualdade social perante os brancos. Pois, foi no mesmo século, que os homens, vestidos de branco e encapuzados, invadiam as humildes casas da comunidade negra e enforcavam àqueles que pregavam a palavra de Deus e a justiça social. Isso aconteceu nos EUA durante dois terços do Século XX.
Certamente, o Século XX foi um centenário antagônico e extremamente rico no campo científico; pois foi nele que descobrimos a Radioatividade; estabelecemos e definimos o conceito abstrato de energia… Embora, tenha sido o filósofo e guerreiro árabe, Cícero, no Século VII D.C., o doutrinador da ideia da produção infinita de energia a partir da separação do átomo; foi no Século XX que Albert Einstein descobriu a equação da Relatividade E=MC2 (Energia é igual à massa vezes a velocidade da luz ao quadrado) e, a partir da mesma, ele reestruturou o panorama da Física; colocando a realidade humana na realidade teórica cosmopolar e nuclear. Muito além disso, Einstein alterou todos os conceitos básicos da física, determinando novas fronteiras para a ciência em geral… Nasciam, nessa mesma época áurea, os Anarquistas Epistemológicos… os homens que são contra o método.
Foi no Século XX que o homem observou suas células da forma mais completa possível, a partir do microscópio eletrônico. Foi no mesmo Século que a Engenharia Genética se desenvolveu; estabelecendo conceitos básicos como DNA (ácido Desoxirribonucléico) e RNA (ácido Ribonucléico)… Foi na década de 90 que o homem clonou uma ovelha… Em 2000, a Genética conseguiu cumprir a missão do Século: Mapear o código genético humano através do PROJETO GENOMA; no intuito de preservar a qualidade da espécie no futuro. Todavia, o mesmo projeto quebrava todos os princípios da ética e da moral no que diz respeito à vida, impreterivelmente, quando falávamos no assunto Clonagem de seres Humanos X Sobrevivência.
No Século XX, foram catalogadas mais de quatro luas ao redor de Saturno, quando, antes, eram catorze… Agora, são dezoito… E acreditam na possibilidade de existirem, talvez, até 24 luas ao redor do mesmo.
Foi no Século XX, durante a década de 60, que o homem pisou pela primeira vez a lua; dando início à conquista do espaço.
O Século o qual deixei para trás destruiu e criou mitos e fobias; reproduzindo o Método Científico, onde um Modelo melhor sobrepõe um outro… E aquilo que antes era a verdade se transforma numa grande mentira – Afinal, a ciência mais nada é do que FÉ decodificada em puro raciocínio lógico e matemático na qual tem um único objetivo: explicar bem aquilo que antes não tinha explicação.
No início do Século XX, a gripe levou um terço da população mundial. Depois, veio a Tuberculose, a Meningite, o Cólera, a Malária, e, entre tantas doenças transmitidas por vírus ou bactérias, vejo o HIV (AID’S) que não tem cura ainda; mas mantém uma forte solidariedade e muita esperança pelo Século que estamos começando a construir… Essas doenças são fatais se não forem tratadas; mas, pior é saber que o número de pessoas que morrem em acidentes de trânsito ou que falecem por fome é, centenas de vezes, maior. – Por isso afirmo o antagonismo de nossos tempos; pois temos muita tecnologia, mas pouco esclarecimento. Esquecemos de nos embebedar nos ideais iluministas do Século XVIII.
No Século XX, os homens construíram Armas Químicas e Biológicas no intuito de facilitar as coisas na área de combate; todavia, havia um problema em questão; pois um vírus, ou um composto químico, não saberiam distinguir a diferença existente entre um Soldado e um Civil… Entre um Adulto e uma Criança… Entre um Democrata e um Republicano… Entre um Assassino e um Inocente.
Foi nesse Século que a humanidade tentou reparar o mal que fora cometido contra os Judeus durante quase dois milênios e, impreterivelmente, durante o holocausto; permitindo que, em 1948, surgisse o Estado de Israel. Infelizmente, a comunidade Armênia não teve a mesma sorte; tendo seus remanescentes vagando pelo mundo como peregrinos sem causa ou tradição… Esses foram os frutos da Segunda Guerra Mundial e da Competição Capitalista existente entre os países do primeiro mundo no intuito de conseguir mais petróleo, mercado consumidor e poder.
Nesse Século, nunca o Estado confiscou tanto dinheiro e fez tão pouco pelo seu povo… E aquilo que fez, foi para a erosão eólica levar antes do nascimento de meus filhos. Mas no Século XX, muitas civilizações se destacaram na questão social, como os Estados Unidos da América, a Austrália, os países europeus, o Japão, entre outros; pois, no final desse Século, descobriram que o mais importante para um país é a qualidade de vida do cidadão… o resto vem com o passar do tempo, através de muito trabalho e dedicação da nação.
O Século XX foi um período marcado pelo encanto da democracia, do parlamento e da república. Todavia, o desencanto das ditaduras, forjado pelos oligopólios, marcou insensatamente essa época de grandes oratórias e poucas atitudes, de política e de politicagem.
Sobre o amor, aquele também conhecido como Filos, Eros ou Ágape, nunca um Século teve tanto amor em prática como esse; pois a humanidade do Século XX era essencialmente Epicurista por natureza… Muito além da argumentação, a década de 70 falaria por si só no movimento do “faça amor, não faça guerra”. Mas, também existiram os poetas contaminados pelo Mal do Século e a boêmia, como Vinícius de Moraes ou Graça Aranha… Poderia também falar de poetas bem menores como Nogueira Júnior.
Esse Século foi marcado pelas grandes conquistas e pelas flores, mas ambas saíram de moda… O mesmo aconteceu com a saia longa e a aliança… Aliás, no final do Século XX, o casamento ficou fora de moda, para não dizer… uma instituição em extinção.
Nesse Século, o Romantismo foi substituído pelo Realismo… O Realismo pelo Simbolismo… O Simbolismo pelo Surrealismo, pelo Dadaísmo entre outros “ismos”. Foi  no Século XX que o Modernismo e o Pós-Modernismo edificaram novas regras e quebraram as fronteiras dos estilos e épocas… Foi no mesmo Século que a Sétima Arte, o Cinema, ganhou luz, cor e forma… Ravel compôs e exaltou seu estupendo “Bolero”… A Pintura nunca mais foi mesma, como mais nada nesse mundo; pois o Século XX foi o centenário das revoluções… E assim foi de Salvador Dali ao Superhomem, dos Beatles ao U2, de Ravel ao Violeiro do Caos, de Charles Chaplin aos eloquentes e visionários da Arte por si mesma.
No Século XX, foi construído o primeiro computador… No mesmo Século, o homem foi se adaptando à máquina e a máquina ao homem. A informação era instantânea; pois tínhamos a telefonia convencional e celular, como a W.W.W. onde as crianças já nasciam com arroba (@) marcadas na testa. Nós estávamos na era digital…
Durante a Guerra da Bósnia era possível ver, em tempo real, um pai de família levar um tiro de fuzil no tórax, enquanto que sua filha de oito anos tentava tampar a cratera feita no peito dele… Esse era o sadismo do Século XX, assistir, na segurança do lar, o horror do mundo; montando uma escola familiar de violência.
Nunca, até então, um Século defendeu tanto a Liberdade, a Igualdade e a Fraternidade ao meio de tanto antagonismo e de tanta ebulição.
Nunca, até então, um Século se fez tão marcado pelos erros como o Século XX; pois as drogas foram exaltadas como deuses da antiguidade na constante fuga da realidade. A Cannabis Sativa, vulgar “Maconha”, por exemplo, envenenou a juventude americana desde a década de 20, se estendendo até a atualidade. A cocaína, embora proibida, deixou de ser o símbolo da marginalização popular, se tornando o bem de consumo da elite.
Durante o Século XX, inventaram aviões, carros, navios, foguetes, estações espaciais… Brincaram de Deus com a própria criação: Estabeleceram as regras da sobrevivência, da criação e, principalmente, da destruição em massa de nossa própria espécie. Nesse Século, inventaram de tudo um pouco… Exceto, uma fórmula que conseguisse conter nossas VAIDADES e INSEGURANÇAS… e, ironicamente, aumentaram nossas INCERTEZAS quando o intuito era de bani-las do nosso contexto.
No Século XX, mantiveram as coisas em pé… Mas até quando? A que custo? – Talvez o preço tenha sido o próprio Egoísmo que ocasionou a solidão que ainda se encontra dentro de nossos corações…

Nadelson Costa Nogueira Junior

Russian President Vladimir Putin heads the Cabinet meeting at the Novo-Ogaryovo presidential residence outside Moscow on Wednesday, March 5, 2014. (AP Photo/RIA Novosti, Alexei Druzhinin, Presidential Press Service)

A Rússia se posiciona como a alternativa bélica e econômica contra o ocidente

Vladimir Putin, presidente da Rússia, fez uma grande jogada essa semana, quando a inteligência do país divulgou sua lista de prevenções e segurança, colocando os Estados Unidos da América no topo da lista das ameaças.

Embora pareça óbvio para todos, depois das décadas da Guerra Fria, a transparência no relatório posiciona a Rússia como a potência líder do bloco dos países que odeiam o estilo de vida ocidental. Assim, teremos a maioria das ditaduras localizadas no norte e no centro da África, bem como dos países no Oriente Médio, e na Ásia. No continente americano, teríamos a Venezuela, a Bolívia, o Equador, o Uruguai e um ponto de interrogação no Brasil.

Putin definiu sua posição publicamente, e se apresentou como uma espécie de símbolo ou de inspiração ao bloco econômico e global, que existe há décadas, sem líderes expressivos, mas com muito ódio e petróleo para negociarem.

Por fim, olho a tensão no Oriente Médio com a mais profundidade nesse momento, porque o Irã recebeu a saudação indireta do Putin, enquanto que a Arábia Saudita tenta evitar o conflito, que nunca lhe pertenceu na realidade.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Com otimismo, o Brasil só sairá da depressão econômica em 2019

Como o brasileiro pode fazer meta para 2016, recebendo salário mínimo e pagando impostos diretos e indiretos na proporcionalidade superior aos 33% do seu ganho mensal? – Só com milagre, crediário nas Casas Bahia e muita sorte, para que nada aconteça de extraordinário entre uma compra e outra. Embora pareça estranho o raciocínio, foi justamente nessa lógica de consumo que o Brasil se manteve nos últimos 20 anos, tratando-se da economia interna e do Bolsa Família.

O Brasil não pode abrir mão do bolsa família, mesmo com as pedaladas fiscais, tendo em vista que a indústria registrou o índice de regressão em 8%, enquanto que o governo assumiu a inflação, nos últimos 12 meses, em 10,72%, com a estimativa do aumento progressivo em 6,5% para 2016, se as metas forem atingidas de um lado, e os Estados e Municípios economizarem do outro. Todavia, os especialistas já calculam uma prévia de 33 meses de crise, considerando a intervenção do Banco Central a cada trimestre. Logo, os 6,5% de inflação, possivelmente, fecharão em 12% até dezembro de 2016, salvo o fato de acontecer um milagre na balança comercial, batendo SUPERÁVIT a cada trimestre, o que exigiria a injeção de mais dólares americanos por parte do governo, que ocasionaria uma nova sequência das pedaladas fiscais, objetivando conter um buraco de um lado, criando outro na dívida pública interna.

Em suma, a tendência do mercado é piorar, enquanto que ainda há muita água para chegar ao fundo do poço. A situação econômica se intensifica, quando o governo, depois de elevar a alíquota dos impostos, concede o aumento do salário mínimo nacional, aumentando a carga tributária e trabalhista das indústrias, que já estão pagando a conta por parte dos combustíveis, dos fretes e da energia. Enquanto que o governo assume a inflação de 10,72% em 2015, que serão 17,22% com a sequência em 2016, o mercado interno está encolhendo sua fatia do lucro na produção e na competitividade nacional e internacional, sofrendo com a inflação real superior aos 22% nos últimos 12 meses. Logo, a única alternativa da indústria e do comércio é demitir, para compensar o fluxo de caixa, focalizando a sobrevivência tributária.

Para agravar a situação, considerando a carga trabalhista e os impostos diretos e indiretos, a indústria e o comércio estão levando a facada média de 38%, se igualando aos índices tributários dos países com a melhor qualidade de vida do mundo, tais como a Suécia, a Noruega e a Suíça. Em suma, seguindo a linha da desigualdade tributária, onde a classe média e empresarial bancam o sistema para que os milionários e os assalariados paguem nada ou muito pouco, o governo deixará de arrecadar mais, por causa da alíquota aplicada na economia. Se a política interna focalizasse o emprego e a participação proporcional em todos os níveis de rendimento, o Estado poderia reduzir a média da alíquota dos impostos no teto máximo dos 22%, proporcionando maior incentivo na geração das novas frentes do trabalho formal, deixando a economia interna compensar e investir em si mesma, através do fluxo do capital. Entretanto, a ortodoxia política e governamental jamais praticaria tal mecanismo, porque a tradição brasileira se baseia na elevação das alíquotas para aumentar a receita, sem cortes nos Ministérios, Secretarias e departamentos públicos. No Brasil, a meta da eficiência tem lógica contrário ao restante do mundo, pois o departamento que é eficiente, fazendo o máximo com o mínimo, sofrerá cortes no orçamento no ano seguinte.

Por fim, em 2016, a fila do desemprego aumentará por culpa do governo e da sua estratégia econômica e financeira, que liquida o país para o investidor estrangeiro ficar mais rico e com pouco risco no mercado. O problema é que não basta injetar dólares americanos do tesouro no mercado para atrair a caça, quando o mercado é o resultado dos indicadores de liquidez, eficiência, remuneração, lucro bruto e líquido das empresas.  A lógica do governo funcionou por 12 anos, com a PETROBRÁS em alta, a Vale liderando o mercado da mineração, além das obras superfaturadas das Olimpíadas e da Copa do Mundo de 2014. O problema é que o mercado nacional não possui empresas de peso para apresentarem os indicadores atrativos para investimento, com exceção da AMBEV, FRIBOI, ITAÚ e BRADESCO.

A solução do governo será compensar a fila do desemprego, ampliando o suporte do Bolsa Família, aumentando o exército dos dependentes, seguindo a mesma lógica com os refugiados. Com otimismo, a economia só se estabilizará em 2019, com a indústria e o comércio se arrastando para sobervevirem às falhas na gestão por parte dos nossos governantes. Ironicamente, só ganhará dinheiro, quem tem muito capital para investir, principalmente no ramo do agronegócio e na indústria bélica e da defesa, cujos setores estão em desenvolvimento no Brasil, materializando acordos com a China, Estados Unidos, Suécia, Israel e Panamá.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A Invasão

Rio Bonito, 12 de novembro de 2005.

Em qualquer conflito,

Deve-se conhecer o inimigo,

Bem como, seus recursos e território.

Deve-se saber de sua água e comida…

De sua tecnologia e meios de comunicação.

De seu poder de ação e reação.

 

Em qualquer conflito,

Deve-se saber as forças e fraquezas…

Sua capacidade de invasão e de aceitação…

Sua manutenção e o movimento das tropas;

Pois, somente, assim,

Haverá a garantia da vitória.

 

Entretanto, como se fazer diante duma invasão consensual?

Pois assim é o relacionamento: – Uma invasão.

Ora o indivíduo ganha, ora o indivíduo perde território.

Ora ele é obrigado a partir e ceder terreno a terceiros.

Ora ele tem que retornar e reconquistar aquilo que é seu por direito;

Justificando a arte da guerra em nome do amor.

 

Pesquisei seu território e sua cartografia.

Conheço seus recursos naturais e suas fraquezas.

Poderia simplesmente invadir e decapitar toda a nação invasora;

Mas, não haveria dignidade isso…

Logo, posicionarei minhas tropas nas nascentes dos rios e dos seus afluentes.

Tomarei as lavouras e diminuirei suas fronteiras.

Só para testar a reação.

 

De fato, quero saber se você ainda sente alguma coisa por mim;

Se ainda deseja alguma séria na vida e com responsabilidade.

Quero saber como o relevo e o clima se comportarão diante do meu exército.

Então, se a campanha for promissora,

Começarei minha invasão do norte para o sul;

No intuito de que o inimigo saia sem máculas ou com rancores mínimos…

Para que lhe sobrem somente os pés e o chão;

Porque o bom general deve permitir que o inimigo fuja e conviva com a desonra.

 

Mas, se o relevo e o clima me recusarem…

Deixarei minhas peças preparadas e armadas nas fronteiras para o momento certo.

Afinal, em tudo nessa vida, existem momentos calculados.

Todavia, se o país e sua nação primitiva me ignorarem,

Partirei para outros países que me proporcionem retornos melhores…

E assim, marcharei de vila em vila…

De província em província…

Em busca do lugar certo para edificar a sede do novo governo.

 

Outrossim, quando se invade terras ricas e profundas,

Torna-se difícil invadir outras…

Quando se apaixona por alguém, pode-se estar dominando o planisfério,

Mas não haverá sentido político no governo;

Porque faltarão a razão e a emoção…

Faltarão a pena e a cultura…

Faltarão o corpo e o coração…

 

E assim, começam as ditaduras,

As monarquias e as demais formas de Estado e Governo.

Homens matam outros pelo poder.

Sentimentos sobressaem outros pelo vazio.

Logo, o bom aprende a esconder o mal…

Enquanto o mal aprende a esconder o bem dentro de si.

Não conseguem ver o equilíbrio,

Senão, não haveria a invasão, mas a comunhão.

 

Após cinco anos de campanha pelo mundo,

Estou retornando com um terço de meu regimento.

A cavalaria tem sede e saudade.

Os mortos preenchem o livro das honras beneméritas.

O tempo e o frio corroeram nossas almas.

As espadas estão enferrujadas de suor e sangue.

Mas, a pilhagem foi rica e grande.

 

Como tudo em minha vida,

Estou preparado para mais uma batalha épica,

Desde de que o povo de meu antigo território me convoque,

Lutarei até cair o último soldado,

Enquanto estarei montado em meu cavalo no front.

Porque os generais devem morrer assim:

Com a honra da batalha, mesmo diante da derrota.

 

Só gostaria que soubesse, minha terra querida,

Caso o staff conclua que o relevo é  perigoso…

E que a bandeira de socorro não seja hasteada,

Aguardarei a convocação duma terra qualquer,

Que justifique a luta em sua partida;

Pois de que adianta levar a liberdade e o equilíbrio…

Ao país, cujo povo ainda deseja ser escravo?

Logo, nação assim merece continuar sitiada por mercenários.

 

 

O irônico de todo o nosso processo militar,

É que fomos invadidos,

Enquanto que perdemos nossa integridade…

Eu faria qualquer coisa para voltar e ficar ao seu lado.

Só não passaria por cima de ninguém para isso;

Uma vez que já sofri de tal maldade;

Não desejando retribuí-la a ninguém.

Entretanto, não posso ignorar que no momento da invasão,

Também fui invadido e que todo estratagema foi alterado.

 

Quando sai em campanha,

Deixei a porta aberta propositalmente…

Calculei e recalculei cada hora, dia e ano, para o retorno.

Esperei a terra natal amadurecer diante das outras invasões.

Esperei encontrar um gigante adormecido,

Que me receberia com o afeto da partida;

Ou que me destruiria com um simples levantar de dedos.

 

Esperei o silêncio e a ignorância que recebi de outros povos.

Aguardei a traição e o motim, motivados pela cobiça.

Criei a esperança da compreensão tecnológica e filosófica,

Baseada no acesso global das universidades…

E assim, como o criador de orquídeas,

Admirei e reguei meus olhares à distância,

Esperando o momento exato do florescer do lilás ou da violeta.

 

Mesmo que dissesse que te amo,

Sei que não faria a menor diferença;

Pois, não recebi uma carta sua durante todos esses anos.

Simplesmente brincamos de invasores e usurpadores de estrangeiros.

Logo, quando um general apaixonado por sua terra…

Não tem mais o direito legítimo de retornar,

Só lhe resta se abraçar a primeira centelha de canhão,

E embarcar na primeira fragata para outro continente;

Pois quanto maior for à distância,

Menor será o sofrimento,

Embora a saudade seja um estado de espírito.

 

Quem sabe,

Se o general não dedique à aliança,

Que deveria ser sua,

À primeira moura de olhos amendoados que aparecer!

E assim, surgiria uma nova civilização,

Baseada na manutenção dos mercenários.

Seria promovido ao título de Príncipe,

Possuiria um harém e nunca mais pronunciaria a frase: – Eu te amo;

Pois a mesma ficaria contigo na lembrança.

Digo isso; porque, em um rio, só existem as coisas que ficam…

E as coisas que passam.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A Rússia e o acesso informal ao mediterrâneo

Depois de meses, sem movimentar uma única peça no tabuleiro de xadrez da diplomacia e da arte da guerra contra o Estado Islâmico, a Rússia quebrou seu silêncio, investindo no bombardeio aéreo maciço no território ocupado pela parte logística e estratégica do grupo. A ação aplicada foi muito importante para o controle do quadro, mesmo com os efeitos colaterais, gerando vítimas inocentes. Entretanto, precisamos analisar o movimento de forma mais lógica e racional, tendo em vista que há um recado que a Rússia está enviando de forma direta ao mundo: – Não apoiaremos a criação do Estado-Nação Curda, enquanto que manteremos os princípios fundamentais da soberania da Síria e do Líbano. Em suma, a Rússia não abrirá mão do acesso, mesmo que indireto, ao mediterrâneo.

Com o fim do Estado Islâmico, a Rússia, a Alemanha, os EUA e a Arábia Saudita terão muita diplomacia, porque o espírito da nação curda foi reerguido e dentro da zona do comabate, enquanto que nos aproximamos da Guerra Fria, a cada dia que termina. Logo, não tenho dúvidas que a bipolarização já foi acionada, começando pela guerra econômica e terminando pelo avanço armamentista convencional.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Os refugiados sírios e os senhores da guerra

Quando uma catástrofe está prestes a acontecer, os animais fogem para a direção oposta, na tentativa de sobreviverem e perpetuarem a espécie. O primeiro movimento é notado nos céus com o número excedente dos pássaros. Assim, numa questão de dias ou horas, o desastre natural ocorre, como a explosão de um vulcão nas ilhas canárias, o tsunami que poderá abater o litoral do continente americano, a partir do oceano atlântico, ou o vazamento de gás de um lago rico em metano, próximo do Nilo. A natureza tem uma leitura própria que trabalha em sincronia com ecossistema.

Seguindo a mesma programação natural, as sociedades humanas respondem da mesma forma às catástrofes naturais e artificiais, que, no segundo caso, são causadas pelo próprio Homem.

Em 1860, a Síria sofreu com o  “massacre de junho”, ainda, sob o domínio do Império Otomano; passando pela administração francesa de 1920 a 1946, quando se tornou independente. Entretanto, os franceses só se retiraram do território sírio em 1947. Em 1948, lutaram contra a divisão da palestina, para ser mais exato, a criação do Estado de Israel. E assim, desde então, a Síria não perdeu a oportunidade de conspirar com os países que tentaram invadir o território israelense. Mas, voltando ao “massacre de junho”, quando milhares de sírios e libaneses emigraram para diversos lugares do mundo, com predominância na França e no Brasil. E o movimento de emigração ganhava mais força, enquanto que o pêndulo do tempo e da história se aproximava do ano de 1918, quando oficializaram a 1ª Guerra Mundial.

Na atualidade, a Síria está sob o domínio do ditador, Bashar al-Assad, permitindo que a Rússia utilize parte do território libanês, ao norte, construindo uma espécie de muro invisível e estratégico ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, para que os sistemas de radares e a artilharia localizados entre o mar negro e cáspio triangulem, demonstrando a construção parcial da antiga configuração armamentista da Guerra Fria. Esse mesmo muro invisível foi construído paralelamente ao sistema de radares e artilharia da OTAN (Organização do Tratado Atlântico Norte), com forte presença na Turquia e na Alemanha.

Enquanto Assad e Putin simulam discretamente uma posição geográfica no Oriente Médio, principalmente, após a queda do Ditador Líbio, Muammar Kadafi, os armamentos soviéticos são vendidos aos países da região, surgindo, como um passe de mágica, na área da Síria, do Líbano e do norte do Iraque, um novo inimigo, chamado  Estado Islâmico, que vem com ideologias antigas contra o ocidente e Israel. Como uma cortina de fumaça, o IE surgiu, com bandeiras e com o sonho de instalar um novo califado islâmico, com regras que vão muito além das bases religiosas. Assim, a presença de um inimigo, que está ocupando território, cujo dono finge que nada está acontecendo de um lado, enquanto que a imprensa internacional dá a publicidade aos atos de genocídio, que estão sendo cometidos contra os sírios, os curdos, os libaneses, e demais estrangeiros, que apoiam a democracia e a liberdade de expressão, mobilizando a opinião pública à exigência da intervenção. Em contrapartida, a Arábia Saudita está comprando estoques de armamentos, tendo em vista que os analistas da inteligência já concluíram que a guerra acontecerá e será inevitável.

Como uma tentativa de resposta ao IE, Arábia Saudita está armando os curdos, em conjunto com a Alemanha. Assim, enquanto os refugiados se deslocam a Europa na busca pela sobrevivência, os curdos, que não possuem seu próprio território, estão penetrando cidade por cidade, e lutando uma guerra que possui padrinhos americanos, europeus, soviéticos, árabes e chineses. Eles estão lutando, porque não possuem opção. Seu bravo exército é composto de homens, mulheres e até crianças. E assim, numa luta de grupos e exércitos, que não possuem países e bandeiras, o resultado será o fim do IE de um lado, que se fragmentará em células e dissolverá. Entretanto, há a possibilidade dos Curdos constituírem seu país, através dos espólios da guerra. A criação do Estado Curdo traria o equilíbrio à região compreendida entre o Líbano e a Síria. E quanto mais emigrantes forem para Europa, mais terras e construções sobrarão para serem conquistadas pelos Curdos. E que os Curdos vençam e levem a melhor.

Nadelson Costa Nogueira Junior

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A Guerra começou no Brasil, sob o fantasma do desemprego

Quando o assunto é pobreza, fome, miséria, diminuição da maior idade penal, entre outros temas provocantes, há uma tendência majoritária no cidadão em expor sua opinião, que deve ser respeitada. O interessante é que a tendência demonstra a solução do problema através da ditadura do indivíduo. Simplesmente, é como que se a prisão ou a pena de morte, por exemplo, resolveriam todos ou a maioria dos problemas sociais. Enquanto discutimos os sintomas da doença social, sua solução, sem qualquer sombra de dúvida está, em considerável parte, na educação, no processo de gerações.

A maioria dos problemas sociais são oriundos das falhas na formação familiar ou na educação industrial. O tempo passa, a população aumenta, e a demanda dos serviços também. Quando a oferta dos serviços e as opções não anulam a demanda, passamos pelo caos. Mas, estamos mantendo a conversa no nível saudável, pois ninguém falou nas guerras como mecanismos de ajustes das gerações e da própria economia. Embora pareça piada, o assunto é sério e exige prudência, diálogo e cautela, tendo em vista que a economia brasileira perdeu a força no alavancamento artificial das divisas, visando o superavit da balança comercial. Salvo os conflitos provocados na educação pública, agora, a sociedade brasileira vive sob a ameaça do desemprego em proporções jamais projetadas nos indicadores de desenvolvimento humano. Logo, o que poderá ser feito diante da ausência do emprego, no maior controle sob o auxílio desemprego e a asuência da capacitação? – Parece estranho o assunto, mas o problema pode entrar na sua vida amanhã ou na semana seguinte. Tudo dependerá do resultado quanto a Terceirização do trabalho no Congresso Nacional e da pressão que os industriais intensificarão sobre categoria política.

A única pergunta que não quer se calar no momento é a seguinte: – Por onde os americanos começarão uma nova guerra, para mandar sua juventude desempregada e que sobrecarregará o seguro social no futuro? – Vai parecer estranha a visão racionalista, mas essa tem sido a receita do sucesso da maioria das nações desenvolvidas: – Imperialismo, fundamentado na guerra, em nome da manutenção da paz. A regra será válida, se o local for estratégico e tiver recursos energéticos, hídricos e agrícolas.

Durante o governo Lula e a continuação do governo Dilma, o Brasil demonstrou uma tendência desenvolvimentista na área bélica, emprestou dinheiro a várias nações e financiou diversas obras extratégicas no exterior. Diante da condução das estratégias econômicas e dos acordos internacionais, cumulados com o sonho do Brasil em conquistar sua vaga permanente e com direito a voto no conselho de segurança da ONU, não me assustaria, se o nosso país patrocinasse a guerra de terceiros, com forte participação militar e corporativa em terras estrangeiras. Todavia, espero que os nossos governantes repensem a educação e seus efeitos diretos na sociedade, salvo contrário, entraremos em guerra com os vizinhos ou com os vizinhos dos outros, para diminuirmos a população de um lado, bem como, para evitarmos a guerra civil do outro.

Por fim, uma coisa é certa: – Depois que patrocinarmos a primeira guerra, os governantes mandarão nossos jovens às trincheiras, para equilibrarem as despesas e investimentos, disfarçando o movimento sob a bandeira do patriotismo ou da manutenção da paz pelo mundo.

 

Nadelson Costa Nogueira Junior