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Precisamos conversar sobre a liminar do Mandiocão

A Eleição Municipal terminou no dia 02/10/16 para os eleitores, que escolheram o José Luiz Alves Antunes (Mandiocão) como prefeito, computando a primeira colocação nas urnas, com 14826 votos. Todavia, considerando a situação jurídica do candidato dentro do TRE-RJ e do TSE, a eleição teve seu encerramento definitivo em 02/12/2016, quando a Ministra Rosa Webber manteve o Mandiocão no cargo, suspendendo todos recursos eleitorais no TSE. Dessa forma, o assunto eleitoral estava encerrado.

Os grupos políticos concorrentes insatisfeitos com a situação, investiram na tese de que, caso a liminar, que suspendeu a sessão da Câmara Municipal, fosse cassada ou reconsiderada pela desembargadora, o vencedor da Eleição Municipal voltaria ao status de ficha suja, ficando impedido de assumir, o que exigiria a aplicação de uma nova eleição, desde que tudo acontecesse no tempo hábil para que o ex-prefeito não fosse diplomado e assumisse o cargo oficialmente. Bem, meu caro leitor, as equipes jurídicas dos grupos políticos concorrentes e da Câmara Municipal não souberam conduzir a ação, pecando na luta contra o tempo e na própria lógica jurídica, o que resultou na manutenção da liminar e na posse do prefeito.

Eles ainda mantêm a fé de que, caso a liminar caia pela votação na câmara cível, o prefeito será afastado do cargo, enquanto que a probabilidade matemática disto acontecer é mínima, tendo em vista as decisões do TSE, enquanto que o processo da Câmara Municipal ainda está na sua fase embrionária.

A verdade é que o Marcos Abrahão estava com as eleições na mão até o momento que disse, no palanque, que “quem se mistura com porco, farelo come.” No final, o próprio candidato acabou ferindo a si próprio perante à opinião pública, que não queria a continuidade do governo sob o domínio do grupo da Solange Pereira de Almeida, escolhendo o Mandiocão nas urnas, através do processo democrático, que foi legitimado pelo TRE-RJ e pelo TSE, no dia 02/12/16. Assim, com liminar ou sem liminar, os futuros candidatos ao cargo de prefeito terão que focalizar a revanche em 2020, através da eleição e do processo democrático.

Por fim, gostando ou não, Mandiocão está legitimado no poder, conforme as Instituições Jurídicas. Logo, quem sou eu para questionar o contrato social, que mantém o Estado e a sociedade civil erguidos? – Fiz a minha parte como escritor na luta pela transparência, enquanto que é público e notório que apoiei o Marcos Abrahão nas Eleições Municipais em 2016. Todavia, não vou ficar sentado na calçada chorando, torcendo para que tudo dê errado no atual governo. Isso seria infantilidade e sabotar toda sociedade rio-bonitense, que acompanha o momento da crise ética, moral, financeira e econômica. Assim, minha escolha foi colaborar com a sociedade e o governo, nas questões pertinentes e legais, exercendo a cidadania, que independe dos cargos, das comissões políticas e das licitações, porque as eleições passaram e Rio Bonito precisa da unidade do seu povo, com seus empresários, pensadores, artistas e ativistas, para se reconstruir e voltar ao desenvolvimento econômico e social.

No mais, vamos aguardar o transcorrer deste mandato e a forma como os empresários interpretarão o ambiente contingencial.

Por Nadelson Cota Nogueira Junior

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IPREVIRB precisa deixar o cabide de emprego para se tornar uma autarquia de verdade

Abrindo a Caixa (Jarro) de Pandora, libertando os males sob a humanidade, aprisionando a esperança.

Abrindo a Caixa (Jarro) de Pandora, libertando os males sob a humanidade, aprisionando a esperança.

Criado em abril de 2000, no governo de Solange Pereira de Almeida, o IPREVIRB (Instituto da Previdência dos Servidores Públicos do Município de Rio Bonito) ficou por 12 anos sob a mesma gestão e no anonimato para a opinião pública, a transparência e a sociedade rio-bonitense.

O instituto nasceu sem as reservas necessárias, tornando-se uma autarquia municipal dependente da vontade do prefeito, sendo o portador da dívida milionária, que foi renegociada várias vezes pelos gestores públicos, que simplesmente deixaram de cumprir as obrigações, colocando o Município de Rio Bonito no CAUC (Serviço Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias), limitando o acesso do governo à integralidade das verbas, projetos e investimentos na União.

Quando eu analiso o histórico do IPREVIRB, fica nítido que a autarquia foi criada mais para servir de cabide de emprego à “elite” dos servidores públicos municipais dos Poderes Executivo e Legislativo, deixando o servidor público aposentado em segundo plano. Todavia, depois do silêncio de quase 16 anos, o IPREVIRB reaparece reformulado e reorganizado, questionando a atual gestão, que não finalizou o primeiro mês no governo, exigindo a auditoria por período superior aos 04 anos do mandato anterior e o cumprimento do repasse dos valores para proceder o pagamento dos aposentados.

Peço desculpas ao leitor e a sociedade rio-bonitense, todavia, há uma briga evidente entre a atual diretoria do IPREVIRB e o novo governo. A ex-prefeita Solange Pereira de Almeida saiu do poder, transformando o instituto numa espécie de Suíça ou zona neutra do seu grupo político, criando cargos e comissões dentro da autarquia, se esquecendo de regulamentar o fundo de reserva e que a máquina precisa de dinheiro para operar. Assim, bato na tecla de que a autarquia não foi criada para atender ao aposentado, mas aos interesses políticos. Enquanto isso, os aposentados entram em desespero por causa dos atrasos no pagamento, a sociedade rio-bonitense perde investimentos por causa da dívida do instituto, enquanto que os diretores vivem suas vidas, como que se nada estivesse acontecendo.

Por fim, o IPREVIRB precisa trabalhar sua imagem perante à opinião pública, utilizando-se da transparência e da publicidade de todos seus atos. A atual diretoria pode fazer a auditoria e a avaliação de desempenho contínua em 360º, integrando suas ferramentas e auditores ao TCE-RJ (Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro) e ao TCU (Tribunal de Contas da União). Não há necessidade do aval do prefeito para tal procedimento. A questão é: – Por que ainda não fizeram? – Talvez, a resposta fique guardada na caixa de pandora, que será aberta um dia, ora pela vontade dos homens, ou pelos próprios deuses do Olímpio, libertando todos os males da humanidade.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Teori Zavascki foi mais uma baixa na guerra econômica global

As condições ambientais do acidente aéreo, que provocou a morte do Ministro Teori Zavascki, leva a opinião pública a especular várias teorias da conspiração, uma vez que a autoridade era o relator da Operação Lava Jatos dentro do STF (Supremo Tribunal Federal), responsável direto pelas decisões nos autos, incluindo a homologação das delações dos 77 executivos da Odebrecht, que estava prevista para ser materializada até o fim deste mês.

A aeronave, prefixo PR-SOM, modelo Hawker Beechcraft King Air C90, tinha o piloto experiente, que conhecia as características climáticas e geográficas da região de Paraty e Angra dos Reis, enquanto que a tripulação de 05 pessoas estava dentro dos padrões do avião, que se encontrava com a documentação e a manutenção em dia. Logo, as suspeitas da sabotagem aumentam, principalmente, diante da aproximação da homologação das delações, cujos conteúdos envolvem a maioria dos partidos e políticos no poder, desde 1987. Assim, a expectativa do mercado e da imprensa é enorme, enquanto que a morte do relator atrasará o andamento da Operação Lava Jatos, deixando a Odebrecht e a maioria das construtoras e consórcios brasileiros paralisadas, diante do impedimento legal para participarem das licitações governamentais.

Acompanhando a imprensa e as teorias da conspiração da opinião pública nas redes sociais, nota-se o óbvio, uma vez que a primeira suspeita induzida cai no Partido dos Trabalhadores, que estava no poder desde 2003. O problema é que, caso as delações alcançassem o Lula, todos os políticos cairiam, com o efeito dominó. Todavia, precisamos lembrar que a Odebrecht tinha um departamento para cuidar das propinas e fraudes dentro dos contratos do governo, com registros organizados contabilmente desde 1987. Assim, o óbvio é que a questão não pode ser centralizada numa única pessoa ou partido político, mas em todo Congresso Nacional. Entretanto, o óbvio seria contraditório, tendo em vista que a Operação Lava Jatos teve efeitos colaterais na Europa, América Central e Estados Unidos, dando origem aos acordos firmados entre os consórcios internacionais, as grandes corporações e os governos vitimados pelos esquemas.

Pessoalmente, acho que deveríamos abandonar o óbvio e ir além das questões partidárias da nossa nação, uma vez que existem várias corporações de olho nos projetos governamentais brasileiros, tanto civis quanto militares, vislumbrando a intensificação das suas bases na América do Sul, provocando, literalmente, uma competição entre as principais nações econômicas do planeta, evidenciando os Estados Unidos da América, a Rússia, a Suécia e a China. Dessa forma, diante do prisma econômico, a construção dos benefícios com o acidente indica a interferência internacional, por meio das agências privadas de inteligência, que foram contratadas pelas grandes corporações estrangeiras, vislumbrando retardar a homologação das delações, mantendo a Odebrecht e os demais consórcios isolados dos processos licitatórios no território nacional, começando pela construção dos novos presídios e da Unidade de Produção de Gás Natural na estrutura daquilo que já foi idealizado, um dia, como o COMPERJ (Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro).

Não seria a primeira vez e nem a última, a utilização do acidente aéreo como maquiagem para afastar todas as circunstâncias de um homicídio, uma vez que a sociedade tenderá a se comover e a aceitar a natureza da morte de tal forma, enquanto que a reação da opinião pública já não seria solidária diante da queima de arquivo, do assassinato encomendado ou do suicídio, utilizando-se, nesse caso, o ex-presidente Getúlio Vargas.

Há uma tradição nos acidentes aéreos no Brasil, que foi inaugurada com a morte do presidente e marechal, Castelo Branco, que se vinculou ao Ulisses Guimarães, Roger Agnelli, Eduardo Campos e outros empresários fortes e influentes na economia nacional e internacional. Como o avião era de um empresário do ramo da hotelaria, a arquitetura da missão de sabotagem exigiria o grampo telefônico dos envolvidos, o rastreamento do itinerário da aeronave através das torres de controle e do sistema de geoprocessamento, podendo contar, ainda, com os satélites e drones para a execução. Todavia, se ampliarmos para os acidentes automobilísticos, a lista ficará muito maior, começando pelo ex-presidente.

A maioria da população não sabe, mas a Odebrecht atua em vários países e setores, incluindo a área da defesa, com a construção e venda dos armamentos, consolidando sua marca nas Américas, Europa, Ásia e África. Logo, como sua matriz se encontra fragmentada pelo escândalo da Operação Lava Jato, se a corporação ficar isolada dos projetos da iniciativa pública, o governo brasileiro será compelido a investir nas empresas estrangeiras, que querem e muito retornar com o modelo aplicado até a década de 1990.

Por fim, a morte do Ministro Teori Zavascki tranqüilizou o mercado, demonstrando alta na BOVESPA e no otimismo do investidor estrangeiro, enquanto que o Governo Brasileiro está negociando o retorno dos americanos à Base Militar de Alcântara, iniciando um ciclo estratégico que vai muito além da briga ideológica e política. Todavia, a ex-presidente Dilma Rousseff ampliou os laços econômicos do Brasil com a China, colocando o Brasil no olho do furacão da doutrina Monroe, que se baseia na máxima: “América para os americanos.”

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Prefeito Mandiocão e o secretário de desenvolvimento econômico, Bruno Soares, na reunião do monitoramento remoto realizada na CDL, em 18/01/2017.

PMRB propõe a implantação do monitoramento remoto em parceria com a iniciativa privada

A apresentação do Felipe Reis, presidente do Projeto ViverBem.

A apresentação do Felipe Reis, presidente do Projeto ViverBem.

Na manhã desta quarta-feira (18/01/2017), a Prefeitura Municipal de Rio Bonito realizou, na CDL, a reunião com os empresários riobonitenses e as autoridades da segurança pública do nosso Município, objetivando apresentar a proposta do monitoramento remoto e do seu financiamento através da PPP (participação pública-privada), atendendo uma das principais prioridades da cidade desde 2011. Todavia, a implantação do monitoramento remoto foi silenciada em 2012, quando a situação não obteve êxito na sucessão, enquanto que a ex-prefeita, Solange Pereira de Almeida, prometeu investir no mesmo projeto, caso fosse eleita, deixando a promessa no papel, como a maioria das propostas do seu plano de governo.

As autoridades policiais e de defesa do Município de Rio Bonito.

As autoridades policiais e de defesa do Município de Rio Bonito.

O projeto do monitoramento remoto se baseia na experiência do município de Niterói, que implantou o sistema, através do projeto ViverBem, interagindo a dinâmica das 300 câmaras instaladas pela cidade, com a central de informação, a polícia civil, militar, rodoviária federal, a guarda municipal, os agentes do trânsito, a defesa civil, os serviços de emergência e as lideranças nas comunidades e bairros. Logo, o serviço do monitoramento proposto não se limita à instalação das câmeras pelos pontos estratégicos da cidade, contando com a cidadania e a participação da sociedade, da gestão pública municipal e as forças de defesa, compostas pela integração direta entre as polícias, a defesa civil, o corpo de bombeiros e a guarda municipal. E assim, o empresário e presidente do ViverBem, Felipe Reis, apresentou a experiência do projeto desde de sua fase embrionária até sua execução e evolução logística, atentando para o fato de que o processo é o resultado do trabalho em equipe, de forma contínua.

A apresentação conjunta dos secretários Bruno Soares e Ronen Antunes.

A apresentação conjunta dos secretários Bruno Soares e Ronen Antunes.

A pasta do desenvolvimento econômico, que está sob a gestão do empresário Bruno Guimarães Soares, ficará responsável pelo projeto e pela dinâmica da PPP, uma vez que a atual gestão priorizará tal metodologia, seguindo os exemplos aplicados na zona do sul do Rio de Janeiro, Niterói e Friburgo, cujas modelos são fortes, principalmente no desenvolvimento econômico, no turismo e na segurança pública. Todavia, o Bruno Soares está maximizando a comunicação entre o governo e a sociedade, apresentando o diferencial em conjunto com o secretário de desenvolvimento urbano e comunicação, Ronen Antunes, para prospectar parcerias para a manutenção e a conservação das áreas estratégicas da nossa cidade, valorizando o empresário e a economia local.

Se a PPP do monitoramento remoto sair do papel, ela inaugurar um novo período para a cidade, com a prática da gestão participativa, que é um modelo democrático e necessário, principalmente, quando a saúde financeira do Município de Rio Bonito está comprometida temporariamente.

Por fim, tive a oportunidade de conversar com os secretários do governo Bruno Soares e Ronen Antunes, bem como com o prefeito Mandiocão, que estão abertos para as ideias e colaborações dos cidadãos, priorizando a sociedade e a gestão pública racionalizada para reconstruir a cidade e a autoestima riobonitense.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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PMRB terá que pagar os salários atrasados e o 13º dos servidores da educação, por força da liminar

No dia 18/11/2016, o SEPE (SINDICATO ESTADUAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO – Regional Rio Bonito e Silva Jardim) ingressou com a Ação Civil Pública, com pedido liminar de cumprimento da data base e do sistema remuneratório do servidor público em face do Município de Rio Bonito, que foi distribuída sob o nº0006637-62.2016.8.19.0046. O pedido central da ação é que a justiça determine que o réu cumpra a data base para o pagamento dos salários dos servidores municipais da rede pública de educação, bem como dos salários atrasados e do 13º salário.

A PMRB (Prefeitura Municipal de Rio Bonito) decretou o “estado de calamidade financeira, por meio do Decreto nº004/2017, que foi publicado na edição nº 505 da Gazeta de Rio Bonito. Dessa forma, o atual governo assume oficialmente sua incapacidade financeira para manter o fluxo de caixa positivo.

No dia 17/01/2017, o pedido liminar do autor foi deferido da seguinte forma: DEFIRO A LIMINAR REQUERIDA, devendo o Município depositar os valores relativos aos salários vencidos, e ainda não pagos, além do décimo terceiro salário dos servidores da rede pública de educação, no prazo de 48h, acrescidos de juros legais e correção monetária, sob pena de arresto de verbas públicas para pagamento débito. Por outro lado, os salários vincendos, ainda que exista disposição legal a tal respeito, deverão ser pagos até o dia 20 de cada mês, para melhor organização do ente municipal, considerando-se ainda a flagrante insuficiência de recursos.”  Dessa forma, o Município de Rio Bonito será obrigado a proceder o pagamento nos moldes determinados.

Conforme as informações, o Município de Rio Bonito já possui o crédito de R$4 milhões nos cofres, com finalidade exclusiva, que não podem ser utilizados para outros fins, tais como a folha de pagamento do pessoal. Todavia, se a justiça pública fizer o arresto das verbas, o prefeito Mandiocão poderá pagar os atrasados, sem correr o risco de responder processo por improbidade administrativa ou crime de responsabilidade. Assim, o atual governo resolveria um problema, sob a determinação judicial, mas ficaria com outro, tendo em vista que as contas seguem a lógica contábil, enquanto que os valores deverão ser repostos futuramente, ou o serviço que seria financiado, ficará paralisado.

Agora, o cidadão riobonitense compreenderá os motivos do não pagamento dos salários e do 13º salário por parte da gestão anterior, transferindo a obrigação ao atual prefeito, que recebeu os cofres vazios, enquanto que, caso procedesse o pagamento com a receita disponível, configuraria crime de responsabilidade e improbidade administrativa, que alimentaria a oposição dentro da Câmara Municipal, que está aguardando a ocorrência de algum motivo plausível para tentar isolar o Mandiocão no poder.

Por fim, vamos aguardar as cenas do próximo capítulo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Mandiocão pede desculpas aos riobonitenses pelos erros da Solange

O vídeo do prefeito José Luiz Alves Antunes (Mandiocão), que foi exibido nas redes sociais nesta segunda-feira, 16/01/2017, deixou a situação do Município de Rio Bonito bem clara para a opinião pública, mesmo sem mencionar o tamanho da dívida herdada da gestão anterior ou estabelecer uma data qualquer para o pagamento dos servidores públicos municipais, incluindo a parcela integral do 13º salário.

Estou acostumado com o Mandiocão que entra na briga para ganhar e que não desiste das lutas. Todavia, não gostei de vê-lo apresentando as prioridades da ex-prefeita em inverter as obrigações, deixando de pagar os servidores públicos para atender alguns fornecedores, com exclusividade, pedindo-lhes desculpas por uma sucessão de erros, que foram cometidos por sua antecessora, que sabotou a administração pública, o comércio e a maior parte das famílias riobonitenses.

Mandiocão foi nobre quando se desculpou, porque ele é o prefeito, enquanto que sua obrigação, mesmo não sendo o responsável direto pela origem do problema, é solucionar a crise e colocar a casa em ordem, pelo menos, na esfera financeira. Mas esse é o momento que o governante, que está no seu quarto mandato, deve se sentar com seu staff para fazer o levantamento das estruturas e o estudo de impacto para revitalizar as escolas, as unidades de saúde e os setores públicos, para que o patrimônio público não vire ruína, ficando na mesma condição da frota veicular sucateada. Não poderia deixar de mencionar a valorização do servidor público municipal, que deve ir além da subjetividade alheia.

Precisamos sair do ciclo vicioso das acusações e da mesquinharia, vislumbrando que o amanhã seja melhor que o hoje para nossos filhos e netos.

Precisamos sair do modelo ultrapassado, que constrói novas unidades e edifícios, abandonado os antigos às ruínas, mesmo sabendo que serão utilizados pelas comunidades, porque não existe outra opção ou outro caminho, principalmente para aqueles que moram no interior.

É no momento da crise que surgem as oportunidades para aprendermos e crescermos como sociedade e seres humanos. Por isso, diante da crise financeira que assola nosso Estado e nosso Município de Rio Bonito, penso que o slogan do governo deveria ser alterado do “Reconstruindo Rio Bonito” para “Reformando Rio Bonito”. A reconstrução afasta a culpa ativa ou passiva do problema. A reforma assume toda a responsabilidade e transforma o contexto, mesmo que o primeiro passo seja só na mentalidade e no comprometimento.

Por fim, o Mandiocão não pode perder sua fé, postura e força diante dos riobonitenses, porque o destino dos 57.000 habitantes, que vivem e investiram suas vidas nesta cidade, está em suas mãos, independentemente de terem votado ou não no prefeito, porque a democracia inclui, enquanto que os grupos políticos separam.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Humberto Belgues cobra respostas de Mandiocão em relação aos medicamentos da PMRB, descartados em Iguaba Grande

15937085_1218025698234337_4819535809165283773_oEnquanto o Prefeito José Luiz Alves Antunes (Mandiocão) investe na exposição da frota sucateada da PMRB, colocando tudo na conta do governo anterior, o destino parece estar se encarregando do efeito reverso, na busca pelo equilíbrio, uma vez que, conforme a reportagem do G1, que foi veiculada no dia 06/01/2017, foram localizadas dezenas de caixas com medicamentos e seringas descartadas irregularmente, com o adesivo da Prefeitura Municipal de Rio Bonito, na RJ-124 (VIA LAGOS), à altura do Km 38, no município de Iguaba Grande.

Tanto a resenha do G1 quanto àquelas oriundas da imprensa local não souberam informar se os medicamentos e as seringas foram descartadas no local antes ou depois do dia 01/01/2017, enquanto que a dúvida ainda paira pelo ar quanto à responsabilidade pelo ato, que cabe ao Município de Rio Bonito em relação ao crime ambiental, quanto ao descarte inapropriado do material médico-hospitalar, mas, seria na pessoa do atual prefeito ou do anterior. Embora, a dúvida não pareça ter relevância ao leitor nesse exato momento, precisamos voltar ao ano de 1991, quando Aires Abdalla entrou para história política do Brasil, como o primeiro prefeito a sofrer impeachment pela Câmara Municipal, fundamentado no fato de que encontraram medicamentos enterrados no lixão de Rio Bonito durante sua gestão.

O vereador, Humberto Alexandre Belgues da Costa Ramos, do PSL, e 1º Secretário da Mesa Diretora no biênio 2017/18, está no seu 3º mandato na Casa Legislativa Municipal, mantendo a qualidade dos seus mandatos anteriores, inaugurando seu retorno com o ofício nº003/2017, de 10/01/17, oriundo da Câmara Municipal de Rio Bonito, direcionado ao Prefeito José Luiz Alves Antunes, solicitando informações em relação ao descarte dos medicamentos supramencionados, bem como se foi instaurado o competente procedimento  administrativo em face do ocorrido e realizado o boletim de ocorrência na delegacia local.

Considerando a história política do município de Rio Bonito, o clima competitivo entre os grupos políticos dominantes, a liminar que o atual prefeito utilizou para anular os efeitos da Sessão da Câmara que reprovou suas contas, garantindo sua participação nas Eleições 2016 e a vitória nas urnas, bem como as diferenças existentes entre o prefeito e o presidente da Câmara, qualquer coisa poderá acontecer em relação aos medicamentos descartados irregularmente, desde em dar em nada ou terminar na abertura no processo de impeachment, se conseguirem associar o descarte à atual gestão.

Uma coisa é certa: – O atual presidente da Câmara Municipal possui a maioria dos votos dentro da Casa Legislativa, enquanto que teremos que aguardar a solução, ou não, dessa diferença entre o Poder Executivo e Legislativo Municipal.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Hemonúcleo de Rio Bonito precisa da sua doação para continuar salvando vidas

15896131_1293535637380639_6962100513388660339_oEm função do período das férias escolares e do verão, o fluxo dos veículos aumenta consideravelmente na BR-101 e na RJ-124 em direção à Região dos Lagos, enquanto as estatísticas dos acidentes seguem a mesma proporção. Dessa forma, o Município de Rio Bonito precisa manter sua equipe da UPA (Unidade de Pronto Atendimento Médico), do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e do HRDV (Hospital Regional Darcy Vargas) em prontidão, 24 horas por dia, 07 dias por semana.

O que a maioria não observa no primeiro momento, salvo a necessidade na emergência, que o Hemonúcleo de Rio Bonito precisa manter a mesma logística para atender a demanda dos serviços de emergência, em relação ao fornecimento das bolsas de sangue, enquanto que é justamente nesse período que o banco de sangue trabalha no limite, necessitando do maior número de doadores possíveis para manter o estoque equilibrado.

Assim sendo, a Prefeitura Municipal de Rio Bonito iniciou a campanha para incentivar a doação de sangue, objetivando a manutenção da emergência municipal e regional, através do Hemonúcleo, que funciona das 8h às 11h30, na Rua Martinho de Almeida 222, Mangueirinha, Rio Bonito – RJ.

Saiba as condições para doar:

– Documento oficial com foto;
– Estar bem de saúde;
– Ter entre 16(c/autorização do responsável) 67 anos;
– Pesar mais de 50 kg;
– Não ter ingerido bebida alcoólica nas ultimas 24 h.;
– Ter dormido à noite;
– Não ser usuário de drogas;
– Não estar grávida e nem amamentando;
– Não estar em jejum, porém evitar alimentos gordurosos nas três horas antes da doação.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Mandiocão expõe a frota sucateada da PMRB e a incapacidade gestora da ex-prefeita

b7e651e3-0411-4752-b385-4b4d2ba58586 Como escrevi nas resenhas anteriores, não espero mais nada além do previsível por parte do governo José Luiz Alves Antunes (Mandiocão), salvo a expressão paralela da vice-prefeita, Rita de Cássia, que está arregaçando as mangas e trabalhando na recuperação estrutural da saúde e da educação riobonitense, articulando junto aos empresários e amigos na busca das doações e do trabalho voluntário. Em contrapartida, o grupo político do Mandiocão está respondendo da mesma forma dos mandatos anteriores, seguindo uma programação ideológica e comportamental, que começou com a exposição da frota dos veículos sucateados da PMRB e da incapacidade gestora do governo Solange Pereira de Almeida, mantendo a rixa entre os grupos políticos, trabalhando a comunicação social para desestabilizar a imagem da ex-prefeita, que poderá vir como candidata a deputado estadual em 2018 ou a prefeita em 2020, utilizando-se das liminares, que serão sustentadas nos princípios da presunção da inocência até o término do feito e do trânsito em julgado para ludibriar a Lei da Ficha Limpa.

d8c4c79a-7201-4981-a73c-271e27562948Simplesmente, os grupos políticos estão em conflito constante pelo poder, enquanto que o Mandiocão representa o bem na luta contra o mal, uma vez que está no poder e possui o aval da elite e da classe média riobonitense. A própria Solange acabou fortalecendo o atual prefeito, com suas falhas e ausências na administração pública, reafirmando o slogan da oposição durante as eleições municipais em 2012 e 2016: – Quem compara, vota.

A dívida da prefeitura ainda não foi anunciada oficialmente para sociedade, mas o desfile da frota era um evento certo para ser realizado, tornando-se folclórico na cultura local e mais importante que a transparência para os riobonitenses, principalmente após o decreto de calamidade financeira do Município.

Por Nadelson Cota Nogueira Junior

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A Difícil arte de existir e de se medir

Se a vida fosse uma novela ou série de TV, nós seríamos os protagonistas na juventude, cheios de razão, certezas e ideias. A juventude tem o poder de tornar seu portador inabalável, enquanto que toda existência, ao seu redor, se manifesta como uma grande plateia.

O tempo passa, enquanto que ganhamos a experiência com a idade. A razão absoluta se torna relativa. As certezas perdem espaço para as incertezas do cotidiano. As ideias próprias se esvaziam, cedendo espaço ao pensamento comum e coletivo. Dessa forma, deixamos de valorizar a singularidade, para nos tornarmos parte de algo maior do que nós mesmos, como a família, a religião e o convívio social. Simplesmente, nos tornamos atores coadjuvantes da vida das outras pessoas, enquanto que abandonamos o estrelado do nosso ego, assumindo um dos assentos no meio da multidão.

Não se preocupe, pois tais percepções são normais e naturais no ser humano, por causa da sua necessidade social de fazer parte de algo maior que sua própria existência. Seu ego ocupou o lugar esperado no seu tempo, enquanto que sua alma amadureceu entre seu nascimento e a velhice.

Agora, você está pronto para continuar a jornada, num mundo com paz, amor, tolerância, cumplicidade e sucesso, porque a pessoa só pode dar aquilo que tem, mesmo que a porção seja pouca.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior